Há 18 anos eram mortos seis empresários portugueses (António Correia Rodrigues, Vitor Manuel Martins, Joaquim Silva Mendes, Manuel Joaquim Barros, Joaquim Fernandes Martins e Joaquim Manuel Pestana da Costa) pelo português Luís Miguel Guerreiro Militão e pelos brasileiros Manoel Lourenço, Leonardo Santos, Jurandir Ferreira e Raimundo Martins. O grupo de portugueses veio a Fortaleza para turismo e foi roubado por Militão em R$ 45 mil. Militão e quadrilha pegou o grupo no aeroporto Pinto Martins e os levou para a barraca Vela Latina, na Praia do Futuro, onde torturou, matou e enterrou os empresários em covas rasas. Os corpos foram descobertos em 12 de agosto de 2001. O caso ficou conhecido internacionalmente como Chacina dos Portugueses.
Informa o professor Evaldo Lima: - Moção de Pesar - Antônio Carlos Campelo Costa - Lamento profundamente o falecimento do arquiteto e urbanista Campelo Costa, talento e nome fundamental nas artes visuais e nas soluções arquitetônicas do País. Nosso último encontro foi na abertura da Exposição 'Traços de um Percurso Artístico', em comemoração aos 50 anos da sua primeira Mostra Individual realizada em 1968. Para além da Mestre respeitado, Campelo era um amigo querido. Potência, alegria, boêmia, amizade, talento e rebeldia. Minha solidariedade aos familiares, alunos e amigos. Meu abraço especial ao professor Campelo Júnior e sua linhagem, orgulhos do Campelão, Mariana, Fred, Álgea, Anderson. Que tempo triste em que nos despedimos de quem a gente respeita e quer bem. Obrigado, Mestre Campelo! CAU - O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU) informa com pesar o falecimento nesta terça-feira (3 de maio de 2022), aos 83 anos, em Fortaleza, do arquiteto e urbanista Antônio...