Da expressão popular que se refere à mancha deixada por algumas frutas nasce a inspiração para o projeto artístico “Noda: cidades que germinam”. Por meio de intervenções urbanas e ações performativas na cidade, a ação busca dialogar questões sobre memória e resistência nas comunidades a partir dos saberes ancestrais de cura através das plantas. - Noda, enquanto projeto artístico, vem da compreensão de que esses processos de memória e saberes populares são valiosos a ponto de surgir uma necessidade de tocar o outro com o que para nós é cotidiano, íntimo e antigo”, explica Amanda Aristides. Ela, junto com Maruska Ribeiro e Marjory Garcia (Marzô), são as artistas-idealizadoras do projeto. A proposta, fomentada pela Lei Aldir Blanc por meio da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza, consiste na instalação de lambe-lambes que trazem colagens manuais em referência a algumas plantas medicinais como: hibisco, aroeira, colônia, babosa, alecrim, alfavaca, eucalipto, entre outras. Os lambes...