Ainda que seja uma violação grave dos direitos humanos, o racismo segue ativo no País, discriminando a população negra e os povos e comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, povos de terreiro e ciganos) e perpetuando a cultura histórica de discriminação. No Ceará, porém, a luta contra esse preconceito ganha força e participação popular com a campanha Ceará Sem Racismo – Respeite minha história, Respeite minha diversidade, executada pela Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos. O período de pandemia combinado à efervescência da temática antirracista fizeram com que a campanha ganhasse força no ambiente virtual. Desde o início da pandemia, já foram 20 encontros virtuais, entre transmissões ao vivo, aulas online e webinars. “Essa campanha põe no centro das comunidades, o debate racial, a necessidade de enfrentarmos o racismo, a partir da justiça e do modelo de desenvolvimento desses povos”, acrescenta a coordenadora de políticas pú...