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Mostrando postagens com o rótulo Copom



BC reduz Juros de 15% para 14,75% no Brasil

Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central do Brasil (BC) cortou os Juros pela primeira vez em quase dois anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, Juros Básicos da Economia, em 0,25 ponto percentual, Gpara 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo Mercado Financeiro. No Comunicado, o Copom afirmou que o aumento das incertezas provocado pelo Conflito no Oriente Médio exige mais cautela. O BC não descartou rever o Ciclo de Baixa, caso seja necessário. - O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da Política Monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da Taxa Básica de Juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos Conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", destaca o Copom. Desde junho de 2025, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom ti...

Copom eleva taxa básica de juros para 4,25% ao ano

 O Banco Central (BC) subiu os juros básicos da economia em 0,75 ponto percentual, pela terceira vez consecutiva. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (16 de junho) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), elevou a taxa Selic de 3,5% para 4,25% ao ano.  A elevação foi deliberada de forma unânime pelos integrantes do colegiado, que é formado por diretores do BC, e era esperada pelos analistas financeiros. Em comunicado, o BC indicou que deve seguir elevando a taxa Selic na próxima reunião, marcada para os dias 3 e 4 de agosto.  - Para a próxima reunião, o Comitê antevê a continuação do processo de normalização monetária com outro ajuste da mesma magnitude. Contudo, uma deterioração das expectativas de inflação para o horizonte relevante pode exigir uma redução mais tempestiva dos estímulos monetários. O Comitê ressalta que essa avaliação também dependerá da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e de como esses fatores afetam as projeções de inflação", ...

Copom eleva juros básicos da economia pela primeira vez em seis anos

Em meio ao aumento da inflação de alimentos que começa a estender-se por outros setores, o Banco Central (BC) subiu os juros básicos da economia pela primeira vez em quase seis anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic de 2% para 2,75% ao ano. A decisão surpreendeu os analistas financeiros, que esperavam uma elevação para 2,5% ao ano. Com a decisão de hoje (17), a Selic subiu pela primeira vez desde julho de 2015, quando tinha sido elevada de 13,75% para 14,25% ao ano. A taxa permaneceu nesse nível até outubro de 2016, quanto o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse foi o menor nível da série histórica iniciada em 1986. Inflação A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação...

Taxa Selic cai para 2% ao ano

Em meio à crise econômica decorrente da Pandemia do Novo Coronavírus, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da Economia pela nona vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 2% ao ano, com corte de 0,25 ponto percentual. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. Em nota, o Copom informou não descartar futuros ajustes nos juros básicos, mas ressaltou que as próximas mudanças, caso ocorram, serão graduais dependerão da situação das contas públicas. "O Copom entende que a Conjuntura Econômica continua a prescrever estímulo monetário extraordinariamente elevado [juros excepcionalmente baixos], mas reconhece que, devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno", destacou o comunicado. "Consequentemente, eventuais ajustes futuros no atual grau de estímulo ocorreriam com gradualismo adicional e depende...

Copom iniciou reunião hoje; juros devem permanecer em 6,5% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou hoje (31) a quinta reunião deste ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. A segunda parte do encontro será amanhã (1º) quando será anunciada a decisão no fim do dia. Para instituições financeiras consultadas pelo BC, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano, pela terceira vez seguida. Nas duas últimas reuniões, o Copom optou por manter a Selic, depois de promover um ciclo de cortes que levou ao menor nível histórico. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Entretanto, as taxas de juros do crédito não caem na mesma proporção da Selic. Segundo o BC, isso acontece porque a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Meta de inflação Para cortar a Selic, a auto...

Banco Central mantém juros básicos da economia em 6,5% ao ano

Da Agência Brasil Pela segunda vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve hoje (20) a taxa Selic em 6,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. Com a decisão de hoje, a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março deste ano. Na última reunião do Copom, em maio, a Selic tinha sido mantida em 6,5% ao ano, numa decisão que  surpreendeu o mercado financeiro . Na ocasião, o BC alegou que a instabilidade internacional, que se manifestou na valorização do dólar nos últimos meses, influenciou a decisão. A Selic é o principal instrumento do Ban...

Banco Central mantém taxa básica de juros em 6,5% ao ano

Da Agência Brasil O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu hoje (16) manter os juros básicos da economia brasileira em 6,5% ao ano. A decisão surpreendeu o mercado, que esperava uma redução da taxa. A decisão interrompeu um ciclo de 12 quedas consecutivas e foi tomada por unanimidade entre os integrantes do Conselho. A taxa Selic, no entanto, permanece no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, há 32 anos. Analistas financeiros e o próprio BC sinalizavam que poderia haver ainda mais um corte na taxa, de 0,25%, antes da interrupção da queda, mas o cenário externo mais volátil influenciou a decisão do Copom de não reduzir os juros dessa vez. "O cenário externo tornou-se mais desafiador e apresentou volatilidade. A evolução dos riscos, em grande parte associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas, produziu ajustes nos mercados financeiros internacionais. Como resultado, houve redução do apetite ao risco em ...

Copom mantém Taxa Selic em 6,50% e Abit comenta decisão

Na percepção da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), os juros mais baixos decorrentes da sistemática queda da Selic, desde o final de 2016, ainda não chegaram às operações de concessão de crédito pelos bancos aos setores produtivos. Essa é a opinião de Fernando Valente Pimentel, presidente da entidade, setor constituído por 33 mil empresas, 1,5 milhão de trabalhadores diretos e faturamento anual em torno de US$ 45 bilhões, sobre a reunião do Copom desta quarta-feira (16). "Os spreads até aumentaram, mas o problema não está apenas na taxa básica de juros, que, no nosso entender, segue acima de um patamar mais palatável para as empresas. Lembro que o crédito continua escasso. Começou a avançar mais para pessoas físicas, mas nas jurídicas há um acanhamento", salienta Pimentel. O presidente da Abit observa que os créditos mais disponíveis e com juros mais baixos para pessoas físicas têm impacto positivo nos bens duráveis. Estes foram os que mais sofre...

Taxa Selic fica abaixo de 7% ao ano pela primeira vez na história

Foto: Arquivo Agência Brasil Da Agência Brasil Pela 11ª vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu hoje (7) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 7% ao ano para 6,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. Com a redução de hoje, a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 7% ao ano em dezembro do ano passado, o nível mais baixo até então. Apesar do corte de hoje, o Banco Central está afrouxando menos a política monetária. De abril a setembro, o Copom havia reduzido a Selic em 1 ponto percentual. O ritmo de corte caiu para 0,75 ponto em outubro, 0,5 ponto em dezembro e...

Copom

O Copom parece não ter dimensionado bem o momento vivido pela economia doméstica ao elevar os juros básicos. Diante dos comportamentos recentes da atividade econômica, das contas públicas e dos índices de preços, o Banco Central preferiu não reconhecer a limitação do arrocho monetário como estratégia de controle da inflação a todo custo. Mesmo porque a alta dos juros já cumpriu seu papel na ponta. A parcela de brasileiros com algum tipo de financiamento caiu de 45,3%, em agosto de 2013, para 36,0% em igual mês deste ano, segundo pesquisa Fecomércio RJ/Ipsos. Com 70% da dívida do país atrelados à Selic, elevações dos juros já observadas, além de terem inibido o consumo das famílias, o giro das empresas e investimentos em geral, ainda impactaram a condição das contas públicas. O aumento da Selic prejudica, portanto, o reaquecimento da economia e a saúde das finanças públicas. No último fim de semana, o Brasil virou mais uma página de 2014. Depois da Copa do Mundo, foi a vez das...

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