Quem cuida de quem cuida? Assistente social da Hapvida fala sobre os desafios de cuidar e dá dicas de como não se esquecer de si em meio a rotinas intensas de zelar pelo outro. O processo de adoecimento decorrente de ser acompanhante ou, muitas vezes, único cuidador de alguém doente começa, em inúmeros casos, já no momento do diagnóstico, de acordo com a assistente social Bruna Clementino Queiroz, que atua no Hospital Antônio Prudente, em Fortaleza, há mais de 16 anos. Internações constantes, tratamentos longos e limitadores, nível relevante de dependência, nova adaptação na rotina familiar, inseguranças emocionais… Não é fácil imergir em um momento da vida de quem se ama que exige maior dedicação com a saúde. Com a experiência de quem não somente orienta, mas já esteve como cuidadora dos pais, vitimados por doenças graves, Bruna sabe, que é preciso cultivar o equilíbrio para sustentar e sobreviver. A profissional traz considerações importantes para cuidadores. De acordo com Bruna Que...