A prática de Canoagem passou a fazer parte da rotina de várias mulheres em fase de recuperação do Câncer de Mama. A partir de um estudo realizado na década de 1990, pelo médico Don McKenzie, o impacto positivo das remadas foi comprovado em mulheres sobreviventes de Câncer de Mama, promovendo resultados como a prevenção e o controle de inchaços causados por obstruções no sistema linfático, conhecidos como linfodemas. A Canoagem também se mostrou eficiente na manutenção do peso corporal, no fortalecimento e aumento da elasticidade dos músculos do corpo e na melhora da resistência física e da autoestima dessas mulheres. O estudo contribuiu para o surgimento de diversas equipes de remadoras ao redor do mundo. No Brasil, o movimento foi trazido por Cleusa Alonso, que, na época, estava em fase de recuperação de um Câncer de Mama e residia em Buenos Aires, onde conheceu a iniciativa e passou a fazer parte de uma equipe de Canoagem. Com o movimento ganhando força em nosso país, a Associação Lu...