Não é de agora que o País recebe uma leva de população migratória, que até já foi definido por Michelle Machado de Oliveira e Enilde Faulstich, durante pesquisa sobre a língua portuguesa, da seguinte forma: “sob uma perspectiva metafórica, que o Brasil é uma síntese da grande Ibéria, com populações, em grande escala, ameríndias, africanas, europeias, asiáticas, pois, no auge das imigrações, vieram para o Brasil povos variados, a saber, portugueses, espanhóis, italianos, e alemães, japoneses, entre outros”. No nosso Século, outra leva de imigrantes, desta vez de venezuelanos, peruanos, libaneses, dentre outras nacionalidades, por motivos diversos, intalaram se na Bahia trazendo na bagagem suas culturas, seus jeitos e maneiras, sua Gastronomia. E misturado a tudo isso, a vontade do pertencimento nas terras estrangeiras, buscando encontrar régua e compasso, como disse o mestre Gil, nesse novo desafio. Pertencimento expresso pela venezuelana Maria Eumelia Villarroel, de 40 anos, há pouco m...