O desembargador Raul Araújo Filho está com tudo e não está prosa. Nesta semana proferiu sentenças polêmicas. Primeiro puniu o Banco do Brasil (BB) a pagar indenização de R$ 100 mil para a família (viúva e duas filhas) de um funcionário que foi morto durante um assalto, quando transportava valores entre agências de Canindé e Caridade do BB, em 1999. Ele levava R$ 16 mil num carro de passeio da viúva, quando foi rendido e morto. "Em 6 de junho de 2003, a juíza da 2ª Vara de Canindé, Luciana Teixeira de Sousa, julgou a ação procedente e condenou o Banco do Brasil a pagar, a título de danos morais, a quantia de 450 vezes o salário mínimo vigente, acrescida de juros e correção monetária, a partir da data do evento, devendo ser pago em uma única parcela. Condenou, ainda, ao pagamento de uma pensão mensal para a viúva equivalente a 2/3 dos vencimentos do falecido, contados da data do fato até quando a vítima completaria 65 anos de idade. As duas filhas também devem receber a pensão até c...