Pular para o conteúdo principal



'Precisamos mudar a forma como consumimos energia', diz Luiz Barroso


Luiz Augusto Barroso será o palestrante da 4ª Edição do Trends Experience, maior evento corporativo multissetorial realizado pela TrendsCE, no dia 1º de dezembro. Ele tem 46 anos e, atualmente, é o diretor-presidente da PSR (Power Systems Research). (Foto: Arquivo pessoal).

Luiz Barroso: “Precisamos mudar a forma como consumimos energia”

EVENTO SUSTENTABILIDADE

Por: Carmen Pompeu, da TrendsCE

O conflito entre Rússia e Ucrânia acendeu o alerta. É imperativo reduzir a dependência mundial dos combustíveis fósseis. Em entrevista à TrendsCE, Luiz Augusto Barroso, diretor-presidente da PSR Consultoria, explica que a Europa já era um dos continentes mais avançados na transição energética antes da guerra. Mas ele acredita que esse processo pode se acelerar ainda mais “já que o imperativo geopolítico está alinhado e o ambiente atual pressiona ainda mais a redução”.

De acordo com o especialista, isto pode dar um impulso ao desenvolvimento de novas tecnologias necessárias para substituir alguns usos do gás natural na Europa, como o hidrogênio.

“Por exemplo, há poucos dias, a Comissão Europeia apresentou uma meta de importar 10 milhões de toneladas de hidrogênio em 2030. Antes da guerra, a Rússia se apresentava como um dos principais exportadores de hidrogênio para a Europa, aproveitando a proximidade geográfica e a infraestrutura física existente de gás. Com a guerra, a Rússia ficou fora do que deve se tornar o principal mercado importador de hidrogênio”, destaca Luiz Barroso.

De uma forma geral, há muitos incentivos econômicos sendo criados nos países europeus e nos Estados Unidos para a produção de hidrogênio de baixo carbono. “Isso provocará uma corrida tecnológica que possivelmente reduzirá o custo de produção deste energético no final desta década e início da próxima”, prevê.

Diante do cenário atual, Luiz Barroso projeta que o aumento do preço do petróleo pode estimular a demanda de biocombustíveis, onde o Brasil possui autossuficiência, e acelerar a discussão de outras formas de mobilidade sustentável. “O Brasil também pode buscar sua menor dependência internacional em outros componentes importantes, como os fertilizantes, e aumentar seu protagonismo em outras energias que venham a redesenhar o futuro da energia, como o hidrogênio verde, a partir do etanol e quem sabe a captura e sequestro de carbono”, indica.

Ele acredita ser difícil fazer previsões, mas que o país tem uma grande oportunidade para, de forma inteligente, desenvolver um amplo leque de tecnologias e serviços que alinham benefícios econômicos, sociais e ambientais e melhorar nossa comunicação e ações nesta direção. “Podemos nos posicionar como o maior fornecedor de serviços climáticos e ambientais do planeta”, diz.

Para que isso ocorra, além das transformações pelo lado da oferta de energia, é fundamental entender que é preciso também transformar o lado da demanda, ou seja, a forma como a humanidade consome energia. “De nada adianta termos uma oferta de hidrogênio e eletricidade limpa abundante se a maior parte da demanda não funcionar a hidrogênio e eletricidade, como aviões, navios, produção de plástico, etc. Hoje, a demanda do mundo é movida a petróleo”.

Perfil – Luiz Barroso

Luiz Augusto Barroso será o palestrante da 4ª Edição do Trends Experience, maior evento corporativo multissetorial realizado pela TrendsCE, no dia 1º de dezembro. Ele tem 46 anos e, atualmente, é o diretor-presidente da PSR (Power Systems Research). De 2016 a 2018 foi presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME) e responsável por estudos de planejamento energético que apoiam as formulações de políticas públicas pelo MME. Em 2018, foi também visitante na Agência Internacional de Energia em Paris, onde atuou em atividades relacionadas à transição energética em países emergentes. Antes de juntar-se à EPE, Luiz Barroso foi sócio e diretor técnico da PSR, onde trabalhou por 17 anos coordenando estudos sobre planejamento, operação, regulação, comercialização e gestão de riscos em cerca de 30 países. Desde 2013, é pesquisador associado da Universidade de Comillas, em Madrid, onde leciona desde 2010; e também desde 2010 é professor na Escola de Regulação de Florença, na Itália.

Abaixo, leia a entrevista completa:

TrendsCE – O Brasil tem sido visto cada vez mais como uma liderança no debate sobre a transição energética no mundo. Mas a condução dessa transição pressupõe aumentar a presença de fontes de energia limpa, mantendo a segurança energética e a estabilidade do sistema industrial, no estágio em que se encontra hoje. Como essa equação se fecha?

Luiz Augusto Barroso – O Brasil tem a matriz energética com mais renováveis entre as grandes economias mundiais, e o segundo maior uso de renováveis no transporte, vantagens estratégicas que o país pode aproveitar. As fontes limpas de produção de eletricidade já são as mais econômicas. Ou seja, a energia elétrica mais competitiva no Brasil é a renovável. Isto é uma ótima notícia, pois alinha eficiência econômica com os objetivos de redução de emissões em uma economia de baixo carbono.

Naturalmente as renováveis possuem produção intermitente, mas isso é mitigada com o uso de nossas “baterias de água”, que são os reservatórios das hidrelétricas, e com a diversificação mais ampla da matriz associado a um robusto sistema de transmissão.

TrendsCE – Existe ainda um desafio de neutralizar as emissões na geração de energia a partir de combustíveis fósseis. O que vem sendo feito de forma concreta nesse sentido?

Luiz Augusto Barroso – Há três estratégias principais: a primeira é a substituição dos combustíveis fosseis por limpos, como o vento, o sol, a água, biomassa e o urânio. A segunda é ligada ao desenvolvimento de tecnologias de captura e sequestro de carbono, que é capturar o carbono emitido pelo combustível fóssil e armazená-lo. A terceira é o desenvolvimento de novos energéticos limpos, como o hidrogênio de baixo carbono. Todas estas transformações são pelo lado da oferta. É fundamental entender que hoje precisamos também transformar o lado da demanda, a forma como consumimos energia. De nada adianta termos uma oferta de hidrogênio e eletricidade limpa abundante se a maior parte da demanda não funcionar a hidrogênio e eletricidade, como aviões, navios, produção de plástico etc. Hoje, a demanda do mundo é movida a petróleo.

TrendsCE -O Brasil também tem um enorme potencial para geração de energia eólica offshore, uma fonte que vem sendo bastante explorada por países como a China, por exemplo, líder hoje na produção de energia gerada pelo vento em alto mar. Existe uma expectativa de que, com a publicação do Decreto 10.946/2022, em fase de regulamentação, haja avanços já em 2023. Quais são os desafios para essa implementação no Brasil?

Luiz Augusto Barroso – O Brasil será uma potência neste segmento, possivelmente capitaneado pelas empresas de petróleo, que estão se transformando em empresas de energia e que possuem muita sinergia para desenvolver as eólicas offshore com suas operações existentes. O marco regulatório no Brasil está ainda sendo consolidado e estes avanços são positivos, mas a jornada da eólica offshore possui desafios. Por exemplo, seu preço final ao consumidor, ela ainda é uma tecnologia cara. Há a necessidade de planejamento do sistema de transmissão e coordenação com infraestrutura portuária. E, por fim, há que encontrar comprador para essa energia e o sistema elétrico deve estar com bastante excesso de oferta nesta década. Todos estes são desafios superáveis e que estão sendo trabalhados pelas autoridades e pelo setor.

TrendsCE – Um dos focos da COP27 é a energia verde, tema de um dos pavilhões que o Brasil apresenta na conferência. Existe, nesse sentido, uma oportunidade para que o país seja considerado como foco para investimento externo nesse cenário?

Luiz Augusto Barroso – Sem dúvidas. O Brasil é o país da energia limpa e a nossa energia renovável chefe não é verde, é azul, pois é a energia hidroelétrica. A hidroeletricidade no Brasil possui reservatórios, que servem como baterias de água, e alavancam a penetração das novas renováveis, onde o brasil é líder na disponibilidade de recursos, com muito vento, sol, biomassa e água. Além disso o Brasil possui escala, o que é importante para a atração de investimentos e inovação em grande escala. E temos marco regulatório, instituições e sanidade institucional e de contratos há décadas. Tudo isso cria um ambiente muito bom para investimentos.

TrendsCE -Como o Hub de Hidrogênio Verde, da ZPE Ceará, poderá contribuir com a estratégia global de transição energética? O Senhor acredita que o hidrogênio verde venha a ser uma commodity tão importante para o Brasil como hoje é a produção de alimentos?

Luiz Augusto Barroso – Certamente. A aceleração da transição energética europeia, que requererá combustíveis limpos importados, abre oportunidades para o Brasil exportar produtos energéticos e industriais verdes. A recém criada meta de importação de hidrogênio da Europa cria grandes oportunidades para o Brasil com o hidrogênio verde, quando este entrar na equação, daqui ainda a alguns anos. O valor deste hidrogênio para o país pode ser alavancado pela produção de fertilizantes a partir da amônia. Como está no noticiário, a guerra na Ucrânia mostrou que nosso agronegócio está vulnerável ao suprimento externo de fertilizantes.

TrendsCE – O custo de produção do hidrogênio verde ainda é muito alto se comparado ao das termelétricas. O que é preciso para mudar essa realidade?

Luiz Augusto Barroso – Utilizar eletricidade para produzir hidrogênio verde e depois utilizar este hidrogênio como combustível para produzir eletricidade não faz atualmente sentido econômico pois há muitas perdas energéticas envolvidas. O hidrogênio pode ser utilizado para outros fins. Hoje o hidrogênio é produzido a partir de combustíveis fósseis e custa cerca de 1.5 e 2 USD/kg. O hidrogênio verde, produzido a partir da eletrólise da água utilizando energia limpa, custa hoje algo como 6 USD/kg. A competitividade do hidrogênio verde está associada ao custo da energia limpa e ao custo do eletrolizador, e ambos vem caindo. O Brasil ainda tem a rota tecnológica do hidrogênio a partir do etanol, que pode ser explorada também.

De uma forma geral, há muitos incentivos econômicos sendo criados na Europa e nos Estados Unidos para a produção de hidrogênio de baixo carbono. Isso provocará uma corrida tecnológica que possivelmente reduzirá o custo de produção deste energético no final desta década e início da próxima.

TrendsCE – Nos países mais desenvolvidos, o próprio consumidor cobra um posicionamento diante da produção de energias mais limpas. O sr. vislumbra essa realidade aqui no Brasil com a abertura do mercado de energia?

Luiz Augusto Barroso – Aqui já ocorre a mesma coisa. O consumidor valoriza a energia limpa e os produtos produzidos pela energia limpa. Isso só vai aumentar. E o mundo vai reconhecer o valor destes produtos também, criando barreiras contra aqueles produzidos a partir dos fósseis.

TrendsCE -A guerra na Ucrânia está acelerando esse processo de transição energética?

Luiz Augusto Barroso – A Europa já era um dos continentes mais avançados na transição energética antes da guerra, cuja lógica principal é a eletrificação da economia e produção de eletricidade a partir de fontes limpas de geração. A transição europeia pode se acelerar ainda mais, já que o imperativo geopolítico está alinhado e o ambiente atual pressiona ainda mais a redução da dependência dos combustíveis fósseis. Isto pode dar um impulso ao desenvolvimento de novas tecnologias necessárias para substituir alguns usos do gás natural na Europa, como o hidrogênio. Por exemplo, há poucos dias, a Comissão Europeia apresentou uma meta de importar 10 milhões de toneladas de hidrogênio em 2030. Antes da guerra, a Rússia se apresentava como um dos principais exportadores de hidrogênio para a Europa, aproveitando a proximidade geográfica e a infraestrutura física existente de gás. Com a guerra, a Rússia ficou fora do que deve se tornar o principal mercado importador de hidrogênio.

TrendsCE -O Brasil tem feito o dever de casa para se tornar uma grande potência exportadora de energia limpa global? Quando isso poderá se tornar uma realidade consolidada, uma vez que temos problemas internos para resolver, como a democratização do acesso à energia no nosso próprio país?

Luiz Augusto Barroso – O Brasil alinha automaticamente dois objetivos principais da transição energética: a energia mais limpa, as renováveis, são as mais competitivas. Este fundamento permanece e já nos coloca entre os líderes globais em termos de baixa intensidade de carbono no setor energético. O alto preço atual do gás aumenta a atratividade das renováveis e traz o gás do pré-sal para dentro da equação energética com o atributo de mais independência dos preços internacionais. O aumento do preço do petróleo pode estimular a demanda de biocombustíveis, onde o Brasil possui autossuficiência, e acelerar a discussão de outras formas de mobilidade sustentável. O Brasil também pode buscar sua menor dependência internacional em outros componentes importantes, como os fertilizantes, e aumentar seu protagonismo em outras energias que venham a redesenhar o futuro da energia, como o hidrogênio verde, a partir do etanol, e, quem sabe, a captura e sequestro de carbono.

Obviamente é difícil fazer previsões, especialmente sobre o futuro, mas o país tem uma grande oportunidade para, de forma inteligente, desenvolver um amplo leque de tecnologias e serviços que alinham benefícios econômicos, sociais e ambientais e melhorar nossa comunicação e ações nesta direção. Podemos nos posicionar como o maior fornecedor de serviços climáticos e ambientais do planeta.

O consumidor hoje já é livre, pois ele pode trocar seu supridor de eletricidade atual por uma geração solar instalada na sua residência, a chamada geração distribuída. Este consumidor apenas não pode comprar energia de outros geradores e comercializadores, possivelmente a preços mais atrativos. Esta liberdade da portabilidade da conta de luz de forma mais ampla está em discussão no país desde 2017 e é a agenda a ser perseguida, pois permite ao consumidor escolher de quem comprar, a qual preço e, inclusive, certificando que sua energia é limpa. Há um projeto de Lei, o PL 414, em discussão no Congresso, que organiza esta agenda. Se aprovado, daria o direito da portabilidade ao consumidor a partir de 2026.

Por fim, a transição energética é campo de excelência para a relação entre Estado e cidadão, dado que envolve campanhas de conscientização permanente, o direito à portabilidade da conta de luz, além da geração de empregos em novos setores e a busca de benefícios sociais e de integração regional e empregos. Energia competitiva e sustentável é alavanca para o desenvolvimento, a recuperação da indústria, o combate à pobreza e à desigualdade. A maior contribuição do setor ao país é entregar energia barata, limpa e segura. A partir da energia, poderíamos tornar viável e suportar um verdadeiro projeto nacional de desenvolvimento.

O mundo olha a transição energética classicamente sob a ótica dos 3 D’s: descarbonização, descentralização e digitalização. Acho que o Brasil possui 2 novos D’s que são essenciais na nossa transição energética: o desenho de mercado, fundamental para viabilizar a agenda de investimento, e a desigualdade, que a transição energética pode ajudar a aliviar em uma nova economia.

Com informações da TrendsCE.

Comentários


Comentários

Para comentários públicos, favor utilizar campo ao final da notícia, logo acima da publicidade.

Notícias mais acessadas do mês

Morre professor Campelo Costa

Informa o professor Evaldo Lima: - Moção de Pesar - Antônio Carlos Campelo Costa - Lamento profundamente o falecimento do arquiteto e urbanista Campelo Costa, talento e nome fundamental nas artes visuais e nas soluções arquitetônicas do País. Nosso último encontro foi na abertura da Exposição 'Traços de um Percurso Artístico', em comemoração aos 50 anos da sua primeira Mostra Individual realizada em 1968. Para além da Mestre respeitado, Campelo era um amigo querido. Potência, alegria, boêmia, amizade, talento e rebeldia. Minha solidariedade aos familiares, alunos e amigos. Meu abraço especial ao professor Campelo Júnior e sua linhagem, orgulhos do Campelão, Mariana, Fred, Álgea, Anderson. Que tempo triste em que nos despedimos de quem a gente respeita e quer bem. Obrigado, Mestre Campelo! CAU - O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU) informa com pesar o falecimento nesta terça-feira (3 de maio de 2022), aos 83 anos, em Fortaleza, do arquiteto e urbanista Antônio...

Futricas Cearenses

Felicidades do #BlogdoLauriberto , neste domingo (8/12/2024), para: Ex-presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Romildo Rolim Carneiro (foto). 83 anos de Maria Conceição. 72 anos de Coronel Azim. 63 anos de Tereza Maria Pachêco. 46 anos do jornalista Oswaldo Scaliotti (foto com família). Alex Sandro Paiva. Flavio Cavazelle.

'Trailer da Esperança' leva Atendimento Médico Gratuito para Caucaia

Neste sábado (26), a partir das oito da manhã, os moradores do Distrito de Catuana,  em Caucaia receberão Atendimento Médico Gratuito. A iniciativa faz parte do Projeto 'Trailer da Esperança', uma unidade móvel equipada com consultório médico, coordenada pelo  diretor do Centro de Nefrologia de Caucaia (CENEC),  nefrologista doutor Moisés Santana (fotos). O objetivo é levar para a população mais vulnerável atendimento médico clínico geral, além de especializado nas áreas de Nefrologia e Otorrinolaringologia. “Queremos trabalhar nas comunidades, principalmente, a prevenção. Como nefrologista, quando falamos da Saúde dos rins, por exemplo, temos que atentar para os primeiros sinais que o organismo dá com relação à doença. A maioria dos pacientes em tratamento começou com sintomas de doenças como Pressão Alta e Diabetes, até que o quadro foi evoluindo para Insuficiência Renal. Ou seja, cuidar da Saúde Primária é fundamental para evitar um problema maior...

Cinco bebês nascem no Réveillon 2020 na Maternidade do HRN

O nascimento dos primeiros bebês de 2020 na Maternidade do Hospital Regional Norte (HRN), do Governo do Ceará, movimentou a equipe na virada de 31 de dezembro de 2019 para primeiro de janeiro de 2020.  Três meninos e duas meninas nasceram neste período. Gedson foi o primeiro bebê a nascer às 6h08 do dia 1°, seguido de Pedro Henrique às 10h33, João Lucca às 18h33, Maria Clara às 20h12 e Maria Valentina às 23h34. Mãe do bebê número um de 2020, a dona de casa Girlândia Pinho de Souza, garante que o nascimento de Gedson foi uma grande alegria no início do novo ano. “Gostei muito do atendimento aqui. Os profissionais são muito prestativos e atenciosos”, completa. A dona de casa já era acompanhada pelo Pré-Natal do HRN desde o quinto mês de gestação em virtude de uma complicação de placenta prévia. O bebê nasceu prematuro de 34 semanas com 1.852 quilo e 46 centímetro e está internado no hospital. O bebê da professora Janaína Martins dos Santos também foi apressado. A e...

North Shopping Jóquei recebe Posto da Fujisan

Doar Sangue é salvar vidas e devolver a esperança a muitas famílias que precisam desse bem tão precioso.  Com esse objetivo, o North Shopping Jóquei recebe o Posto da Fujisan, desta quinta-feira (11) a sábado (13 de agosto de 2022).  Com a proximidade do Dia dos Pais 2022, neste domingo (14 de agosto), é um momento propício para pais e filhos aproveitarem e fazerem sua Doação juntos.  O local para a Doação de Sangue está instalado no Piso L2, ao lado da loja MR2. O horário de atendimento é das 13 às 20 horas. São requisitos básicos para Doação: Ter idade entre 16 e 69 anos. Idade máxima de 60 anos para a primeira Doação. Ter peso superior a 50 quilos. Estar em boas condições de Saúde e Alimentado. Menores de idade, entre 16 e 17 anos, também podem doar, mas devem estar acompanhados por um responsável legal. Homens podem Doar Sangue num intervalo mínimo de dois meses, não ultrapassando quatro Doações por ano. Mulheres podem Doar Sangue num intervalo mínimo de três meses, n...

Postagens mais visitadas deste blog

Morre professor Campelo Costa

Informa o professor Evaldo Lima: - Moção de Pesar - Antônio Carlos Campelo Costa - Lamento profundamente o falecimento do arquiteto e urbanista Campelo Costa, talento e nome fundamental nas artes visuais e nas soluções arquitetônicas do País. Nosso último encontro foi na abertura da Exposição 'Traços de um Percurso Artístico', em comemoração aos 50 anos da sua primeira Mostra Individual realizada em 1968. Para além da Mestre respeitado, Campelo era um amigo querido. Potência, alegria, boêmia, amizade, talento e rebeldia. Minha solidariedade aos familiares, alunos e amigos. Meu abraço especial ao professor Campelo Júnior e sua linhagem, orgulhos do Campelão, Mariana, Fred, Álgea, Anderson. Que tempo triste em que nos despedimos de quem a gente respeita e quer bem. Obrigado, Mestre Campelo! CAU - O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU) informa com pesar o falecimento nesta terça-feira (3 de maio de 2022), aos 83 anos, em Fortaleza, do arquiteto e urbanista Antônio...

Futricas Cearenses

Felicidades do #BlogdoLauriberto , neste domingo (8/12/2024), para: Ex-presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Romildo Rolim Carneiro (foto). 83 anos de Maria Conceição. 72 anos de Coronel Azim. 63 anos de Tereza Maria Pachêco. 46 anos do jornalista Oswaldo Scaliotti (foto com família). Alex Sandro Paiva. Flavio Cavazelle.

'Trailer da Esperança' leva Atendimento Médico Gratuito para Caucaia

Neste sábado (26), a partir das oito da manhã, os moradores do Distrito de Catuana,  em Caucaia receberão Atendimento Médico Gratuito. A iniciativa faz parte do Projeto 'Trailer da Esperança', uma unidade móvel equipada com consultório médico, coordenada pelo  diretor do Centro de Nefrologia de Caucaia (CENEC),  nefrologista doutor Moisés Santana (fotos). O objetivo é levar para a população mais vulnerável atendimento médico clínico geral, além de especializado nas áreas de Nefrologia e Otorrinolaringologia. “Queremos trabalhar nas comunidades, principalmente, a prevenção. Como nefrologista, quando falamos da Saúde dos rins, por exemplo, temos que atentar para os primeiros sinais que o organismo dá com relação à doença. A maioria dos pacientes em tratamento começou com sintomas de doenças como Pressão Alta e Diabetes, até que o quadro foi evoluindo para Insuficiência Renal. Ou seja, cuidar da Saúde Primária é fundamental para evitar um problema maior...

Cinco bebês nascem no Réveillon 2020 na Maternidade do HRN

O nascimento dos primeiros bebês de 2020 na Maternidade do Hospital Regional Norte (HRN), do Governo do Ceará, movimentou a equipe na virada de 31 de dezembro de 2019 para primeiro de janeiro de 2020.  Três meninos e duas meninas nasceram neste período. Gedson foi o primeiro bebê a nascer às 6h08 do dia 1°, seguido de Pedro Henrique às 10h33, João Lucca às 18h33, Maria Clara às 20h12 e Maria Valentina às 23h34. Mãe do bebê número um de 2020, a dona de casa Girlândia Pinho de Souza, garante que o nascimento de Gedson foi uma grande alegria no início do novo ano. “Gostei muito do atendimento aqui. Os profissionais são muito prestativos e atenciosos”, completa. A dona de casa já era acompanhada pelo Pré-Natal do HRN desde o quinto mês de gestação em virtude de uma complicação de placenta prévia. O bebê nasceu prematuro de 34 semanas com 1.852 quilo e 46 centímetro e está internado no hospital. O bebê da professora Janaína Martins dos Santos também foi apressado. A e...

North Shopping Jóquei recebe Posto da Fujisan

Doar Sangue é salvar vidas e devolver a esperança a muitas famílias que precisam desse bem tão precioso.  Com esse objetivo, o North Shopping Jóquei recebe o Posto da Fujisan, desta quinta-feira (11) a sábado (13 de agosto de 2022).  Com a proximidade do Dia dos Pais 2022, neste domingo (14 de agosto), é um momento propício para pais e filhos aproveitarem e fazerem sua Doação juntos.  O local para a Doação de Sangue está instalado no Piso L2, ao lado da loja MR2. O horário de atendimento é das 13 às 20 horas. São requisitos básicos para Doação: Ter idade entre 16 e 69 anos. Idade máxima de 60 anos para a primeira Doação. Ter peso superior a 50 quilos. Estar em boas condições de Saúde e Alimentado. Menores de idade, entre 16 e 17 anos, também podem doar, mas devem estar acompanhados por um responsável legal. Homens podem Doar Sangue num intervalo mínimo de dois meses, não ultrapassando quatro Doações por ano. Mulheres podem Doar Sangue num intervalo mínimo de três meses, n...