Amanhã (14/julho/2026), a Associação Cearense de Imprensa (ACi) chega aos 101 anos de fundação. Muito a comemorar, mas uma critica a fazer. A volta dos Prêmios Anuais de Jornalismo, que seria uma comemoração passou a ser uma critica. A começar pela escolha dos 11 jurados. Não, que não sejam pessoas qualificadas, mas desde já suspeitas, pois boa parte é integrante da Alece, patrocinadora do Concurso de Reportagem. Tem outros jurados, que pouco ou nada entendem de “Direitos Humanos, Justiça e Democracia: o Jornalismo como Ponte” (tema do Prêmio). Portanto é uma Comissão Julgadora, no mínimo questionável. A ACI faz uma Campanha de Divulgação do Prêmio, faltando com a verdade. Primeiro pega depoimento de ganhadores do Prêmio, omitindo os nomes dos maiores vencedores do Concurso, como Carlos Célio, Tertuliano Siqueira, Alaércio Flor, Edgar Patricio, Honório Barbosa, Alcebiades Silva, Manuel Cunha, Dedé de Castro e o meu (Lauriberto Braga). Merecidas as homenagens aos ganhadores Evilázio Bezerra, Márcia Gurgel e Ilo Santiago. Mas simplesmente esquecer os nomes dos maiores vencedores é uma omissão imperdoável. Mas vida longa a Casa do Jornalista Cearense, que completa 101 anos. Que anos melhores venham. Sei da seriedade, que o presidente Eliézer Rodrigues trata a ACI, mas falta muito para retratar verdadeiramente a História da ACI.
Amanhã (14/julho/2026), a Associação Cearense de Imprensa (ACi) chega aos 101 anos de fundação. Muito a comemorar, mas uma critica a fazer. A volta dos Prêmios Anuais de Jornalismo, que seria uma comemoração passou a ser uma critica. A começar pela escolha dos 11 jurados. Não, que não sejam pessoas qualificadas, mas desde já suspeitas, pois boa parte é integrante da Alece, patrocinadora do Concurso de Reportagem. Tem outros jurados, que pouco ou nada entendem de “Direitos Humanos, Justiça e Democracia: o Jornalismo como Ponte” (tema do Prêmio). Portanto é uma Comissão Julgadora, no mínimo questionável. A ACI faz uma Campanha de Divulgação do Prêmio, faltando com a verdade. Primeiro pega depoimento de ganhadores do Prêmio, omitindo os nomes dos maiores vencedores do Concurso, como Carlos Célio, Tertuliano Siqueira, Alaércio Flor, Edgar Patricio, Honório Barbosa, Alcebiades Silva, Manuel Cunha, Dedé de Castro e o meu (Lauriberto Braga). Merecidas as homenagens aos ganhadores Evilázio Bezerra, Márcia Gurgel e Ilo Santiago. Mas simplesmente esquecer os nomes dos maiores vencedores é uma omissão imperdoável. Mas vida longa a Casa do Jornalista Cearense, que completa 101 anos. Que anos melhores venham. Sei da seriedade, que o presidente Eliézer Rodrigues trata a ACI, mas falta muito para retratar verdadeiramente a História da ACI.

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