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Fortaleza recebe evento que visa impulsionar o Comércio Eletrônico

Fortaleza recebe em 14 de maio a ExpoEcomm, que reunirá grandes players do varejo e especialistas do e-commerce. Com uma programação imersiva, o evento oferece um dia de palestras, aulas e exposições, com o objetivo de levar estratégias para impulsionar o comércio eletrônico no estado e no Nordeste. 

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), a região nordestina é a terceira maior consumidora de produtos on-line, com Bahia, Pernambuco e Ceará liderando o Ranking. O Ceará, por exemplo, representa 2,47% de todo o comércio eletrônico do país.


Entre os assuntos que serão discutidos no evento está o acesso às tecnologias para a integração de lojas a marketplaces como Amazon, Shopee e Mercado Livre, como forma de impulsionar as vendas. Entre os expositores confirmados está a Magis5, startup que disponibiliza, justamente, um hub que integra e-commerces a grandes players do mercado nacional. Sua plataforma também permite automatizar processos, como expedição de pedidos e emissão de notas fiscais, deixando o empreendedor livre para pensar de forma estratégica em seu negócio.

- Dentro da nossa base no Nordeste, alguns vendedores lidam com mais de 2.500 pedidos por mês, o que realça a relevância da automação. Ela não só agiliza o processo de pedidos, mas também melhora a precisão e a eficiência geral das operações de vendas", ressalta Claudio Dias, CEO da Magis5.


Claudio Dias:
 Segundo ele, o Nordeste tem se mostrado cada vez mais adaptado ao ambiente de compras digitais, graças à expansão dos centros de distribuição e à popularização dos marketplaces. Essa percepção é respaldada pelos dados da Nuvemshop, plataforma para a criação de lojas on-line. Nos primeiros seis meses do ano passado, os pequenos e médios empreendedores do e-commerce do Ceará aumentaram seu faturamento em cerca de 20% em comparação ao mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 79 milhões. Segundo a RecLead, a projeção é que o comércio eletrônico no Brasil cresça duas vezes mais do que a média global até 2025.

Contudo, de acordo com o Claudio Dias, ainda há alguns desafios a serem superados, como o preço do frete na região, que pode chegar a ser 341% mais caro que no Sudeste, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, Proteste.
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