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Gress se defendeu, mas não convenceu

Não adiantaram os esclarecimentos de Robério Gress do Vale. A presidenta Dilma Rousseff mandou exonerá-lo do cargo de chefe de Gabinete da Presidência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Gress é acusado de sr o operador de um esquema que teria fraudado R$ 100 milhões do BNB para fazer Caixa 2 de campanhas eleitorais de petistas no Ceará. As explicações do agora ex-chefe de Gabinete d BNB foram as seguintes:

"Caros colegas, a respeito de matéria publicada pela revista Época, edição em circulação neste final de semana, imputando a minha pessoa envolvimento em supostas irregularidades em operações de crédito junto ao BNB tenho a declarar o que se segue:

1 – Como funcionário de carreira, técnico desta instituição, tendo exercido dentre outras funções a Chefia de Gabinete na gestão Roberto Smith e na atual, nunca me envolvi em defesa de quaisquer interesses de pessoas, parentes afins conforme insinua a referida matéria. Diante do exposto coloco-me à inteira disposição das autoridades para eventuais esclarecimentos a respeito da minha situação econômico financeira.

2 – Ao longo de minha trajetória nesta instituição nas várias funções que exerci sempre pautei minha vida pela ética, moralidade e a transparência.

3 – Sobre imputação que a matéria faz de que sou contribuinte da campanha do deputado José Guimarães, informo a quem interessar possa que esta é uma conduta que tenho adotado desde quando o referido deputado lançou-se a vida pública, pois o conheço ainda dos tempos da universidade e que minha contribuição na última campanha foi no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) conforme prestação de contas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Assim sendo coloco-me à inteira disposição dos colegas e do público em geral para quaisquer esclarecimentos, ao tempo em que agradeço as inúmeras manifestações de solidariedade dos colegas desta casa."

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