Jornalista Luiz Esteves - Vou contar os bastidores deste dia: Foi a primeira vez que falamos publicamente sobre a doença. A nota foi escrita pela jornalista Adriana Castro - que tem proximidade com a Marina - e por mim - que sou fã do trabalho, mas não tenho tanta proximidade assim.- Sabíamos da responsabilidade. Começamos a escrever pensando em cada palavra. Precisávamos acertar o tom. Não poderia ser apelativo, nem invasivo. Precisava ser claro, para que a mensagem chegasse ao público. Estávamos com uma missão: achar um doador compatível.
- Algumas frases foram escritas, lidas, apagadas e reescritas. Nos primeiros parágrafos, vieram as lágrimas. Em segundos, os editores estavam aos prantos. Eu parecia não acreditar. Vieram várias recordações, até mesmo do meu desejo de ela fosse minha parceira de apresentação.
- Quando chegou a hora de ler a nota no ar, a vontade de chorar permanecia. Respirei fundo e consegui segurar a emoção. Desde então, rezo pela recuperação de Marina. Vez por outra, pergunto a ela por boas novas. Ainda não a reencontrei pessoalmente. Em breve, se Deus quiser.
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