'O apelo emocional é indescritível. Qualquer freqüentador de um balneário brasileiro que é ponto certo das tartarugas marinhas sempre se encanta ao ver alguma espécie por perto. Poder apreciar sua desova, então, chega a ser um presente da natureza para os olhos. Mas garantir que tantas espécies marinhas continuem visitando as praias brasileiras para se reproduzirem, perpetuando a espécie, é um trabalho sério e árduo, que requer rotina e disciplina. Os biólogos e técnicos do Centro Nacional de Conservação e Manejo de Tartarugas Marinhas, popularmente conhecido como Tamar – centro especializado do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) sabem bem disso. E das primeiras ações de conservação das espécies para cá já se vão 30 anos. Para celebrar a data, oficialmente marcada em 2010, o Projeto Tamar/ICMBio inicia este mês uma série de comemorações. Segundo o coordenador nacional do Tamar e oceanógrafo Guy Marcovaldi, toda a programação vai envolver a Petrobras, patrocinador oficial, ICMBio, outros parceiros, e sobretudo as comunidades litorâneas. Os eventos vão acontecer predominantemente nos vilarejos de nove Estados brasileiros onde o Projeto atua (Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina). Para marcar os seus 30 anos, o Tamar está lançando o CD 30 Anos de História para Cantar, com músicas cujos principais temas são o ciclo de vida das tartarugas marinhas, a conservação da natureza e a história das pessoas que ajudaram a contruir o Projeto. Estão no disco grandes artistas como Lenine, Margareth Menezes, Armandinho e Luiz Caldas, e bandas de rock’n roll e jazz, como Dazaranha e Móveis Coloniais de Acaju. Todas as músicas são inéditas e foram compostas exclusivamente para integrar esse projeto. O ciclo de vida das tartarugas marinhas, cheio de mistérios e poesia, bem como a vida dessa gente que mora nas praias espalhadas pelo litoral brasileiro, trabalhando para protegê-las, foram a fonte de inspiração para a grande maioria das canções. Os estilos variam do rock ao forró, passando pelo jazz, blues, reagae, samba, bossa nova e marchas carnavalescas.
Informa o professor Evaldo Lima: - Moção de Pesar - Antônio Carlos Campelo Costa - Lamento profundamente o falecimento do arquiteto e urbanista Campelo Costa, talento e nome fundamental nas artes visuais e nas soluções arquitetônicas do País. Nosso último encontro foi na abertura da Exposição 'Traços de um Percurso Artístico', em comemoração aos 50 anos da sua primeira Mostra Individual realizada em 1968. Para além da Mestre respeitado, Campelo era um amigo querido. Potência, alegria, boêmia, amizade, talento e rebeldia. Minha solidariedade aos familiares, alunos e amigos. Meu abraço especial ao professor Campelo Júnior e sua linhagem, orgulhos do Campelão, Mariana, Fred, Álgea, Anderson. Que tempo triste em que nos despedimos de quem a gente respeita e quer bem. Obrigado, Mestre Campelo! CAU - O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU) informa com pesar o falecimento nesta terça-feira (3 de maio de 2022), aos 83 anos, em Fortaleza, do arquiteto e urbanista Antônio...
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