Dia 31 de outubro é o famoso Halloween, ou Dia das Bruxas, onde crianças se vestem de fantasias horripilantes para assustar a vizinhança, recolher doces e pregar travessuras.
Coincidentemente (ou não), a mesma data aqui no Brasil representa o Dia da Poupança — essa ferramenta do mercado financeiro que tem o costume de assustar as pessoas com a baixa rentabilidade do seu suado dinheiro.
Você conhece a poupança, né? É um tipo de conta bancária cujo objetivo é guardar dinheiro e receber uma rentabilidade. A verdade é que ela é mais familiar a nós, brasileiros, que o próprio Halloween, uma tradição gringa, e por muitos anos foi sim uma boa alternativa pra guardar dinheiro, por falta de opção mesmo.
Esse investimento foi criado no século XIX com o objetivo de remunerar os depósitos em conta, sob a garantia do governo imperial.
Só que o tempo passa e as coisas se modernizam. Segundo o Banco Central, esse fantasma vai ficando para trás aos poucos. Em setembro de 2026, a poupança registrou retirada líquida de aproximadamente R$ 9,4 bilhões. No acumulado do ano até setembro, a saída líquida já soma cerca de R$ 66,4 bilhões.
Ainda assim, pouco mais de R$ 1 trilhão continua depositado na poupança, rendendo menos, inclusive, que alternativas até mais conservadoras, como o Tesouro Selic.
E quanto rende a poupança, afinal?
O rendimento da poupança está relacionado à Taxa Selic e à Taxa Referencial. O cálculo é o seguinte: sempre que a Taxa Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano, a correção da caderneta de poupança é equivalente a 70% desse valor, acrescido do valor da Taxa Referencial (TR). Quando a Selic for maior que 8,5% (o que é o caso atual, já que a Selic está em 13,75%, o rendimento da poupança será de 0,5% ao mês + TR.
Confira aqui nossa projeção para a Selic nos próximos meses.
Coincidentemente (ou não), a mesma data aqui no Brasil representa o Dia da Poupança — essa ferramenta do mercado financeiro que tem o costume de assustar as pessoas com a baixa rentabilidade do seu suado dinheiro.
Você conhece a poupança, né? É um tipo de conta bancária cujo objetivo é guardar dinheiro e receber uma rentabilidade. A verdade é que ela é mais familiar a nós, brasileiros, que o próprio Halloween, uma tradição gringa, e por muitos anos foi sim uma boa alternativa pra guardar dinheiro, por falta de opção mesmo.
Esse investimento foi criado no século XIX com o objetivo de remunerar os depósitos em conta, sob a garantia do governo imperial.
Só que o tempo passa e as coisas se modernizam. Segundo o Banco Central, esse fantasma vai ficando para trás aos poucos. Em setembro de 2026, a poupança registrou retirada líquida de aproximadamente R$ 9,4 bilhões. No acumulado do ano até setembro, a saída líquida já soma cerca de R$ 66,4 bilhões.
Ainda assim, pouco mais de R$ 1 trilhão continua depositado na poupança, rendendo menos, inclusive, que alternativas até mais conservadoras, como o Tesouro Selic.
E quanto rende a poupança, afinal?
O rendimento da poupança está relacionado à Taxa Selic e à Taxa Referencial. O cálculo é o seguinte: sempre que a Taxa Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano, a correção da caderneta de poupança é equivalente a 70% desse valor, acrescido do valor da Taxa Referencial (TR). Quando a Selic for maior que 8,5% (o que é o caso atual, já que a Selic está em 13,75%, o rendimento da poupança será de 0,5% ao mês + TR.
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