O Entreposto da Central de Abastecimento S.A (Ceasa) em Tianguá registrou uma acentuada oscilação de preços no acumulado mensal. No setor das Hortaliças, a maior queda foi no preço do Pepino, passando de R$ 0,32 para R$ 0,20 (-37,5%); seguido da Berinjela, de R$ 1,15 para R$ 0,77 (-33,04%); e do Brócolis (foto), vendido à R$ 2,00 (-20%). No setor das Frutas, os preços do Melão Japonês (-9,2%), da Uva Rubi (-9,09%) e do Limão Taiti (-8,33%) também retraíram os preços e são vendidos, respectivamente, por R$ 2,27, R$ 5,00 e R$ 2,20. Com preços em alta estão o Chuchu, de R$ 0,50 para R$ 1,20 o quilo (+140%); a Abóbora Jacarezinho (+66,7%) e as Abóboras Caboclo e Leite (+22,22%), sendo vendidas a R$ 2,20. “O preço do Chuchu registrou essa grande elevação porque os produtores deram uma recuada na colheita e o produto chega ao mercado em pequena escala e o preço com tendência de elevação”, explica o analista de mercado da Ceasa, Odálio Girão.
Os empresários de Bares e Restaurantes encerram 2025 com expectativas positivas para o início do próximo ano. Um levantamento da Abrasel mostra que 69% dos estabelecimentos esperam faturar mais no 1º trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025. Em relação ao último trimestre deste ano, 56% também projetam crescimento (foto Helena Lopes). A confiança do setor é sustentada principalmente pelo desempenho recente das empresas, impulsionado pelas confraternizações de fim de ano e pelo pagamento do 13º Salário para um número maior de trabalhadores, já que o país tem a menor taxa de desemprego dos anos recentes. Ainda segundo a Pesquisa, em novembro de 2025, 40% dos bares e restaurantes operaram com lucro e outros 40% registraram equilíbrio financeiro. Já o percentual de estabelecimentos no prejuízo ficou em 19%, pouco abaixo do observado no mês anterior. Outros 1% não existiam em novembro. Em relação a outubro, o faturamento também cresceu. De acordo com a pesquisa, 44% dos n...