O Tribunal da 3ª Vara do Júri de Fortaleza acolheu as teses defendidas pelo Ministério Público do Ceará e sentenciou, nessa segunda-feira (19/10), Lauro Jesse Marques de Souza e Renata Kelly da Silva Carmo por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima) de A.R.S. e pela tentativa de homicídio de A.R.N.B., em 28 de junho de 2023, na capital. Eles também foram condenados por integrar organização criminosa armada e cárcere privado mediante tortura, em julgamento que durou 14 horas.
Conforme a denúncia, o caso ocorreu nas proximidades da Arena Castelão, após uma partida entre Ceará e Avaí. As vítimas estavam em um grupo com outras três pessoas, entre elas um adolescente de 17 anos e uma menina de 13 anos, que era filha de A.R.S., vítima fatal do crime, e tinha o hábito de frequentar os jogos com o pai.
Segundo as investigações, os réus, na companhia de pelo menos outros 10 comparsas ainda não identificados, abordaram o grupo e os levou para um matagal, onde as vítimas foram submetidas a agressões físicas e verbais enquanto os criminosos questionavam de quais bairros elas eram. Em seguida, três vítimas, entre elas os dois adolescentes, foram levadas para um beco nas proximidades, onde permaneceram em cárcere privado até serem liberadas.
Já A.R.S. e A.R.N.B. foram colocados em um veículo com placa clonada e transportados pela Avenida Alberto Craveiro, no bairro Dias Macêdo, com o objetivo de serem executados em outro local. Durante a ação, uma das vítimas reagiu, entrou em luta corporal com os criminosos e conseguiu escapar do carro, mesmo após ser baleada na panturrilha. Ela correu até policiais militares que estavam na região e pediu socorro. A.R.S. foi assassinado a tiros dentro do veículo.
Renata foi presa em flagrante horas depois dos crimes, enquanto Lauro foi capturado duas semanas depois. Ele foi sentenciado a 38 anos, um mês e 15 dias de prisão, enquanto a acusada foi condenada a 34 anos, um mês e 15 dias de reclusão.
Conforme a denúncia, o caso ocorreu nas proximidades da Arena Castelão, após uma partida entre Ceará e Avaí. As vítimas estavam em um grupo com outras três pessoas, entre elas um adolescente de 17 anos e uma menina de 13 anos, que era filha de A.R.S., vítima fatal do crime, e tinha o hábito de frequentar os jogos com o pai.
Segundo as investigações, os réus, na companhia de pelo menos outros 10 comparsas ainda não identificados, abordaram o grupo e os levou para um matagal, onde as vítimas foram submetidas a agressões físicas e verbais enquanto os criminosos questionavam de quais bairros elas eram. Em seguida, três vítimas, entre elas os dois adolescentes, foram levadas para um beco nas proximidades, onde permaneceram em cárcere privado até serem liberadas.
Já A.R.S. e A.R.N.B. foram colocados em um veículo com placa clonada e transportados pela Avenida Alberto Craveiro, no bairro Dias Macêdo, com o objetivo de serem executados em outro local. Durante a ação, uma das vítimas reagiu, entrou em luta corporal com os criminosos e conseguiu escapar do carro, mesmo após ser baleada na panturrilha. Ela correu até policiais militares que estavam na região e pediu socorro. A.R.S. foi assassinado a tiros dentro do veículo.
Renata foi presa em flagrante horas depois dos crimes, enquanto Lauro foi capturado duas semanas depois. Ele foi sentenciado a 38 anos, um mês e 15 dias de prisão, enquanto a acusada foi condenada a 34 anos, um mês e 15 dias de reclusão.

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