Jornalista Suzana Mont1Alverne: Assumi um dos maiores desafios da minha trajetória profissional: coordenar a comunicação de uma campanha política para deputada federal. Mais do que lidar com prazos, decisões difíceis e a responsabilidade de conduzir uma equipe, precisei aprender a me enxergar em um lugar que, até então, eu não havia ocupado: o de liderança. Ao longo dessa caminhada, me perdi e me reencontrei inúmeras vezes. Acertei, errei, questionei minhas decisões e, sobretudo, aprendi. Foi um processo intenso, desafiador gratificante. Descobri que liderar também é desagradar. É compreender que nem sempre seremos incluídas nas conversas ou vistas apenas como colegas. Existe um distanciamento necessário entre quem coordena e quem é coordenado. E confesso que nem sempre soube estabelecer esses limites. Mas também descobri algo de que me orgulho: sou uma profissional que protege os seus. Coordenando me reconheci como alguém que busca ser escudo para a equipe. Que entende que parte da responsabilidade absorver pressões e fazer com que os desafios cheguem de maneira mais leve a quem está na execução. Aprendi que liderar não significa estar acima dos erros, mas ter maturidade para reconhecê-los, assumir responsabilidades e, quando necessário, pedir desculpas. Fui muitas vezes emocionada. Nem sempre consegui separar o pessoal do profissional. Mas também fui uma coordenadora que acolheu, defendeu, confiou e protegeu sua equipe. E gostei de me descobrir nesse lugar. Trabalhei com profissionais muito mais jovens do que eu e, em muitos momentos, emocionalmente mais maduros. Aprendi com cada um deles. Porque liderar também é reconhecer que não sabemos tudo. Saio dessa experiência feliz com o trabalho realizado, com os resultados alcançados, com os números que construímos e, principalmente, com o crescimento profissional e pessoal que a caminhada me proporcionou. Hoje, depois de tantos anos atuando na comunicação, posso dizer que conheço os dois lados: o de quem é liderado e o de quem lidera. E sigo acreditando na comunicação que sempre defendi: uma comunicação ética, responsável, humana e comprometida com a verdade. Uma comunicação que não precisa mentir, omitir fatos ou esconder fragilidades para valorizar aquilo que temos de melhor. Sigo aberta a novos desafios, seja colaborando, seja coordenando equipes e projetos. Com a mesma disposição para aprender, construir e fazer um bom trabalho".
Jornalista Suzana Mont1Alverne: Assumi um dos maiores desafios da minha trajetória profissional: coordenar a comunicação de uma campanha política para deputada federal. Mais do que lidar com prazos, decisões difíceis e a responsabilidade de conduzir uma equipe, precisei aprender a me enxergar em um lugar que, até então, eu não havia ocupado: o de liderança. Ao longo dessa caminhada, me perdi e me reencontrei inúmeras vezes. Acertei, errei, questionei minhas decisões e, sobretudo, aprendi. Foi um processo intenso, desafiador gratificante. Descobri que liderar também é desagradar. É compreender que nem sempre seremos incluídas nas conversas ou vistas apenas como colegas. Existe um distanciamento necessário entre quem coordena e quem é coordenado. E confesso que nem sempre soube estabelecer esses limites. Mas também descobri algo de que me orgulho: sou uma profissional que protege os seus. Coordenando me reconheci como alguém que busca ser escudo para a equipe. Que entende que parte da responsabilidade absorver pressões e fazer com que os desafios cheguem de maneira mais leve a quem está na execução. Aprendi que liderar não significa estar acima dos erros, mas ter maturidade para reconhecê-los, assumir responsabilidades e, quando necessário, pedir desculpas. Fui muitas vezes emocionada. Nem sempre consegui separar o pessoal do profissional. Mas também fui uma coordenadora que acolheu, defendeu, confiou e protegeu sua equipe. E gostei de me descobrir nesse lugar. Trabalhei com profissionais muito mais jovens do que eu e, em muitos momentos, emocionalmente mais maduros. Aprendi com cada um deles. Porque liderar também é reconhecer que não sabemos tudo. Saio dessa experiência feliz com o trabalho realizado, com os resultados alcançados, com os números que construímos e, principalmente, com o crescimento profissional e pessoal que a caminhada me proporcionou. Hoje, depois de tantos anos atuando na comunicação, posso dizer que conheço os dois lados: o de quem é liderado e o de quem lidera. E sigo acreditando na comunicação que sempre defendi: uma comunicação ética, responsável, humana e comprometida com a verdade. Uma comunicação que não precisa mentir, omitir fatos ou esconder fragilidades para valorizar aquilo que temos de melhor. Sigo aberta a novos desafios, seja colaborando, seja coordenando equipes e projetos. Com a mesma disposição para aprender, construir e fazer um bom trabalho".
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