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Obituário-jornalista Sônia Pinheiro


Morre a jornalista Sônia Maria Pinheiro (foto). 

Decana colunista social Sonia Pinheiro ultimamente escrevia para o jornal O Otimista. Sônia trabalhou na Rádio Iracema de Fortaleza; TV Verdes Mares; e nos jornais O Estado, Correio do Ceará, Tribuna do Ceará, O Povo e Diário do Nordeste.


Sonia Pinheiro marcou época no colunismo social cearense ao lado de Lúcio Brasileiro, Regina Marshall, José Rangel, José Augusto Lopes e Flávio Torres (todos falecidos). 

Sônia Pinheiro tinha uma elegência em escrever a Sociedade Cearense. Assinou os cadernos sociais People, de O Povo; o DN Gente, do Diário do Nordeste; e teve em sua coluna social diária uma cobertura também da Política e da Economia.

Sônia Pìnheiro estava com Pneunomia e morreu, na noite desta quinta-feira (15/10/2026), em Fortaleza, aos 75 anos. Nascida em Natal-RN, em 10/10/1951, Sônia Pinheiro formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC).


  • Sindjorce: O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce) lamenta o falecimento da jornalista Sônia Maria Pinheiro, ocorrido nesta quinta-feira (15). Com uma carreira iniciada em 1971, Sônia marcou o Jornalismo Cearense por sua atuação em importantes veículos de comunicação e por sua contribuição ao colunismo social. Ao longo de mais de cinco décadas de profissão, acompanhou gerações de personalidades e registrou acontecimentos da vida pública, cultural e social do Ceará, construindo uma relação próxima com seus leitores e personagens. Sônia iniciou sua trajetória profissional como repórter do jornal O Estado. Na Redação, passou por diferentes editorias, da área social à policial, entrevistou artistas e atletas e assinou uma página dominical em parceria com a jornalista Stela Crisóstomo. Posteriormente, trabalhou nos jornais Correio do Ceará e Tribuna do Ceará.  No Diário do Nordeste, criou o caderno DN-Gente. Mais tarde, tornou-se titular de uma coluna social diária no jornal O POVO e assinou páginas especiais da revista O POVO People Luxo, dedicada a temas como estilo de vida, arte, viagens e consumo. Em sua última etapa profissional, trabalhou no jornal O Otimista, onde assinava a coluna Tapis Rouge. Sua trajetória também foi reconhecida institucionalmente. Em 2016, recebeu o título de Cidadã de Fortaleza, concedido pela Câmara Municipal. Em 2022, foi agraciada com a Medalha da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. Filiada ao Sindjorce sob o nº 387, desde 21 de fevereiro de 1979, Sônia Pinheiro fez parte da categoria de jornalistas que contribuíram para construir a história da imprensa cearense. Seu trabalho no colunismo social deixa um legado de registros, encontros e histórias que atravessaram décadas e ajudaram a preservar a memória da sociedade cearense. O Sindjorce se solidariza com familiares, amigos, colegas e leitores de Sônia Pinheiro e reconhece seu legado para o colunismo social e o jornalismo cearense. 
  • ACI: A Associação Cearense de Imprensa (ACI), com profundo pesar, lamenta a morte da jornalista e colunista social Sônia Pinheiro. Sônia era referência em Colunismo Social no Estado, abordando fatos políticos e sociais, construindo um grande legado em jornais como O Povo e O Otimista. A ACI se solidariza a amigos e familiares da jornalista neste momento de dor e comoção".
  • Colunista social Iratuan Freitas: Fortaleza se despede da jornalista e colunista Sonia Pinheiro, a “flor da crônica” Após uma semana internada devido a complicações pulmonares, a querida jornalista e colunista social Sonia Pinheiro nos deixou na madrugada desta sexta-feira. Natural de Natal (RN), Soninha - como era carinhosamente chamada - veio para Fortaleza no início dos anos 1970 para cursar Jornalismo na Universidade Federal do Ceará (UFC) .Durante uma visita à sede do jornal O Estado para divulgar um curso de cinema do qual fazia parte da equipe de divulgação, ela e três amigas foram convidadas pelo então presidente do veículo, Venelouis Xavier Pereira, para estagiarem na redação.  Com o tempo, as amigas foram seguindo outros caminhos, mas Sonia permaneceu. Esse foi apenas o começo de uma carreira brilhante no jornalismo cearense! Ao longo dos anos, ela emprestou seu talento a diversos veículos, como Tribuna do Ceará, Diário do Nordeste, O Povo e, mais recentemente, o jornal O Otimista.  Sonia marcou época pela parceria marcante com os fotógrafos (especialmente com o querido João Batista) e, sobretudo, por sua escrita sedutora. Dominava o português com elegância e brincava com maestria ao incorporar expressões em inglês e francês em seus textos.  No entanto, o que mais encantava em Sonia era seu caráter, sua discrição, ética e retidão. A vaidade nunca lhe subiu à cabeça, mesmo em um meio como a coluna social, frequentemente marcado pela competição exacerbada e pela busca pelos holofotes . Sonia fez o caminho oposto: destacou-se pela essência e discrição. Parte agora a nossa “flor da crônica”, alcunha carinhosa dada por Lúcio Brasileiro àquela que surgia como a mais jovem cronista social da "loira desposada do sol".  Sonia deixa como legado seu exemplo e a memória inesquecível de sua voz suave, do coque nos cabelos pretos acompanhado da tímida franjinha e do lápis preto marcando o olhar. Au revoir, querida Sonia.Siga na luz!
  • Cerimonialista Híder Ponte: Sônia Pinheiro fazia parte da constelação social do Jornalismo Cearense. Foi fazer companhia aos monstros sagrados dos jornalistas cearenses. À família enlutada meu abraço de dor e o conforto espiritual a todos. Uma grande figura, a Sônia Pinheiro".
  • Divulgador Vevé Silva: Caramba Mestre. Lauriberto, hoje acordei um pouco tarde e só agora estou vendo as redes sociais. E começar com uma notícia desta é triste demais. Tive o privilégio de trabalhar com ela a partir de 1976 quando entrei na Rádio Iracema. Ela fazia parte do jornalismo da emissora e escrevia para o Grande Jornal Iracema. Depois, quando passou a escrever para os jornais, foi muito importante para o meu sucesso como divulgador artístico. Sempre colocava notinhas na sua coluna sobre a minha performance no meio artístico. Realmente fico triste com essa notícia. Mas com certeza nosso bom Deus já a recebeu de braços abertos na sua nova casa celestial. Saudades. Nossos pesames para os familiares e amigos da classe jornalística".
  • Ministro das Relações Institucionais, José Nobre Guimarães: Recebo com tristeza a notícia da morte de Sônia Pinheiro, colunista social, que dedicou grande parte de sua trajetória ao jornal O Povo, deixando sua marca na Comunicação Cearense. Sônia teve um papel importante no Jornalismo Social, registrando histórias, aproximando pessoas e acompanhando momentos marcantes da sociedade. Sua trajetória ajudou a construir parte da memória da Comunicação no Ceará. Por vezes, tivemos a oportunidade de debater sobre a política do Ceará e do Brasil, e guardo com carinho essas lembranças. Neste momento de despedida, deixo meus sentimentos aos familiares, amigos e a todos que conviveram com ela. Que sua história, seu trabalho e sua contribuição à comunicação permaneçam vivos na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la. Descanse em paz, Sônia Pinheiro.
  • Radialista Aláercio Luiz Ferreira Flor: Alaercio Luiz: Lia sua coluna e admirava muito seu trabalho na imprensa alencarina. Vai deixar uma saudade infinita de tanta alegria e espiritualidade, também de fazer da Comunicação fator de integrar para fortalecer mais a solidariedade entre todos por que gente é feita para brilhar e continua mesmo depois que parte fisicamente deste mundo...para os braços do Pai Eterno onde receberá justo galardão de ter feito o bom combate com fé e coragem. RIP grande mulher, brilhante jornalista".
  • Repórter e educador Paiva Filho: S + A + U + D + A + D + E + S +++BRILHANTE + DIVINA MESTRA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL + SERENAMENTE ACOLHEDORA +++SÔNIA PINHEIRO +++SIM . ENTRE OS ANOS 1970 E 1980 , QUANDO DO GIGANTE CRESCIMENTO DAS ATIVIDADES DO JOCKEY CLUB CEARENSE - ADMINISTRAÇÃO DE ERNANI BARREIRA PORTO COMEÇAVA MEU EXERCÍCIO DE ASSESSOR DE IMPRENSA ALI , ENTÃO NASCIA MINHA PRESENÇA JUNTO AO TALENTO E BONDADE DA VENERADA JORNALISTA SÔNIA PINHEIRO , COM MATÉRIAS TURFÍSTICAS , SHOWS E PRESENÇAS ILUSTRES , EXEMPLO : JORGE BEM , MARIZA URBAN +++MINHA SERENA SAUDADE E GRATIDÃO JUNTO A VÓS +++SONIA PINHEIRO + LEGADO DE AMOR +++
  • Jornalista Eliomar de Lima: Vítima de Pneumonia, morreu, nessa noite de quinta-feira, em Fortaleza, a jornalista Sônia Pinheiro. Sônia era colunista social de um texto único, que mesclava um português nada coloquial com o francês ou expressões espanholas ousadas. Fazia um tipo de colunismo que se reinventou, aproximando o mundo do poder e o mundo das amenidades, casando informação e entretenimento e dando furos no cenário da  política cearense.Cobertura política local Trabalhou por décadas no jornal O POVO e, recentemente, atuava no jornal O Otimista. O velório já acontece nesta sexta-feira, no Jardim Metropolitano, onde ocorrerá o sepultamento às 10h30. DETALHE – Quando estava no O POVO, ocupavamos a coluna nas férias de Soninha. Dela, recebia elogios por conseguir quase imitar o seu estilo na escrita. Và com Deus!
  • Jornalista Macario Batista: Sobe a Deus o carinho em pessoa. Nós ficamos com as saudades".
  • Colunista social Salete Araújo: O Jornalismo Cearense se despede de Sônia Pinheiro. O meio jornalístico do Ceará se despede, nesta sexta-feira, da querida jornalista Sônia Pinheiro, que partiu na noite de ontem, deixando uma lacuna imensa no jornalismo cearense e no coração de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela e acompanhar seu magnífico trabalho. Dona de uma trajetória brilhante, Sônia também será lembrada pela generosidade, pela delicadeza e pelo coração imenso. Uma profissional admirada e uma pessoa muito querida, cuja presença e legado permanecerão vivos na memória de amigos, colegas e leitores. Última homenagem: o velório acontece no Jardim Metropolitano, com missa às 10 horas, seguida do sepultamento, às 10h30. O Salete em Sociedade se solidariza com familiares e amigos, deixando seu carinho, reconhecimento e gratidão por tudo o que Sônia Pinheiro representou para o jornalismo e para a sociedade cearense".
  • Jornalista Donizete Arruda: IMPRENSA CEARENSE DE LUTO! MAIOR COLUNISTA SOCIAL DO CEARÁ, SONIA PINHEIRO, PARTIU NA NOITE DESTA QUINTA,15. A MORTE REPENTINA DE SONINHA DEIXA UMA GRANDE LACUNA NO JORNALISMO DO CEARÁ. O velório está acontecendo no Jardim Metropolitano, a partir das 10horas. E o enterro será às 10h30. Saudade Soninha, e obrigado por tudo de bom que você fez por mim na vida".
  • Jornalista Ednna Pontes: Grande perda. Lembro da Sônia no auge da fama e do poder. Super sintonizada com a informação, muito influente e querida pela sociedade cearense. Que Deus a receba em sua gloria eterna. Uma geração de bons colunistas que estão indo embora. Que Deus a receba em sua gloria".
  • Radialista Cláudio Teran: A MORTE DE UM TEMPO-Sônia Pinheiro foi bem maior que as notas  genéricas postadas por aí. E símbolo forte de uma era que, sem o seu carisma, encerra. Havia um mistério nela que eu captava. As poucas fotos dela no Google explicam uma  curiosidade: a colunista era reservadissima. Talvez nem seja a palavra adequada. Penso que "isolamento" combina mais. Soninha se destacou por divulgar os outros, mas ela - e  sua vida privada, era do acesso de poucos. Quando Sônia começou (1971) havia um processo de feminilização do colunismo, e ela foi uma das pioneiras no Ceará. Escrevia misturando o português com o que sempre deu liga no deslumbre, aquela coisa de palavras em francês e espanhol. Sim, Sônia cobria festas, frivolidades e as amenidades dos endinheirados, dos que se achavam ricos, mas também era atenta aos bastidores do poder e da política. Fez amizades neste meio, e daí vieram os múltiplos furos políticos. Fossem devidamente compilados resultariam em um bom livro. O auge dela no O Povo e no DN rendiam cadernos imensos, longos, cheios de páginas e fotos dos colunáveis nas domingueiras. O mundo era mais estático e tinha um charme extra. Incluídos esperavam até de certa maneira com sofreguidão se sua foto ia sair. E os excluidos folheavam para ver e saber quem estava ostentando o quê. Enquanto isso, a Sônia Pinheiro que dava o "starlight" a essa galera, não era de se expor  e nem de exibir-se publicamente. Parece até  contraditório, mas, pensando bem, esse foi provavelmente seu maior acerto na vida. E uma grandeza, pois ela se banhava na luz de outros holofotes. O que fica então? A saudade dela e de um tempo que fecha. Um trecho da canção dos Beatles, 'Yes It Is'  "Demais" na versão da verônica Sabino diz e traduz: "foi um tempo que passou, que te trouxe e te levou". Goodbye Soninha...  FOTO Sônia em seu melhor estilo".
  • Jornalista Guto Benevides: Tive a alegria de recebê-la no jornal 'O Estado' para o primeiro estágio, no início da faculdade. Ela e Stela Crisóstomo. Ficamos muito próximos, existia muito carinho entre nós. Ela tinha um mundo, que fazia questão, que fosse apenas dela. Como a 'Terra do Nunca' do Peter Pan onde não se perdia a alegria e nem deixava de ser criança. Meu bem querer era grande. Dona Iracema, sua mãe um dia me disse: “Cuide de Sônia!”. E cuidei até enquanto foi possível. Saudade muito grande da Soninha!!
  • carolcomunicacao_O Jornalismo Cearense se despede de Sônia Pinheiro, jornalista e colunista, que foi referência na comunicação e deixou sua marca na história da imprensa do nosso estado. Com uma trajetória marcada pela elegância, credibilidade e sensibilidade, Sônia construiu um legado que permanecerá vivo na memória de colegas, leitores e de todos que acompanharam seu trabalho. A Carol Comunicação manifesta seu profundo pesar e solidariedade aos familiares, amigos e admiradores neste momento de dor. Seu legado e sua contribuição ao jornalismo cearense jamais serão esquecidos. 🕊️Kisses, Kisses! 💋
  • clovisholandajornalista: O céu prometido hoje ganhou uma presença de inteligência, charme, estilo, autenticidade, sensibilidade, visão. Sônia Pinheiro era diferente de tudo e de todos. Desenhou um vocabulário só para ela e seus leitores fiéis, no que me incluo, conseguindo falar o queria, para o bem e algumas vezes em tom de crítica, numa elegância inimitável. Fui seu leitor desde a adolescência, na maioria das vezes sem saber quem eram os personagens, mas aquele jogo de palavras era magnético demais para deixar de ler. Jamais imaginei, quando decidi ser jornalista, que um dia seria seu colega de métier, função na qual, até hoje, me vejo como outsider, um voyeur vagando entre tantos universos, mas daí me lembro de Soninha, que conseguia ter uma visão do micro, do macro, do topo e da base da pirâmide, tudo interconectado, mesmo tendo se resguardado em casa por décadas após anos de muita badalação “and Dancin’ Days”. Hoje no paraíso, os habitantes do além terão “salgados volantes”, “beaucoup de beleza e charme”, “guapos e guapas”, “bonitóns”, “”préféré”, numa “ressignificação do dream” que só ela consegue fazer. Amiga querida, meu coração está apertado com essa despedida no plano carnal, mas sua energia fica em cada roda, cada biribinha, cada jantar, cada pista na qual existir a vontade de ver e viver intensamente, se possível, com um “scotch rodando pródigo” entre “convescotes”. “Kisses”, “kisses”. Você sempre será uma amiga e uma inspiração".
  • Jornalista Beto Almeida: Recebi com profunda tristeza a notícia da morte da jornalista Sônia Pinheiro, minha amiga querida. Tive o privilégio de conhecê-la de perto e de acompanhar a inteligência, a personalidade e a paixão com que ela exerceu o jornalismo.Sônia tinha um estilo só dela. Colunista social de texto elegante e inconfundível, aproximava o mundo do poder das amenidades, unindo informação e entretenimento. Também conhecia profundamente a política cearense e, com seu olhar atento, muitas vezes antecipava os fatos.Sua trajetória pelo Diário do Nordeste, por décadas no jornal O POVO e, mais recentemente, em O Otimista deixa uma marca importante na imprensa do Ceará. Mas, para mim, fica também a lembrança da amiga: uma mulher marcante, inteligente e cheia de vida.Neste momento de dor, deixo meu abraço solidário à família, aos amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com Sônia. Que Deus conforte seus corações e acolha minha querida amiga".
  • Jornalista Pompeu Vasconcelos: Com carreira iniciada em 1971, jornalista percorreu redações e colunas do Ceará. No O Otimista, assinava a Tapis Rouge e acompanhava personagens queridos da sociedade cearense. A jornalista Sônia Pinheiro morreu nesta sexta-feira (16). Ao longo de mais de cinco décadas, acompanhou a vida social, cultural e política do Ceará com a curiosidade de repórter e a proximidade de quem conhecia seus personagens pelo nome, pelos gestos e pelas histórias que se repetiam nos encontros da cidade. Sônia começou no jornalismo em 1971, ainda no primeiro ano da faculdade, como repórter de O Estado. Na redação, passou por diferentes coberturas, da área social à policial, entrevistou artistas e atletas e assinou uma página dominical em parceria com Stela Crisóstomo. Depois, trabalhou no Correio do Ceará e na Tribuna do Ceará. No Diário do Nordeste, criou o caderno DN-Gente. Mais tarde, tornou-se titular de uma coluna social diária no O POVO e assinou páginas especiais da revista O POVO People Luxo, dedicada a temas como estilo de vida, arte, viagens e consumo. Sua última etapa profissional foi no O Otimista, onde assinava a coluna Tapis Rouge. Entre os personagens mais queridos de suas páginas estavam Tasso Jereissati, Esmerino Arruda e Mano Alencar. Mais que nomes conhecidos da política e da vida pública, eles faziam parte do círculo de figuras que Sônia acompanhou de perto, com intimidade, afeto e atenção aos detalhes. A trajetória de Sônia também recebeu reconhecimento institucional. Em 2016, a Câmara Municipal concedeu-lhe o título de Cidadã de Fortaleza. Em 2022, ela recebeu a Medalha da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. Em suas colunas, encontros, conversas e personagens ajudaram a formar um retrato cotidiano do Ceará. É também por esse arquivo de afetos e histórias — tecido ao longo de diferentes redações e gerações de leitores — que Sônia Pinheiro permanece na memória do Jornalismo Cearense".
  • Jornalista Gilson Barbosa: A notícia me "pegou" com grande e triste surpresa, Lauriberto Carneiro Braga ! Não convivi muito de perto com a Sônia Pinheiro, mas tenho lembranças dela no Diário do Nordeste, onde fomos contemporâneos. Lamento muito o fato e rogo a Deus para que a receba na Eternidade, após cumprir sua missão no plano terreno. E que a família seja confirmada e consolada diante da difícil perda! Meu abraço solidário a todos(as) os(as) que sofrem diante deste triste fato".
  • Jornalista Rita Oliveira: Sempre seremos tocados pelo sentimento de tristeza, quando uma pessoa nos deixa para atender ao chamado do nosso Pai Celestial. Principalmente, quando tivemos a satisfação de conhecer de perto e o privilégio de conviver com ela. Em 1976, com a inclusão do Jornal Hoje na grade noticiosa da TV Verdes Mares, a parte local foi apresentada por lrazer Gadelha e por mim. Foi nessa ocasião, que contamos com prestimosa participação da competente jornalista Sônia Pinheiro. Sempre serena, afável, domínio pleno das suas informações e muito ética. Guardo com carinho essas lembranças de uma pessoa que se notabilizou pelos seus valores reais. Meus sentimentos de pesar".
  • Jornalista Paulo Verlaine: Sônia sempre foi muito querida nas redações em que esteve: O Estado, Tribuna do Ceará, Diário do Nordeste e O Povo. Quem a conhecia de perto via logo, que ela nada tinha a ver com o perfil de socialite. Tratava bem a todos/as, principalmente secretários/as, contínuos e motoristas. Ela havia dado outra forma ao colunismo, que exercia: não era apenas coluna social, destacava a notícia acima de tudo. Sua coluna vez por outra dava informações exclusivas. Viva Sonia Pinheiro!
  • Jornalista Antonio José: Lamento, profundamente, a partida, para outra dimensão, da jornalista e ex-colega, na Faculdade de Comunicação Social, da UFC. Pêsames à família enlutada. Que Deus a proteja na eternidade!
  • Fotojornalista Bia Medeiros: Estou profundamente triste com essa notícia! A Sonia Pinheiro foi uma das almas mais generosas, que eu conheci e me ajudou muito na minha carreira de fotógrafa. Meus sinceros sentimentos aos familiares e amigos que ela tanto cativou".
  • Jornalista Adriano de Lavor: Ainda sob o impacto da partida da jornalista e colunista Sonia Pinheiro, ontem. Sonia me deu uma importante oportunidade profissional em um momento delicado de minha vida pessoal, quando me convidou para editar o caderno People.Foram anos virando dias e madrugadas na Avenida Aguanambi, 282, para que a gente tivesse no domingo um caderno diverso e interessante para os leitores. Foi graças a ela que assinei minha primeira coluna e adquiri experiência e segurança para ser editor. Foi graças a ela que ousei levantar novos voos que me trouxeram até aqui. Sou muito grato pelas oportunidades e sobretudo pela amizade que criei com ela e a partir dela. Rogo que todos aqueles que ela divulgou, projetou e ajudou sigam reverenciando a memória da grande mulher que foi e da profissional única que será sempre um marco no jornalismo cearense. Descanse em paz, minha amiga querida".





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