O Outubro Rosa nasceu como um movimento dedicado ao câncer de mama, mas tem se tornado um ponto de partida para discutir a saúde da mulher de forma mais ampla. E, nesse contexto, a saúde óssea merece destaque: é uma das áreas em que as mulheres são mais impactadas, especialmente após a menopausa, quando a perda de massa óssea acelera e o risco de fraturas aumenta.
A Osteoporose atinge cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil, e as mulheres são o grupo mais afetado: segundo o Ministério da Saúde, para cada homem com a doença, três mulheres apresentam o diagnóstico. Em números mais específicos, a International Osteoporosis Foundation (IOF) estima que, mundialmente, uma em cada três mulheres com 50 anos ou mais sofrerá uma fratura por fragilidade óssea ao longo da vida.
O problema é que a Osteoporose costuma ser silenciosa: muitos casos só são descobertos depois que a fratura acontece, muitas vezes em locais críticos como coluna, punho e quadril.
- A prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais para evitar dores, limitações e perda de autonomia. O movimento de conscientização em outubro cria um momento de abertura para a mulher também avaliar a saúde dos ossos, músculos e articulações. Isso significa ficar atenta a sinais como perda de altura, postura curvada, dores nas costas ou fraturas após quedas simples, e buscar avaliação médica se houver histórico familiar de osteoporose ou fraturas”, orienta o ortopedista Rafael Leitão, Presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia - Regional Ceará (SBOT-CE).
Sinais de alerta
É hora de marcar uma consulta com médico especialista (reumatologista, ortopedista ou endocrinologista) quando a mulher nota perda de altura, postura curvada, dores persistentes nas costas ou em outras regiões ósseas, ou quando sofre fraturas após quedas de baixa energia. Também merecem atenção imediata quedas ou traumas seguidos de dor intensa, dificuldade para apoiar o pé no chão, mancar de forma repentina, e qualquer dor que desperte a mulher à noite ou a impeça de dormir. Mulheres com histórico familiar de osteoporose ou fraturas, que já perderam altura, têm postura curvada ou fazem uso prolongado de corticoides devem procurar avaliação mesmo com sintomas leves, pois podem estar no grupo de maior risco para fraturas graves.
Prevenção é possível
A boa notícia é que grande parte dos problemas ósseos relacionados à osteoporose e ao envelhecimento pode ser prevenida ou adiada com acompanhamento adequado. O Outubro Rosa serve como lembrete de que cuidar dos ossos não é só “coisa de idoso”: é parte do autocuidado feminino, especialmente após a menopausa, quando a proteção hormonal dos ossos diminui. Incorporar avaliação óssea à rotina de prevenção é um passo simples, mas que pode evitar fraturas, cirurgias e perda de autonomia no futuro.
Cuidados práticos para fortalecer os ossos:
. Pratique atividades físicas regulares que combinem fortalecimento muscular, equilíbrio e impacto moderado, como caminhada, musculação, pilates e exercícios orientados por profissional.
. Garanta ingestão adequada de cálcio (leite e derivados, vegetais verde-escuros, sardinha) e vitamina D (exposição solar segura, suplementação quando indicada).
. Evite o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, que aceleram a perda óssea.
. Mantenha o peso corporal em faixa saudável: tanto o excesso quanto a magreza extrema prejudicam a saúde dos ossos.
. Faça avaliação médica periódica, incluindo densitometria óssea quando recomendada, e siga as orientações do reumatologista, ortopedista ou endocrinologista.
. Adapte a casa para prevenir quedas: retire tapetes soltos, instale barras de apoio no banheiro, melhore a iluminação e use calçados antiderrapantes.
Sinais de alerta
É hora de marcar uma consulta com médico especialista (reumatologista, ortopedista ou endocrinologista) quando a mulher nota perda de altura, postura curvada, dores persistentes nas costas ou em outras regiões ósseas, ou quando sofre fraturas após quedas de baixa energia. Também merecem atenção imediata quedas ou traumas seguidos de dor intensa, dificuldade para apoiar o pé no chão, mancar de forma repentina, e qualquer dor que desperte a mulher à noite ou a impeça de dormir. Mulheres com histórico familiar de osteoporose ou fraturas, que já perderam altura, têm postura curvada ou fazem uso prolongado de corticoides devem procurar avaliação mesmo com sintomas leves, pois podem estar no grupo de maior risco para fraturas graves.
Prevenção é possível
A boa notícia é que grande parte dos problemas ósseos relacionados à osteoporose e ao envelhecimento pode ser prevenida ou adiada com acompanhamento adequado. O Outubro Rosa serve como lembrete de que cuidar dos ossos não é só “coisa de idoso”: é parte do autocuidado feminino, especialmente após a menopausa, quando a proteção hormonal dos ossos diminui. Incorporar avaliação óssea à rotina de prevenção é um passo simples, mas que pode evitar fraturas, cirurgias e perda de autonomia no futuro.
Cuidados práticos para fortalecer os ossos:
. Pratique atividades físicas regulares que combinem fortalecimento muscular, equilíbrio e impacto moderado, como caminhada, musculação, pilates e exercícios orientados por profissional.
. Garanta ingestão adequada de cálcio (leite e derivados, vegetais verde-escuros, sardinha) e vitamina D (exposição solar segura, suplementação quando indicada).
. Evite o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, que aceleram a perda óssea.
. Mantenha o peso corporal em faixa saudável: tanto o excesso quanto a magreza extrema prejudicam a saúde dos ossos.
. Faça avaliação médica periódica, incluindo densitometria óssea quando recomendada, e siga as orientações do reumatologista, ortopedista ou endocrinologista.
. Adapte a casa para prevenir quedas: retire tapetes soltos, instale barras de apoio no banheiro, melhore a iluminação e use calçados antiderrapantes.

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