A Praça da Justiça (Fórum), em Trairi, ficou mais uma vez lotada para receber a programação do Festival de Dança do Litoral Oeste, ontem (sábado,11). A noite foi marcada pela estreia nacional do espetáculo Borda Infinita, da ExperimentandoNUS Cia de Dança, de Salvador/BA. Assim como o Festival, o grupo comemora uma década de existência e produção em dança.
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| Foto: Divulgação |
Inah Irenam, integrante da ExperimentandoNUS Cia de Dança, acredita que é um momento muito especial para ambos. "Está sendo bem emocionante estar aqui porque notamos que a realidade da dança daqui do Ceará é muito similar com a realidade da dança lá de Salvador. A gente se sente muito agradecido, muito confortável, além de perceber que a gente tem parceiros para continuar, são muitas coisas para se comemorar", expressa.
Além da atração nacional, a programação ainda contou com apresentação do espetáculo Pertenço, do Itinerário Formativo de Dança, da Escola de Artes de Sobral. A obra conta com direção coreográfica de Rubens Lopes (Fortaleza) e direção dramatúrgica de Gerson Moreno, diretor do Balé Baião, de Itapipoca.
A capital cearense também esteve presente no Festival com duas atrações. A primeira foi A Rua eh Noiz, da Cia de Dança Katiana Pena, que traduz a periferia em cena, mostrando a gente guerreira dos bairros e favelas sob os refletores da luz do sol e da luz da lua, que iluminam a luta diária e rotineira desse povo forte.
"Ficamos muito felizes e gratos, porque era um sonho participar do Festival de Dança do Litoral Oeste. Hoje podemos trazer um pouquinho do nosso trabalho para a décima edição. É isso que a gente sabe fazer de melhor, a arte transforma", enfatiza Katiana Pena.
O último espetáculo de dança apresentado foi Soluto, da Cia de Dança Ritmo Soul’to, que aborda uma pesquisa desenvolvida onde o principal fio da meada é o café e sua história antropológica, e aborda também a relação entre a química e o cotidiano, fazendo uma metáfora a partir do ingerir.
O encerramento ficou por conta do show dos Tambores Afro Baião, de Itapipoca, que animou todos que estavam presentes na praça.
O 10° Festival de Dança do Litoral Oeste é uma realização da AARTI - Associação de Artes Cênicas de Itapipoca (proponente), Associação Dança Arte e Ação e Associação de Dança Arreios de Trairi, em parceria com a Quitanda das Artes.
Além da atração nacional, a programação ainda contou com apresentação do espetáculo Pertenço, do Itinerário Formativo de Dança, da Escola de Artes de Sobral. A obra conta com direção coreográfica de Rubens Lopes (Fortaleza) e direção dramatúrgica de Gerson Moreno, diretor do Balé Baião, de Itapipoca.
A capital cearense também esteve presente no Festival com duas atrações. A primeira foi A Rua eh Noiz, da Cia de Dança Katiana Pena, que traduz a periferia em cena, mostrando a gente guerreira dos bairros e favelas sob os refletores da luz do sol e da luz da lua, que iluminam a luta diária e rotineira desse povo forte.
"Ficamos muito felizes e gratos, porque era um sonho participar do Festival de Dança do Litoral Oeste. Hoje podemos trazer um pouquinho do nosso trabalho para a décima edição. É isso que a gente sabe fazer de melhor, a arte transforma", enfatiza Katiana Pena.
O último espetáculo de dança apresentado foi Soluto, da Cia de Dança Ritmo Soul’to, que aborda uma pesquisa desenvolvida onde o principal fio da meada é o café e sua história antropológica, e aborda também a relação entre a química e o cotidiano, fazendo uma metáfora a partir do ingerir.
O encerramento ficou por conta do show dos Tambores Afro Baião, de Itapipoca, que animou todos que estavam presentes na praça.
O 10° Festival de Dança do Litoral Oeste é uma realização da AARTI - Associação de Artes Cênicas de Itapipoca (proponente), Associação Dança Arte e Ação e Associação de Dança Arreios de Trairi, em parceria com a Quitanda das Artes.
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