Pular para o conteúdo principal



Vacinação contra Febre Aftosa acontece até 31 de maio

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Ceará (CRMV-CE) informa que acontece durante todo mês de maio a Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa. 

A atividade faz parte do Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e tem como prioridade a etapa bovinos e búfalos de todas as idades, na primeira fase.

- A vacinação contra a aftosa tem objetivo principal criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de País Livre da Febre Aftosa e ampliação das zonas livres de Febre Aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios aos atores envolvidos e à sociedade brasileira”, declarou Atualpa Soares, Presidente do CRVM-CE.

A Febre aftosa afeta enormemente o comércio interno e externo de animais e seus produtos. Devido ao alto poder de difusão do vírus e aos impactos econômicos provocados pela doença, os países estabelecem fortes barreiras à entrada de animais susceptíveis e seus produtos oriundos de regiões com ocorrência da doença.

O Ceará faz parte do bloco III do Plano Estratégico, junto com os estados de Alagoas, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. Faz 24 anos que não há registro de Febre Aftosa no Ceará, sendo o último caso ocorrido no dia 11 de abril de 1997, na cidade de Porteiras, localizado na Região Sul do Estado.

Atualmente, apenas o estado de Santa Catarina é considerado, internacionalmente, zona livre de Febre Aftosa sem vacinação. A perspectiva é de que até o ano de 2026, o país obtenha esse reconhecimento.

No ano de 2020. Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, regiões do sul do Amazonas e do noroeste do Mato Grosso foram reconhecidas pelo MAPA como livres de Febre Aftosa sem vacinação.

A expectativa da vacinação é imunizar 170 milhões de animais em 21 estados. De acordo com o Mapa, as vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2 °C e 8 °C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda, com agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal.

O produtor deve informar a vacinação, após a aplicação, ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado, o que pode ser feito de forma online ou presencialmente, nos postos designados pelo Serviço Veterinário Estadual.








Comentários


Comentários

Para comentários públicos, favor utilizar campo ao final da notícia, logo acima da publicidade.

Notícias mais acessadas do mês