Jornalista Gilson Barbosa: Foi difícil! Aliás, nunca é fácil para o Ceará. Porém, a obstinação desse elenco de jogadores em busca do objetivo - retornar à primeira divisão do futebol brasileiro em 2025 - falou mais alto, sob o comando de Léo Condé, técnico que repetiu seu feito de fazer subir uma equipe da série B para a A este ano, já que, em 2023, havia alcançado a mesma meta com o Vitória (BA). Na reta final, a equipe, que "patinou" em boa parte da competição, perdendo pontos até mesmo para adversários que não saíram da parte de baixo da tabela, transformou-se. Cada jogo tornou-se uma "final" e a necessidade de vencer para alcançar a meta ansiada era a urgência constante. Com muitos problemas, enfrentando limitações entre um jogo e outro, mas sempre com a união de seus jogadores e o pulso firme de Léo Condé, o Vozão chegou lá. A última partida, contra um Guarani de Campinas já rebaixado, mas que se fechou completamente na defesa, onde ficou praticamente durante a maior parte do jogo, foi angustiante para todos os torcedores alvinegros. Apesar das tentativas de Erick Pulga, Aylon e Lucas Ryan, entre outros, de chegar ao gol, uma "floresta" de pernas sempre se apresentava para barrar o avanço da bola ou para uma marcação cerrada contra Erick Pulga, jovem talento alvinegro e artilheiro da Série B, com 13 gols marcados. Foi difícil até o último minuto. No final, num jogo complicado, onde a equipe de fato não jogou com a mesma performance das rodadas imediatamente anteriores, chegamos a um empate em 0x0. E, graças ao resultado do Goiás contra o Novorizontino (SP), quando a equipe goiana venceu por 1x0, o Ceará continuou no G4 e alcançou, enfim, seu objetivo mais importante do ano. Não venceu a última partida, como todos esperávamos e queríamos. Porém, o mais importante foi retornar à divisão de elite do futebol brasileiro. Conquista legítima, árdua, incontestável, de uma equipe que chegou aos 64 pontos, vencendo 19 jogos, empatando 7 e sendo derrotada em 12, com o melhor ataque da competição (59 gols), o artilheiro (Erick Pulga, 13 gols), o vice-artilheiro (Saulo Mineiro, dividindo a vice-artilharia com Caio Dantas, do Guarani(SP), ambos com 11 gols), a maior média de público (19.719 torcedores por partida, bem longe do Sport (PE), segundo colocado, com 15.339 torcedores por partida), alguns dos maiores públicos da Série B (como os jogos contra o Operário(PR), 47.123 torcedores; e o Brusque (SC), 45.184 torcedores, entre outros), além do recorde absoluto e histórico de público no Castelão, de 63.908 torcedores, no jogo contra o América (MG), seu último jogo do ano em Fortaleza. A torcida, sempre fiel, incentivou a equipe até o último minuto dessa luta, sofrendo e se emocionando até o último instante. Agora, conquistada a meta tão sonhada, o Ceará precisa preparar-se adequadamente para 2025 e as diversas competições das quais participará. A torcida sonha também com a superação dos sérios e antigos problemas administrativos que a equipe enfrenta, por uma reformulação e profissionalização de seu comando administrativo, pela participação direta dos sócios-torcedores nas decisões do clube e por importantes e novas conquistas nos anos que virão. Tenho orgulho de ser Ceará! Valeu, Vozão!!!
Jornalista Gilson Barbosa: Foi difícil! Aliás, nunca é fácil para o Ceará. Porém, a obstinação desse elenco de jogadores em busca do objetivo - retornar à primeira divisão do futebol brasileiro em 2025 - falou mais alto, sob o comando de Léo Condé, técnico que repetiu seu feito de fazer subir uma equipe da série B para a A este ano, já que, em 2023, havia alcançado a mesma meta com o Vitória (BA). Na reta final, a equipe, que "patinou" em boa parte da competição, perdendo pontos até mesmo para adversários que não saíram da parte de baixo da tabela, transformou-se. Cada jogo tornou-se uma "final" e a necessidade de vencer para alcançar a meta ansiada era a urgência constante. Com muitos problemas, enfrentando limitações entre um jogo e outro, mas sempre com a união de seus jogadores e o pulso firme de Léo Condé, o Vozão chegou lá. A última partida, contra um Guarani de Campinas já rebaixado, mas que se fechou completamente na defesa, onde ficou praticamente durante a maior parte do jogo, foi angustiante para todos os torcedores alvinegros. Apesar das tentativas de Erick Pulga, Aylon e Lucas Ryan, entre outros, de chegar ao gol, uma "floresta" de pernas sempre se apresentava para barrar o avanço da bola ou para uma marcação cerrada contra Erick Pulga, jovem talento alvinegro e artilheiro da Série B, com 13 gols marcados. Foi difícil até o último minuto. No final, num jogo complicado, onde a equipe de fato não jogou com a mesma performance das rodadas imediatamente anteriores, chegamos a um empate em 0x0. E, graças ao resultado do Goiás contra o Novorizontino (SP), quando a equipe goiana venceu por 1x0, o Ceará continuou no G4 e alcançou, enfim, seu objetivo mais importante do ano. Não venceu a última partida, como todos esperávamos e queríamos. Porém, o mais importante foi retornar à divisão de elite do futebol brasileiro. Conquista legítima, árdua, incontestável, de uma equipe que chegou aos 64 pontos, vencendo 19 jogos, empatando 7 e sendo derrotada em 12, com o melhor ataque da competição (59 gols), o artilheiro (Erick Pulga, 13 gols), o vice-artilheiro (Saulo Mineiro, dividindo a vice-artilharia com Caio Dantas, do Guarani(SP), ambos com 11 gols), a maior média de público (19.719 torcedores por partida, bem longe do Sport (PE), segundo colocado, com 15.339 torcedores por partida), alguns dos maiores públicos da Série B (como os jogos contra o Operário(PR), 47.123 torcedores; e o Brusque (SC), 45.184 torcedores, entre outros), além do recorde absoluto e histórico de público no Castelão, de 63.908 torcedores, no jogo contra o América (MG), seu último jogo do ano em Fortaleza. A torcida, sempre fiel, incentivou a equipe até o último minuto dessa luta, sofrendo e se emocionando até o último instante. Agora, conquistada a meta tão sonhada, o Ceará precisa preparar-se adequadamente para 2025 e as diversas competições das quais participará. A torcida sonha também com a superação dos sérios e antigos problemas administrativos que a equipe enfrenta, por uma reformulação e profissionalização de seu comando administrativo, pela participação direta dos sócios-torcedores nas decisões do clube e por importantes e novas conquistas nos anos que virão. Tenho orgulho de ser Ceará! Valeu, Vozão!!!

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