A crise política administrativa do Haiti aumenta com o assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, de da 1ª Dama, Martine Moïse , nesta quarta-feira (7 de julho) por um grupo armado, que invadiu a casa do casal, na capital Porto Príncipe, nas primeiras horas da manhã. Moïse, de 53 anos, governava por decreto há mais de um ano, depois que o país não conseguiu realizar eleições, numa crise que levou à dissolução do Parlamento. Não está claro quem está no poder no País atualmente. O primeiro-ministro interino, Claude Joseph, garantiu que "a situação de segurança no país está sob controle" e condenou o assassinato, que descreveu como "um ato de barbárie". Didier le Bret, ex-embaixador francês no Haiti, disse à Rádio France 24 que a situação política no Haiti, já volátil, ameaça sair totalmente de controle. Um novo primeiro-ministro, Ariel Henry, deveria ter tomado posse nesta quarta-feira. Segundo o diplomata, como isso não aconteceu, não está claro quem está d...