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Patrimônio Histórico e Cultural para Queijo Coalho do Vale Jaguaribano


O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (Faec), Amílcar Silveira, formalizou solicitação ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para que reconheça, o Modo de Fabricação Tradicional do Queijo Coalho do Vale do Jaguaribe, como Patrimônio Histórico e Cultural do Brasil.


O Documento foi entregue, ao superintendente do Iphan-Ceará, Cândido Henrique Aguiar. A expectativa é de que o Processo de Reconhecimento dure de um a três anos.

- O Queijo Coalho, produto Tipicamente Nordestino, já é consumido em todo o Brasil sendo sustento de milhares de produtores”, diz Amílcar Silveira. 

- Temos a convicção de que as raízes desse Modo de Produção devam ser resguardadas e preservadas”.

Segundo Cândido Henrique Aguiar, a solicitação da Faec é a primeira iniciativa nesse sentido, relacionada à Produção do Queijo Coalho, em Âmbito Nacional. A partir de agora, o Instituto realizará os Estudos necessários para produzir um Dossiê que será analisado pelo Conselho Nacional do Patrimônio Cultural, a quem cabe o Reconhecimento.

- A partir do momento em que o Modo de Produção é reconhecido como Patrimônio Imaterial do Brasil, esse produto passa a ter um Valor Cultural, com condições de ser produzido sem as limitações legais relacionados a selos que são muitas vezes impeditivos à Produção de Queijos Artesanais”, diz Cândido Henrique Aguiar, que acrescenta:. 

- Dependendo do envolvimento de todos, podemos ter, em um ano, todo esse Processo praticamente concluído, podendo chegar a no máximo três anos”.

Hoje, o 'Queijo Minas' é o único Queijo reconhecido pelo Iphan como Patrimônio Cultural do Brasil.  
O Modo Artesanal de Fazer Queijo de Minas, nas Regiões do Serro, da Serra da Canastra e do Salitre, em Minas Gerais, foi inscrito no Livro de Registro dos Saberes, em junho de 2008. E o Iphan está analisando uma solicitação da mesma natureza de um Queijo produzido no Rio Grande do Sul.

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