Números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta terça-feira (29/9/2026), contabilizam saldo positivo de 9.295 postos de trabalho em agosto no Ceará.
Com isso, o ingresso em novas vagas no mercado formal chega a 37.697 pessoas em 2026. Esse resultado coloca o estado como o segundo maior gerador de empregos do Nordeste, atrás somente da Bahia.
A relação entre o número de contratações com carteira assinada (64.008), que superou o de demissões (54.713), registrou o total de 9.295 novos postos de trabalho.
O saldo foi puxado principalmente pelos Serviços (5.267) e Construção Civil (1.897).
O nível de ocupação formal atingiu o total de 1.412.325 empregos com carteira assinada no Ceará.
BRASIL: Emprego formal gera 165,8 mil vagas em agosto e acumula 1,13 milhão de postos no ano. Resultado do mês foi positivo nos cinco grandes grupamentos econômicos e em 24 das 27 unidades da Federação. Dados do Novo Caged foram divulgados nesta terça-feira (29/9).
O Mercado de Trabalho brasileiro apresentou, em agosto, saldo positivo de 165.827 novos empregos formais, resultantes de 2.294.563 admissões e 2.128.736 desligamentos. Com isso, o estoque – total de vínculos ativos – alcançou 48.244.696 e acumula, nos oito primeiros meses, saldo de 1.134.033 postos de trabalho, com crescimento de 2,41%. Os dados do Novo Caged foram divulgados nesta terça-feira (29/9) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Dos postos de trabalho gerados em agosto, 73,5% correspondem a vínculos típicos (+121.964) e 26,5% a vínculos não típicos (+43.863), majoritariamente trabalhadores com jornada igual ou inferior a 30 horas (+40.661) e aprendizes (+17.637).
GRUPOS ECONÔMICOS – O saldo em agosto foi positivo nos cinco grandes grupamentos, com destaque para Serviços (+110.346), Construção (+20.848), Indústria (+16.613), Comércio (+16.565) e Agropecuária (+1.452).
ESTADOS – O crescimento ocorreu também em 24 das 27 unidades da Federação, com destaque, em valores absolutos, para São Paulo (+42.533), Rio de Janeiro (+20.886) e Pernambuco (+13.428). Em termos relativos, os maiores crescimentos foram registrados na Paraíba (+1,59%), no Amapá (+1,38%) e no Rio Grande do Norte (+0,92%).
GRUPOS POPULACIONAIS – Em agosto, o saldo foi de +81.838 entre homens e +83.989 entre mulheres. A população de até 24 anos registrou resultado de +128.997. Por nível de instrução, pessoas com ensino médio completo tiveram o maior saldo (+100.939), seguidas por aquelas com ensino médio incompleto (+23.651), enquanto os demais níveis somaram +41.237. Entre os grupos raciais, os maiores resultados foram registrados entre pardos (+117.830), brancos (+38.401), pretos (+19.062) e indígenas (+242).
SALÁRIOS – O salário médio real de admissão em agosto de 2026 alcançou R$ 2.410,74, mostrando estabilidade em relação a julho de 2026 (R$ 2.411,48). Na comparação com agosto de 2025 (R$ 2.386,43), o salário médio real de admissão aumentou R$ 24,31 (+1,02%).
EMPREGOS NO ANO – O crescimento do trabalho formal no acumulado de 2026 foi verificado em todos os setores da economia. No setor de Serviços, o saldo é de 697.859 postos, com crescimento de 3,05%; na Construção, 200.431 postos e crescimento de 6,79%; e, na Indústria, 170.442 postos e crescimento de 1,90% no ano. A Agropecuária apresentou saldo positivo de 56.024 postos (+3,09%), e o Comércio, de 9.300 empregos (+0,09%).
UNIDADES DA FEDERAÇÃO – Os Estados com maior saldo no acumulado do ano foram São Paulo (+306.883), Minas Gerais (+123.176) e Rio de Janeiro (+77.670). Em termos relativos, as maiores variações foram registradas no Amapá (+6,30%), Piauí (+4,27%) e Acre (+4,09%).
Quanto ao salário médio de admissão, o Ceará tem o melhor resultado do Nordeste, com o salário de R$ 2.148,53, acima da média da Região, que ficou em R$ 2.075,24.
Com isso, o ingresso em novas vagas no mercado formal chega a 37.697 pessoas em 2026. Esse resultado coloca o estado como o segundo maior gerador de empregos do Nordeste, atrás somente da Bahia.
A relação entre o número de contratações com carteira assinada (64.008), que superou o de demissões (54.713), registrou o total de 9.295 novos postos de trabalho.
O saldo foi puxado principalmente pelos Serviços (5.267) e Construção Civil (1.897).
O nível de ocupação formal atingiu o total de 1.412.325 empregos com carteira assinada no Ceará.
BRASIL: Emprego formal gera 165,8 mil vagas em agosto e acumula 1,13 milhão de postos no ano. Resultado do mês foi positivo nos cinco grandes grupamentos econômicos e em 24 das 27 unidades da Federação. Dados do Novo Caged foram divulgados nesta terça-feira (29/9).
O Mercado de Trabalho brasileiro apresentou, em agosto, saldo positivo de 165.827 novos empregos formais, resultantes de 2.294.563 admissões e 2.128.736 desligamentos. Com isso, o estoque – total de vínculos ativos – alcançou 48.244.696 e acumula, nos oito primeiros meses, saldo de 1.134.033 postos de trabalho, com crescimento de 2,41%. Os dados do Novo Caged foram divulgados nesta terça-feira (29/9) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Dos postos de trabalho gerados em agosto, 73,5% correspondem a vínculos típicos (+121.964) e 26,5% a vínculos não típicos (+43.863), majoritariamente trabalhadores com jornada igual ou inferior a 30 horas (+40.661) e aprendizes (+17.637).
GRUPOS ECONÔMICOS – O saldo em agosto foi positivo nos cinco grandes grupamentos, com destaque para Serviços (+110.346), Construção (+20.848), Indústria (+16.613), Comércio (+16.565) e Agropecuária (+1.452).
ESTADOS – O crescimento ocorreu também em 24 das 27 unidades da Federação, com destaque, em valores absolutos, para São Paulo (+42.533), Rio de Janeiro (+20.886) e Pernambuco (+13.428). Em termos relativos, os maiores crescimentos foram registrados na Paraíba (+1,59%), no Amapá (+1,38%) e no Rio Grande do Norte (+0,92%).
GRUPOS POPULACIONAIS – Em agosto, o saldo foi de +81.838 entre homens e +83.989 entre mulheres. A população de até 24 anos registrou resultado de +128.997. Por nível de instrução, pessoas com ensino médio completo tiveram o maior saldo (+100.939), seguidas por aquelas com ensino médio incompleto (+23.651), enquanto os demais níveis somaram +41.237. Entre os grupos raciais, os maiores resultados foram registrados entre pardos (+117.830), brancos (+38.401), pretos (+19.062) e indígenas (+242).
SALÁRIOS – O salário médio real de admissão em agosto de 2026 alcançou R$ 2.410,74, mostrando estabilidade em relação a julho de 2026 (R$ 2.411,48). Na comparação com agosto de 2025 (R$ 2.386,43), o salário médio real de admissão aumentou R$ 24,31 (+1,02%).
EMPREGOS NO ANO – O crescimento do trabalho formal no acumulado de 2026 foi verificado em todos os setores da economia. No setor de Serviços, o saldo é de 697.859 postos, com crescimento de 3,05%; na Construção, 200.431 postos e crescimento de 6,79%; e, na Indústria, 170.442 postos e crescimento de 1,90% no ano. A Agropecuária apresentou saldo positivo de 56.024 postos (+3,09%), e o Comércio, de 9.300 empregos (+0,09%).
UNIDADES DA FEDERAÇÃO – Os Estados com maior saldo no acumulado do ano foram São Paulo (+306.883), Minas Gerais (+123.176) e Rio de Janeiro (+77.670). Em termos relativos, as maiores variações foram registradas no Amapá (+6,30%), Piauí (+4,27%) e Acre (+4,09%).
Quanto ao salário médio de admissão, o Ceará tem o melhor resultado do Nordeste, com o salário de R$ 2.148,53, acima da média da Região, que ficou em R$ 2.075,24.

Comentários
Postar um comentário