Rafael Mesquita: Virei doutor em Comunicação pela Universidade Federal do Ceará. 🎓 Defendi minha tese nesta segunda, 28 de setembro, depois de uma caminhada longa, intensa e que significou para mim muito mais do que concluir uma etapa acadêmica. Nos agradecimentos da tese, comecei agradecendo ao Rafael menino, que aprendeu muito cedo que ser diferente tinha um preço e que, muitas vezes, precisou encontrar seu próprio jeito de seguir. Hoje pensei muito nele. Queria que aquela criança soubesse onde a gente chegou. Cheguei até aqui com muita gente. Com minha mãe, Maiste, meu pai, João, que eu queria muito que estivesse aqui para ver este dia, minha irmã, Isadora, minhas sobrinhas, João Pedro, minha família e meus amigos. Com meu orientador, Edgard Patrício, que me acompanhou nessa caminhada, e com todos os professores, colegas e pessoas que fizeram parte desses anos de doutorado. Meu agradecimento também à banca, aos professores Gean Gonçalves, Valquíria Kneipp, Fabiana Siqueira e Fábio Parode pela leitura, pelas contribuições e pelo diálogo construído em torno deste trabalho. E cheguei até aqui pesquisando algo que também atravessa a minha própria história: jornalistas dissidentes sexuais e de gênero e os espaços que ocupamos, negociamos e tensionamos dentro de uma cultura profissional ainda marcada por normas sobre quais corpos e expressões podem ser reconhecidos e autorizados. Agora depois de tantos anos estudando, trabalhando, pesquisando, escrevendo, apagando, reescrevendo e insistindo, posso finalmente dizer: sou doutor em Comunicação. E eu tô muito feliz. 🩵🏳️🌈
Rafael Mesquita: Virei doutor em Comunicação pela Universidade Federal do Ceará. 🎓 Defendi minha tese nesta segunda, 28 de setembro, depois de uma caminhada longa, intensa e que significou para mim muito mais do que concluir uma etapa acadêmica. Nos agradecimentos da tese, comecei agradecendo ao Rafael menino, que aprendeu muito cedo que ser diferente tinha um preço e que, muitas vezes, precisou encontrar seu próprio jeito de seguir. Hoje pensei muito nele. Queria que aquela criança soubesse onde a gente chegou. Cheguei até aqui com muita gente. Com minha mãe, Maiste, meu pai, João, que eu queria muito que estivesse aqui para ver este dia, minha irmã, Isadora, minhas sobrinhas, João Pedro, minha família e meus amigos. Com meu orientador, Edgard Patrício, que me acompanhou nessa caminhada, e com todos os professores, colegas e pessoas que fizeram parte desses anos de doutorado. Meu agradecimento também à banca, aos professores Gean Gonçalves, Valquíria Kneipp, Fabiana Siqueira e Fábio Parode pela leitura, pelas contribuições e pelo diálogo construído em torno deste trabalho. E cheguei até aqui pesquisando algo que também atravessa a minha própria história: jornalistas dissidentes sexuais e de gênero e os espaços que ocupamos, negociamos e tensionamos dentro de uma cultura profissional ainda marcada por normas sobre quais corpos e expressões podem ser reconhecidos e autorizados. Agora depois de tantos anos estudando, trabalhando, pesquisando, escrevendo, apagando, reescrevendo e insistindo, posso finalmente dizer: sou doutor em Comunicação. E eu tô muito feliz. 🩵🏳️🌈


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