Acusado no envolvimento na morte da estudante de Direito, Isabelle Caracristi, de 22 anos, João Munhoz Neto, de 33 anos, foi preso na tarde desta terça-feira (22/9).
A Justiça atendeu pedido da Polícia de prisão preventiva de João Munhoz.
O Diário do Nordeste apurou, que um das motivações para o pedido de prisão preventiva é tentativa de obstrução de Justiça.Segundo apuração feita em documentos exclusivos, João Munhoz Neto deu ordem ao administrador do condomínio para que se a família de Isabelle fosse ao prédio, não os deixassem entrar.
Uma hora antes de morrer, Isabelle mandou áudios para um primo, afirmando, que o que viesse a acontecer com ela era culpa do namorado.
Ainda no dia (13/9) da morte da estudante de Direito, quando João retornou ao prédio, segundo um colaborador, ele pediu que o zelador o ajudasse a encontrar o celular da namorada. Lixeiras das áreas em comum foram reviradas.
Mandados de busca e apreensão para recolher os celulares de João e da mãe dele, esta localizada no Cumbuco, foram cumpridos.
A reportagem entrou em contato com a defesa de João Munhoz, que disse que ele prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na noite da segunda-feira (21/9) e entregou o celular aos investigadores.
A editoria de Segurança do Diário do Nordeste apurou junto a depoimentos colhidos pela Polícia Civil do Ceará (PCCE), que no dia seguinte uma diarista foi chamada à residência para limpar o apartamento. A Polícia apura suposta tentativa de ocultação de elementos probatórios.
Já no dia 15 de setembro, dois dias após a morte da jovem, há informação de que o irmão de João Munhoz Neto foi ao edifício na companhia de um corretor de imóveis para colocar o apartamento à venda. Uma placa de: 'vende-se' foi instalada.
Diante dos indícios, a Polícia passou a investigar a possibilidade de "supressão, ocultação ou destruição de provas, especialmente em razão da notícia de desocupação do imóvel, retirada dos objetos e da dificuldade a localização dos investigados".
Como já dito anteriormente em primeira mão pela reportagem, João Munhoz não estava no prédio quando ocorreu a morte de Isabelle, após ela cair do 23º andar, onde está localizado o terraço do edifício. A informação é que ele saiu do edifício cerca de duas horas antes, dizendo que iria à missa. Os demais parentes dele também não estavam no local.
jornaljangadeiro
A defesa de João Munhoz Neto, namorado da estudante de Direito Isabelle Caracristi e preso preventivamente nesta terça-feira (22), classificou a prisão do cliente como uma “resposta midiática” diante da repercussão nacional do caso.
Segundo a advogada Lígia Peixe, João não estava no apartamento no momento da morte e a defesa sustenta a hipótese de que Isabelle tenha cometido suicídio.
"Na verdade eu acho que é mais uma resposta midiática. Foi suicídio? Foi. O que é que ele tem a ver com isso? Ele não estava em casa, certo? Então assim, ele está abalado, ele gostava da menina", afirmou Lígia Peixe em coletiva de imprensa.
A defesa também confirmou que João Munhoz é casado. Segundo a advogada, João estava separado da esposa e os dois mantinham um processo de divórcio "amigável". A defesa afirmou ainda que a situação era conhecida por Isabelle e negou que ele tenha omitido o fato.
- Ele é casado e é por isso que talvez a mãe dela não goste dele”, afirmou. A advogada também negou a informação de que o apartamento foi colocado à venda logo após a morte de Isabelle. Segundo Lígia, o imóvel era da mãe de João e financiado.
João Munhoz Neto foi preso nesta terça-feira (22) em Fortaleza. Isabelle foi encontrada morta no condomínio onde morava com João e familiares dele no último dia 13.
Ele depôs por cerca de 4 horas no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na noite desta segunda-feira (21). Segundo a apuração da TV Jangadeiro, o celular dele foi entregue para a perícia.
A defesa de João Munhoz Neto, namorado da estudante de Direito Isabelle Caracristi e preso preventivamente nesta terça-feira (22), classificou a prisão do cliente como uma “resposta midiática” diante da repercussão nacional do caso.
Segundo a advogada Lígia Peixe, João não estava no apartamento no momento da morte e a defesa sustenta a hipótese de que Isabelle tenha cometido suicídio.
"Na verdade eu acho que é mais uma resposta midiática. Foi suicídio? Foi. O que é que ele tem a ver com isso? Ele não estava em casa, certo? Então assim, ele está abalado, ele gostava da menina", afirmou Lígia Peixe em coletiva de imprensa.
A defesa também confirmou que João Munhoz é casado. Segundo a advogada, João estava separado da esposa e os dois mantinham um processo de divórcio "amigável". A defesa afirmou ainda que a situação era conhecida por Isabelle e negou que ele tenha omitido o fato.
- Ele é casado e é por isso que talvez a mãe dela não goste dele”, afirmou. A advogada também negou a informação de que o apartamento foi colocado à venda logo após a morte de Isabelle. Segundo Lígia, o imóvel era da mãe de João e financiado.
João Munhoz Neto foi preso nesta terça-feira (22) em Fortaleza. Isabelle foi encontrada morta no condomínio onde morava com João e familiares dele no último dia 13.
Ele depôs por cerca de 4 horas no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na noite desta segunda-feira (21). Segundo a apuração da TV Jangadeiro, o celular dele foi entregue para a perícia.

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