A manhã desta segunda-feira (13) na 21ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema dedicou espaço para idosos por meio da Mostra Melhor Idade com a exibição do filme “Bem Amado”, no Theatro José de Alencar. Às 18 horas, a sala de vídeo da Cultura Hispânica da Universidade Federal do Ceará, exibe curtas da Escola Internacional de Cinema e TV. Às 19 horas, o Theatro José de Alencar recebe a produção cearense de Joe Pimentel, o longa-metragem “Homens com cheiro de flor”, exibido após o filme argentino de Liliana Paolinelli, “Língua Materna”.
Até amanhã serão realizadas exibições diárias gratuitas de filmes em longa e curta metragens – em uma ampla programação de mostras competitivas e paralelas. O Cine Ceará será encerrado na noite da próxima quarta-feira, dia 15, com a solenidade de premiação dos vencedores do Festival. Ao longo dos próximos dias, o público cearense e convidados internacionais e nacionais do universo do audiovisual irão desfrutar de um dos festivais de cinema mais consagrados do País. O Festival acontece pela primeira vez em duas sedes e traz o tema “Religião e Religiosidade no Cinema”, homenageando os 100 anos de emancipação política de Juazeiro do Norte, conquistada por meio do trabalho social, religioso e político realizado pelo Padre Cícero na região do Cariri, sul do Ceará. A programação terá entrada gratuita em Fortaleza, entre os dias 9 a 14 de junho. Em Juazeiro do Norte, o Cine Ceará acontece até o dia 16 de junho, no Memorial Padre Cícero e no Centro Cultural Banco do Nordeste – Cariri, com uma parte da programação de Fortaleza.
O evento leva ao público cearense mais de 100 produções de cinema e vídeo brasileiras e ibero-americanas, promovendo o intercâmbio entre profissionais de audiovisual e abrindo espaço aos novos talentos da área. O Cine Ceará promove durante sua programação as Mostras Competitivas de Curta e Longa metragem e ainda seminários, oficinas e mostras especiais, além de homenagear profissionais e personalidades de renome nacional e internacional na área do audiovisual.
A lista de longas-metragens selecionados para Mostra Competitiva é composta por nove produções, todas inéditas no Brasil, sendo três nacionais: “O coro”, de Werner Schumann, escolhido como filme de abertura do festival; e dois filmes cearenses, “Homens com cheiro de flor”, de Joe Pimentel; e “Mãe e filha”, de Petrus Cariry. A Espanha traz o único documentário em competição e um longa de ficção junto com Colômbia, Cuba, Argentina e México, países com produções selecionadas para concorrer ao Troféu Mucuripe nas categorias Direção, Fotografia, Edição, Roteiro, Som, Trilha Sonora Original, Direção de Arte, Ator e Atriz. O vencedor da categoria de melhor longa será premiado com o Troféu Mucuripe e o valor de US$ 10 mil.
Em uma exibição especial, fora da Mostra Competitiva, o longa “Na quadrada das águas perdidas” (ficção), de Wagner Miranda e Marcos Carvalho, encerrará o Cine Ceará. O filme traz o ator Matheus Nachtergaele como protagonista. Também será feita uma exibição hors concours de “Os Últimos Cangaceiros”, primeiro documentário em longa metragem sobre o cangaço, filme dirigido por Wolney Oliveira. Além das exibições especiais do média-metragem “Fca Carla”, do diretor Natal Portela, com atuação de Ney Matogrosso e Elke Maravilha; do longa do diretor Geraldo Damasceno, “Poço da Pedra”; e do filme “O Auto da Camisinha”, de Clébio Ribeiro, com os atores Chico Anysio, Carri Costa e Gero Camilo.
Já a Mostra Competitiva de Curta Metragem, com produções nacionais, contará com 12 títulos selecionados após a avaliação dos 309 inscritos, dos quais dois são do Ceará, três de São Paulo, dois do Rio de Janeiro, dois do Paraná, um de Minas Gerais, um do Rio Grande do Sul e um de Goiás. Os curtas disputam o Troféu Mucuripe nas categorias Melhor Curta, Direção, Roteiro, Produção Cearense e Prêmio da Crítica.
Mostras ParalelasO 21º Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema também promove mostras especiais. Ao longo da programação, são realizadas a Mostra Estela Bravo, com filmes da documentarista norte-americana; a Mostra Eduardo Coutinho, com seis longas do cineasta; a Begidarak: Olhares ao Cinema Basco; e a Mostra do 25º Aniversário da Escola Internacional de Cinema e Televisão (EICTV) – Cuba, com curta-metragens produzidos por cineastas que passaram pela Escola. Também ocorre a exposição Um Pouco de Cuba, composta por fotos de Ovídio Gonzalez Hernandez, além das mostras “O Primeiro Filme a Gente Nunca Esquece”, “Melhor Idade” e “Olhar do Ceará”, esta última composta pelos curtas que não foram selecionados para a Mostra Competitiva deste ano.
HomenagensPrestigiar artistas renomados no cenário nacional e internacional também é característica marcante do festival que, assim como nas edições anteriores, entregará o Troféu Eusélio Oliveira aos homenageados. Este ano, os homenageados são: os atores Nicette Bruno, Giulia Gam e Daniel de Oliveira; o consagrado documentarista Eduardo Coutinho; a documentarista norte-americana, Estela Bravo; e o fotógrafo cubano, Ovídio Gonzalez Hernandez.
O 21° Cine Ceará é promovido pela Universidade Federal do Ceará, numa realização da Casa Amarela Eusélio Oliveira, com apoio do Governo do Estado do Ceará por meio da Secretaria da Cultura (Secult) e do Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual. A produção é da Associação Cultural Cine Ceará e conta com patrocínio de empresas públicas e privadas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), como a Oi, a Petrobras e o BNDES, e conta com o apoio cultural da Oi Futuro.
Até amanhã serão realizadas exibições diárias gratuitas de filmes em longa e curta metragens – em uma ampla programação de mostras competitivas e paralelas. O Cine Ceará será encerrado na noite da próxima quarta-feira, dia 15, com a solenidade de premiação dos vencedores do Festival. Ao longo dos próximos dias, o público cearense e convidados internacionais e nacionais do universo do audiovisual irão desfrutar de um dos festivais de cinema mais consagrados do País. O Festival acontece pela primeira vez em duas sedes e traz o tema “Religião e Religiosidade no Cinema”, homenageando os 100 anos de emancipação política de Juazeiro do Norte, conquistada por meio do trabalho social, religioso e político realizado pelo Padre Cícero na região do Cariri, sul do Ceará. A programação terá entrada gratuita em Fortaleza, entre os dias 9 a 14 de junho. Em Juazeiro do Norte, o Cine Ceará acontece até o dia 16 de junho, no Memorial Padre Cícero e no Centro Cultural Banco do Nordeste – Cariri, com uma parte da programação de Fortaleza.
O evento leva ao público cearense mais de 100 produções de cinema e vídeo brasileiras e ibero-americanas, promovendo o intercâmbio entre profissionais de audiovisual e abrindo espaço aos novos talentos da área. O Cine Ceará promove durante sua programação as Mostras Competitivas de Curta e Longa metragem e ainda seminários, oficinas e mostras especiais, além de homenagear profissionais e personalidades de renome nacional e internacional na área do audiovisual.
A lista de longas-metragens selecionados para Mostra Competitiva é composta por nove produções, todas inéditas no Brasil, sendo três nacionais: “O coro”, de Werner Schumann, escolhido como filme de abertura do festival; e dois filmes cearenses, “Homens com cheiro de flor”, de Joe Pimentel; e “Mãe e filha”, de Petrus Cariry. A Espanha traz o único documentário em competição e um longa de ficção junto com Colômbia, Cuba, Argentina e México, países com produções selecionadas para concorrer ao Troféu Mucuripe nas categorias Direção, Fotografia, Edição, Roteiro, Som, Trilha Sonora Original, Direção de Arte, Ator e Atriz. O vencedor da categoria de melhor longa será premiado com o Troféu Mucuripe e o valor de US$ 10 mil.
Em uma exibição especial, fora da Mostra Competitiva, o longa “Na quadrada das águas perdidas” (ficção), de Wagner Miranda e Marcos Carvalho, encerrará o Cine Ceará. O filme traz o ator Matheus Nachtergaele como protagonista. Também será feita uma exibição hors concours de “Os Últimos Cangaceiros”, primeiro documentário em longa metragem sobre o cangaço, filme dirigido por Wolney Oliveira. Além das exibições especiais do média-metragem “Fca Carla”, do diretor Natal Portela, com atuação de Ney Matogrosso e Elke Maravilha; do longa do diretor Geraldo Damasceno, “Poço da Pedra”; e do filme “O Auto da Camisinha”, de Clébio Ribeiro, com os atores Chico Anysio, Carri Costa e Gero Camilo.
Já a Mostra Competitiva de Curta Metragem, com produções nacionais, contará com 12 títulos selecionados após a avaliação dos 309 inscritos, dos quais dois são do Ceará, três de São Paulo, dois do Rio de Janeiro, dois do Paraná, um de Minas Gerais, um do Rio Grande do Sul e um de Goiás. Os curtas disputam o Troféu Mucuripe nas categorias Melhor Curta, Direção, Roteiro, Produção Cearense e Prêmio da Crítica.
Mostras ParalelasO 21º Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema também promove mostras especiais. Ao longo da programação, são realizadas a Mostra Estela Bravo, com filmes da documentarista norte-americana; a Mostra Eduardo Coutinho, com seis longas do cineasta; a Begidarak: Olhares ao Cinema Basco; e a Mostra do 25º Aniversário da Escola Internacional de Cinema e Televisão (EICTV) – Cuba, com curta-metragens produzidos por cineastas que passaram pela Escola. Também ocorre a exposição Um Pouco de Cuba, composta por fotos de Ovídio Gonzalez Hernandez, além das mostras “O Primeiro Filme a Gente Nunca Esquece”, “Melhor Idade” e “Olhar do Ceará”, esta última composta pelos curtas que não foram selecionados para a Mostra Competitiva deste ano.
HomenagensPrestigiar artistas renomados no cenário nacional e internacional também é característica marcante do festival que, assim como nas edições anteriores, entregará o Troféu Eusélio Oliveira aos homenageados. Este ano, os homenageados são: os atores Nicette Bruno, Giulia Gam e Daniel de Oliveira; o consagrado documentarista Eduardo Coutinho; a documentarista norte-americana, Estela Bravo; e o fotógrafo cubano, Ovídio Gonzalez Hernandez.
O 21° Cine Ceará é promovido pela Universidade Federal do Ceará, numa realização da Casa Amarela Eusélio Oliveira, com apoio do Governo do Estado do Ceará por meio da Secretaria da Cultura (Secult) e do Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual. A produção é da Associação Cultural Cine Ceará e conta com patrocínio de empresas públicas e privadas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), como a Oi, a Petrobras e o BNDES, e conta com o apoio cultural da Oi Futuro.
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