A Corte de Apelação da Itália decidiu favoravelmente à Extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli Salgado de Oliveira (foto), de 45 anos. A informação foi confirmada pela Embaixada do Brasil em Roma.


Ainda cabe recurso da sentença, antes de o assunto ser levado para a decisão final do Governo Italiano.
Em maio de 2025, Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a dez anos de Prisão e perda de Mandato Parlamentar por ser a autora intelectual da invasão ao Sistema Eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em janeiro de 2023.
A invasão resultou na inserção de um mandato falso de prisão contra o ministro da Corte, Alexandre de Moraes. De acordo com as investigações, o Hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter realizado o trabalho a mando da ex-parlamentar.
Entenda
Após a condenação, Zambelli deixou o Brasil no início de junho de 2025 e passou quase dois meses foragida. No final de julho-2025, a ex-deputada foi detida na Itália em uma operação conjunta com a Polícia Federal brasileira, com base no alerta vermelho da Interpol, a Polícia Internacional.
Por ter dupla cidadania, a condenada tentava escapar do cumprimento de um Mandado de Prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes.
Carla Zambelli, então, foi encaminhada à Penitenciária Feminina de Rebibbia, nos arredores de Roma.
A defesa de Zambelli chegou a solicitar a transferência para Prisão Domiciliar ou Liberdade Condicional, alegando problemas de Saúde e falta de Assistência Médica adequada na unidade, mas os pedidos foram negados pela Corte de Apelação.
Em um segundo julgamento no Brasil, o STF condenou novamente a ex-parlamentar, desta vez por Porte Llegal de Arma e Constrangimento Ilegal com emprego de Arma de Gogo ao perseguir nas ruas de São Paulo o jornalista Luan Araújo, às vésperas do 2º Turno das Eleições de 2022. A Pena estipulada nesta condenação foi de cinco anos e três meses de prisão
Em fevereiro de 2026, a defesa tentou trocar os juízes do caso em Roma, alegando parcialidade nas Audiências, mas o pedido também foi negado.
Após a condenação, Zambelli deixou o Brasil no início de junho de 2025 e passou quase dois meses foragida. No final de julho-2025, a ex-deputada foi detida na Itália em uma operação conjunta com a Polícia Federal brasileira, com base no alerta vermelho da Interpol, a Polícia Internacional.
Por ter dupla cidadania, a condenada tentava escapar do cumprimento de um Mandado de Prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes.
Carla Zambelli, então, foi encaminhada à Penitenciária Feminina de Rebibbia, nos arredores de Roma.
A defesa de Zambelli chegou a solicitar a transferência para Prisão Domiciliar ou Liberdade Condicional, alegando problemas de Saúde e falta de Assistência Médica adequada na unidade, mas os pedidos foram negados pela Corte de Apelação.
Em um segundo julgamento no Brasil, o STF condenou novamente a ex-parlamentar, desta vez por Porte Llegal de Arma e Constrangimento Ilegal com emprego de Arma de Gogo ao perseguir nas ruas de São Paulo o jornalista Luan Araújo, às vésperas do 2º Turno das Eleições de 2022. A Pena estipulada nesta condenação foi de cinco anos e três meses de prisão
Em fevereiro de 2026, a defesa tentou trocar os juízes do caso em Roma, alegando parcialidade nas Audiências, mas o pedido também foi negado.

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