A Faculdade Maurício de Nassau de Fortaleza apura processo administrativo contra um professor acusado de homofobia.
Em nota a Maurício de Nassau destaca que recebeu denúncias de alunos que um professor de Engenharia, no campus Benfica, teria sido homofóbico no último dia 24 de maio, ao ofender uma professora. Durante uma aula, o professor que a Maurício de Nassau preserva o nome, teria ofendido uma professora que faz doutorado em estudo de gênero.
A fala do professor foi gravada. O professor se retratou, pedindo desculpas e afirmou que fez um comentário infeliz.
A homofobia é considerada uma fobia do espectro social, caracterizada por um sentimento de aversão e falta de informação sobre pessoas homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais. Estas são vítimas diante do cenário atual, estando à mercê de maus-tratos e violência gratuita daqueles que não conseguem respeitar a opção sexual do outro e não o enxergam como igual diante das leis e obrigações sociais, devido ao preconceito que foi incentivado a partir dos valores familiares, crenças religiosas e conceitos sobre o que é certo e errado dentro do caráter hegemônico da cultura no qual o indivíduo está inserido.
A própria ciência acabou influenciando inicialmente o conceito preconceituoso, pois tanto a psicologia, quanto a psiquiatria, até os anos 90, consideravam o “homossexualismo” (atualmente chamado de homossexualidade) uma doença mental categorizada como “desvio e transtornos sexuais”. Mas os avanços nas pesquisas científicas permitiram compreender que não se tratava de uma enfermidade e aboliram as tentativas de cura e tratamento e concluíram que era apenas uma forma de os indivíduos se orientarem sexualmente, baseado em experiências de toda uma vida.
As manifestações de ódio não causam um transtorno específico, mas existem várias possibilidades de reações emocionais, portanto, as consequências podem ser negativas, como uma possível baixa autoestima, que implique no desenvolvimento da personalidade.
De acordo a professora da UniNassau Feira de Santana e psicóloga Louise Sobral, “aspectos emocionais podem ficar evidentes, como, por exemplo, desenvolver um transtorno de ansiedade, ou tendência a demonstrar mais tristeza e insatisfação, que podem se tornar depressão”. “Infelizmente, nós produzimos uma sociedade doente, e se a gente não discutir questões como estas em nível mais macro para entender as nuances do problema podem gerar um desgaste emocional preocupante no indivíduo”, completa.
“É importante que existam ações de enfretamento no âmbito das políticas públicas, para que isso implique em uma conscientização para uma sociedade mais aberta e com menos preconceito, que reconheça o direito dos indivíduos. Se a gente coloca como exemplo alguns países modernos com boas economias, a diversidade é trabalhada não só com relação à orientação sexual, como à própria raça”, acrescenta Louise Sobral.
Precisa-se que a população passe a ter a percepção de se colocar no lugar do outro, ao qual está julgando. Não há a necessidade de se escolher ser contra ou favor, apenas exercer a ética social e respeitar a maneira como ele desenvolve sua maneira de ser e se ver no mundo.
“Alimentar e incentivar a homofobia é crime, por se tratar de discriminação, sendo assim passível a penalidade. O agressor pode ser condenado a reclusão de um a cinco anos de prisão, além de multa”, diz a professora da UniNassau Feira de Santana e advogada, Elisangela Calado.
A própria ciência acabou influenciando inicialmente o conceito preconceituoso, pois tanto a psicologia, quanto a psiquiatria, até os anos 90, consideravam o “homossexualismo” (atualmente chamado de homossexualidade) uma doença mental categorizada como “desvio e transtornos sexuais”. Mas os avanços nas pesquisas científicas permitiram compreender que não se tratava de uma enfermidade e aboliram as tentativas de cura e tratamento e concluíram que era apenas uma forma de os indivíduos se orientarem sexualmente, baseado em experiências de toda uma vida.
As manifestações de ódio não causam um transtorno específico, mas existem várias possibilidades de reações emocionais, portanto, as consequências podem ser negativas, como uma possível baixa autoestima, que implique no desenvolvimento da personalidade.
De acordo a professora da UniNassau Feira de Santana e psicóloga Louise Sobral, “aspectos emocionais podem ficar evidentes, como, por exemplo, desenvolver um transtorno de ansiedade, ou tendência a demonstrar mais tristeza e insatisfação, que podem se tornar depressão”. “Infelizmente, nós produzimos uma sociedade doente, e se a gente não discutir questões como estas em nível mais macro para entender as nuances do problema podem gerar um desgaste emocional preocupante no indivíduo”, completa.
“É importante que existam ações de enfretamento no âmbito das políticas públicas, para que isso implique em uma conscientização para uma sociedade mais aberta e com menos preconceito, que reconheça o direito dos indivíduos. Se a gente coloca como exemplo alguns países modernos com boas economias, a diversidade é trabalhada não só com relação à orientação sexual, como à própria raça”, acrescenta Louise Sobral.
Precisa-se que a população passe a ter a percepção de se colocar no lugar do outro, ao qual está julgando. Não há a necessidade de se escolher ser contra ou favor, apenas exercer a ética social e respeitar a maneira como ele desenvolve sua maneira de ser e se ver no mundo.
“Alimentar e incentivar a homofobia é crime, por se tratar de discriminação, sendo assim passível a penalidade. O agressor pode ser condenado a reclusão de um a cinco anos de prisão, além de multa”, diz a professora da UniNassau Feira de Santana e advogada, Elisangela Calado.
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