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Fortaleza terá fase de transição a partir de segunda

O prefeito Roberto Cláudio anunciou, nesta quinta-feira (28/05), em transmissão ao vivo pelas redes sociais, o Plano de Retomada de Atividades Econômicas e Cotidianas em Fortaleza. 

Os parâmetros do plano ficaram definidos após reunião do gestor com o governador Camilo Santana, especialistas, autoridades e representantes das equipes da Saúde do Estado e do Município.

De acordo com o prefeito, a partir desta segunda-feira (primeiro de junho), Fortaleza passa a vivenciar uma fase de transição. “Atividades bem específicas de baixo impacto sanitário serão liberadas, até mesmo para fazermos um teste, acompanhar como será a adesão dessas empresas aos protocolos de segurança da saúde, como vai funcionar o transporte, os riscos de gerar aglomerações. Então é uma fase para avaliar e testar como vai ser a retomada”, disse.

Roberto Cláudio informou que um novo decreto será publicado em breve explicando que tipo de atividades estão liberadas e reforçou que o isolamento social continua. “Dia primeiro de junho não vai mudar muita coisa. Atividades bem específicas foram autorizadas a voltar, mas os demais precisarão cumprir algumas medidas, entre elas o Isolamento Social”, destacou.

Durante a transição, haverá acompanhamento e monitoramento em diversas áreas. “O restante do plano e as atividades específicas que estão planejadas a serem retomadas a cada duas semanas só vão acontecer se tivermos a aprovação das autoridades sanitárias, do Estado e do Município, e se atingir os parâmetros de segurança e saúde que permitam que essa retomada ocorra”, disse.

O gestor alertou para casos de retomada em outras cidades e que não deram certo, lembrando que a população continue respeitando as orientações para não correr o risco de um novo pico.

“É importante que as pessoas entendam isso. Onde isso aconteceu, infelizmente, cidades e estados vivenciaram um outro pico, sem que as condições, inclusive de assistência, tivessem zeradas. Os nossos leitos de UTI têm 95% de ocupação. Se vem um novo pico sem que a gente esteja preparado, isso acaba trazendo um risco ainda maior. Então, se houver um primeiro sinal de algum risco que essa reabertura esteja trazendo, nossa atitude será de interromper o processo”, enfatizou.

Roberto Cláudio lembrou os últimos números registrados que apontam para uma queda na procura por atendimentos e a redução de casos graves e óbitos.

“Há duas coisas fundamentais para o cotidiano da Cidade. Uma, absolutamente prioritária e inegociável, que é defender a saúde e proteger a vida. A outra é retomar as atividades econômicas, das igrejas, do dia a dia. Mas lembro que é importante manter o isolamento, o distanciamento social, o uso de máscaras, a higiene das mãos, as responsabilidades com a quarentena. Todos precisam respeitar. Por isso que é uma doença tão complexa. Porque ela depende das autoridades de saúde, de prevenção, de assistência, mas depende, fundamentalmente, de cada um de nós”, concluiu.


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