"Tradição, cultura e negócios se mesclam a uma cadeia produtiva composta por coreógrafos, costureiros, bordadeiras, chapeleiros, rendeiras, artesãos, sapateiros e muitas outras profissões que compõem o mercado de festejos juninos. Segundo estimativa da Federação de Quadrilhas Juninas do Ceará (Fequajuce), existem atualmente cerca de 400 quadrilhas juninas profissionais no Ceará, que participam de 40 a 50 festivais todos os anos. A cadeia junina é uma das mais produtivas dentro do setor cultural. Somente no mês de junho, estes eventos podem gerar até 250 empregos diretos cada um, estimativa que leva em consideração o porte do evento (pequeno, médio e grande) e considera todos os envolvidos diretamente nos mercados formal e informal, desde costureiros a músicos, de barraqueiros a cozinheiros, além da própria produção do evento e dos profissionais de montagem de estrutura e de organização. Segundo o barraqueiro Antônio Ivanildo, que participa do Arraiá do Compadre Rogério (Parque Ar...