A Secretaria Executiva Regional do Centro (Sercefor) iniciou os novos procedimentos para quem vende côco no bairro. A partir de agora, os vendedores deverão depositar o seu resíduo em dois coletores, um disposto no Mercado Central e outro no Mercado São Sebastião.
A primeira etapa do processo de ordenamento dos vendedores de côco do Centro consistiu na identificação desses comerciantes. Compareceram à Regional 143 pessoas, os quais tiveram que participar de pelo menos uma das duas reuniões realizadas entre os ambulantes e a Sercefor na última semana. Nas reuniões, foi mostrado o diagnóstico do impacto ambiental causado pelos resíduos dos côcos nas ruas. A partir de agora, apenas quem passou pela primeira etapa do processo poderá comercializar nas ruas do Centro.
A Sercefor terá o controle diário dos vendedores que depositarão seus resíduos nos coletores. Aquele que deixar de cumprir o termo de compromisso, assinado na Sercefor, terá seu equipamento apreendido e perderá sua permissão. A próxima etapa do processo será a capacitação desses vendedores, através de um curso ministrado pela Célula de Vigilância Sanitária (Cevisa). Eles, assim como os ambulantes das ruas já ordenadas, farão parte do plano de ordenamento do Centro, o qual organiza o comércio nas ruas para futura criação de galerias e espaços específicos que abriguem este comércio.
Hoje, os vendedores ambulantes do Centro geram aproximadamente 15 mil cascas de côco ao dia. Grande parte desse lixo acaba parando nas ruas: trazendo impacto visual, tampando galerias pluviais, acumulando água que prolifera o mosquito da dengue e sujando o bairro. A Sercefor pede que a população colabore com mais esta iniciativa que visa tornar o Centro mais limpo e mais agradável ao passeio de seus frequentadores.
A primeira etapa do processo de ordenamento dos vendedores de côco do Centro consistiu na identificação desses comerciantes. Compareceram à Regional 143 pessoas, os quais tiveram que participar de pelo menos uma das duas reuniões realizadas entre os ambulantes e a Sercefor na última semana. Nas reuniões, foi mostrado o diagnóstico do impacto ambiental causado pelos resíduos dos côcos nas ruas. A partir de agora, apenas quem passou pela primeira etapa do processo poderá comercializar nas ruas do Centro.
A Sercefor terá o controle diário dos vendedores que depositarão seus resíduos nos coletores. Aquele que deixar de cumprir o termo de compromisso, assinado na Sercefor, terá seu equipamento apreendido e perderá sua permissão. A próxima etapa do processo será a capacitação desses vendedores, através de um curso ministrado pela Célula de Vigilância Sanitária (Cevisa). Eles, assim como os ambulantes das ruas já ordenadas, farão parte do plano de ordenamento do Centro, o qual organiza o comércio nas ruas para futura criação de galerias e espaços específicos que abriguem este comércio.
Hoje, os vendedores ambulantes do Centro geram aproximadamente 15 mil cascas de côco ao dia. Grande parte desse lixo acaba parando nas ruas: trazendo impacto visual, tampando galerias pluviais, acumulando água que prolifera o mosquito da dengue e sujando o bairro. A Sercefor pede que a população colabore com mais esta iniciativa que visa tornar o Centro mais limpo e mais agradável ao passeio de seus frequentadores.
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