"O Brasil é um País, que cresce e que se desenvolve e cumpre a principal tarefa de geração emprego de
qualidade. No que peses a crise, mas o Brasil não se afeta por por ela na geração de emprego. temos mantido a geração de emprego sempre acima da inflação", disse o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, ao anunciar os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), na VI Feira de Emprego do Ceará, em Fortaleza.
Foram gerados em outubro passado 94.893 empregos formais no Brasil. O ministro fez questão de citar que no Governo da presidente Dilma Rousseff até agora (janeiro de 2011 a outubro de 2013) gerou 4.854.815 empregos com carteira assinada. "E vamos até o final de 2014, quando termina o primeiro mandato da presidenta vamos alcançar a geração de cinco milhões de empregos de qualidade", cogita o ministro.
O desempenho favorável em outubro de 2013 se deu uma expansão de seis entre os oito setores de atividades econômicas, sendo que cinco delas se destacaram. O Comércio gerou 52.178 empregos, seguido pela indústria de transformação (33.474) e Serviços (32.0871). Perda na Agricultura com 22.724 postos de trabalho e na Construção Civil com 2.152 postos.
No acumulado de 2013 (dez primeiros meses) o emprego no Brasil cresceu 3,70%, com incremento de 1.464.457 empregos. No acumulado dos últimos 12 meses o aumento foi de 1.036.889 postos, anotando uma elevação de 2,59%.
De janeiro a outubro de 2013, o crescimento de emprego foi de 11,02% com a geração de 4.854.815 postos de trabalho.
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