O Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB) é uma instituição financeira múltipla criada pela Lei Federal nº 1649, de 19.07.1952 , e organizada sob a forma de sociedade de economia mista, de capital aberto, tendo mais de 90% de seu capital sob o controle do Governo Federal.
Com sede em Fortaleza (Ceará), o Banco atua em cerca de dois mil municípios, abrangendo os nove Estados da Região Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia), o norte de Minas Gerais (incluindo os Vales do Mucuri e do Jequitinhonha) e o norte do Espírito Santo.
O BNB anuncia nos seus 64 anos de fundação amanha a lista de finalistas do Prêmio BNB de Jornalismo 2015-2016.
Maior instituição da América Latina voltada para o desenvolvimento regional, o BNB opera como órgão executor de políticas públicas, cabendo-lhe a operacionalização de programas como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e a administração do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), principal fonte de recursos operacionalizada pela Empresa. Além dos recursos federais, o Banco tem acesso a outras fontes de financiamento nos mercados interno e externo, por meio de parcerias e alianças com instituições nacionais e internacionais, incluindo instituições multilaterais, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O BNB é responsável pelo maior programa de microcrédito da América do Sul e o segundo da América Latina, o CrediAmigo, por meio do qual o Banco já emprestou mais de R$ 3,5 bilhões a microempreendedores. O BNB também opera o Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (Prodetur/NE), criado para estruturar o turismo da Região com recursos da ordem de US$ 800 milhões.
São clientes do Banco os agentes econômicos e institucionais e as pessoas físicas. Os agentes econômicos compreendem as empresas (micro, pequena, média e grande empresa), as associações e cooperativas. Os agentes institucionais englobam as entidades governamentais (federal, estadual e municipal) e não-governamentais. As pessoas físicas compreendem os produtores rurais (agricultor familiar, mini, pequeno, médio e grande produtor) e o empreendedor informal.
O BNB exerce trabalho de atração de investimentos, apóia a realização de estudos e pesquisas com recursos não-reembolsáveis e estrutura o desenvolvimento por meio de projetos de grande impacto. Mais que um agente de intermediação financeira, o BNB se propõe a prestar atendimento integrado a quem decide investir em sua área de atuação, disponibilizando uma base de conhecimentos sobre o Nordeste e as melhores oportunidades de investimento na Região.
A atual diretoria do BNB
O Banco do Nordeste celebra nesta terça-feira, 19, seus 64 anos. A instituição também comemora o montante de R$ 5,4 bilhões contratados, por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), no primeiro semestre de 2016, valor que representa crescimento de 7,3% em relação ao mesmo período de 2015.
Além do volume de investimentos, também houve aumento no número de contratações. Ao todo, foram realizadas 270,9 mil operações de crédito, o que equivale a um acréscimo de 8,1%. Os recursos beneficiaram 99,7% dos municípios da área de atuação do Banco do Nordeste, totalizando 1.984 municípios na região Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
Nas contratações por porte, o agrupamento Mini/Micro, Pequeno e Pequeno-Médio Produtor Rural e Empresa alcançaram R$ 3,4 bilhões de janeiro a junho de 2016. O volume representa 62,9% dos recursos aplicados pelo FNE no período e aponta aumento de 4,6% se comparado ao mesmo semestre de 2015. Nesse agrupamento, o porte Mini Produtor obteve um resultado superior em 9,9% em relação ao mesmo período de ano anterior. Já para o porte Micro Empresa, comparativamente ao mesmo semestre do ano anterior, o incremento registrado foi de 6,2%.
Comparando os valores aplicados por setor no primeiro semestre do ano em relação a 2015, os destaques são para o Turismo (37,7%), Agricultura (36,9%), Indústria (16,2%) e Agroindústria (15,1%).
Turismo
Dentre as atividades mais representativas do setor de Turismo, as que exibiram os maiores crescimentos em relação ao mesmo período do ano anterior foram: hospedagem (87,9%) e alimentação (6,4%).
Agricultura
Algumas atividades agrícolas se destacaram, entre as quais produção de grãos, fibras e têxteis e fruticultura. Considerando a área do Semiárido, a agricultura acumulou, até junho, 19.769 operações, com R$ 225,9 milhões aplicados.
Indústria
Extração de minerais metálicos; produção de bebidas, exceto agroindústria; eletroeletrônico; indústria de produtos alimentícios e de minerais não metálicos foram as atividades com o maior volume expressivo de aplicações no setor industrial. No Semiárido, até junho de 2016, o Banco aplicou R$ 115,9 milhões em 540 operações com recursos do FNE na Indústria.
Agroindústria
Do total destinado ao setor de Agroindústria pelo FNE, 41,2% foi voltado para clientes dos portes mini, micro, pequeno e pequeno-médio, somando R$ 18,4 milhões. No Semiárido, até junho de 2016, o setor agroindustrial acumulou R$ 17,7 milhões em aplicações com recursos do FNE.
Neste segmento, as atividades que apresentaram os maiores crescimentos em relação ao mesmo período do ano anterior foram: abate e preparação, produção de carne, aves e pescado; indústria combustível nuclear, refino de petróleo e álcool; laticínios; processamento e beneficiamento de óleos e gorduras vegetais e animais; processamento e beneficiamento de cana de açúcar; processamento e beneficiamento de frutas e hortaliças; moagem e beneficiamento; e fruticultura.
| MARCOS COSTA HOLANDA | Presidente |
| MANOEL LUCENA DOS SANTOS | Diretor de Controle e Risco |
| JOAQUIM ALFREDO DA CRUZ FILHO | Diretor de Negócios |
| LUIZ CARLOS EVERTON DE FARIAS | Diretor de Ativos de Terceiros |
| ROMILDO CARNEIRO ROLIM | Diretor Financeiro e de Crédito |
| FRANCISCO DAS CHAGAS SOARES | Diretor de Desenvolvimento Sustentável |
| ELIANE LIBÂNIO BRASIL DE MATOS | Diretor de Administração e Tecnologia da Informação |
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