Em Brasília desde a madrugada desta quinta-feira (28), o deputado Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela, disse que busca apoio para o restabelecimento da democracia venezuelana e seu retorno ao País.
No mês passado, o Tribunal Supremo de Justiça proibiu Guaidó de deixar a Venezuela e congelou suas contas. A Corte atendeu a um pedido do procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado do presidente Nicolás Maduro. Apesar da decisão judicial, o presidente interino foi à Colômbia para articular a entrega de ajuda humanitária na fronteira e participar do encontro do Grupo de Lima, em Bogotá. Mesmo correndo risco de ser preso, ele prometeu retornar à Venezuela em breve.
Guaidó, que será recebido à tarde pelo presidente Jair Bolsonaro, esteve na representação da União Europeia, com embaixadores de nações que consideram sua interinidade como legítima.
De acordo com aliados, Guaidó conta com apoio de 52 países, incluindo Brasil e Estados Unidos. "Viemos realizar importantes reuniões de trabalho para construir as condições e a cooperação internacional em nosso caminho para a liberdade", escreveu Guidó em sua conta no Twitter.
Guaidó estava na Colômbia, onde liderou a tentativa de entrega de ajuda humanitária aos venezuelanos, recusada por Nicolás Maduro. A Suprema Corte da Venezuela proibiu Gauidó de deixar o país, e ele corre o risco de ser preso ao retornar.
O venezuelano deve ficar em Brasília até esta sexta-feira (1) para uma série de reuniões. Ele deve se encontrar com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Apesar de o Brasil reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, o encontro não é considerado uma visita de Estado e acontece no gabinete de Bolsonaro. O também presidente da Assembleia Nacional da Venezuela ainda deve se encontrar com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
“Em nosso encontro com os embaixadores dos países da União Europeia, continuamos a fortalecer as relações com nações que reconheceram nossos esforços para recuperar a democracia na Venezuela e obter eleições livres”, escreveu. "Apreciamos o forte apoio internacional dado à nossa rota e apoio à ajuda humanitária. É hora de avançar para conseguir a cessação da usurpação que porá fim à crise na Venezuela, recuperará nosso país e estabilizará a região”, completou.
Mais cedo pelo Twitter, o ministro Ernesto Araújo disse que a diplomacia brasileira continua com seu "apoio irreversível e incondicional à libertação" do país vizinho.
Guaidó estava na Colômbia, onde liderou a tentativa de entrega de ajuda humanitária aos venezuelanos, recusada por Nicolás Maduro. A Suprema Corte da Venezuela proibiu Gauidó de deixar o país, e ele corre o risco de ser preso ao retornar.
O venezuelano deve ficar em Brasília até esta sexta-feira (1) para uma série de reuniões. Ele deve se encontrar com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
BOLSONARO - Jair Bolsonaro está reunido com o autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó. Ele chegou ao Palácio do Planalto às 13h50, acompanhado pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e passou pelo tapete vermelho estendido em uma das portarias laterais do edifício principal. Os Dragões da Independência fizeram as honras na entrada.
Apesar de o Brasil reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, o encontro não é considerado uma visita de Estado e acontece no gabinete de Bolsonaro. O também presidente da Assembleia Nacional da Venezuela ainda deve se encontrar com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
“Em nosso encontro com os embaixadores dos países da União Europeia, continuamos a fortalecer as relações com nações que reconheceram nossos esforços para recuperar a democracia na Venezuela e obter eleições livres”, escreveu. "Apreciamos o forte apoio internacional dado à nossa rota e apoio à ajuda humanitária. É hora de avançar para conseguir a cessação da usurpação que porá fim à crise na Venezuela, recuperará nosso país e estabilizará a região”, completou.
Mais cedo pelo Twitter, o ministro Ernesto Araújo disse que a diplomacia brasileira continua com seu "apoio irreversível e incondicional à libertação" do país vizinho.
No mês passado, o Tribunal Supremo de Justiça proibiu Guaidó de deixar a Venezuela e congelou suas contas. A Corte atendeu a um pedido do procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado do presidente Nicolás Maduro. Apesar da decisão judicial, o presidente interino foi à Colômbia para articular a entrega de ajuda humanitária na fronteira e participar do encontro do Grupo de Lima, em Bogotá. Mesmo correndo risco de ser preso, ele prometeu retornar à Venezuela em breve.
Com informações e foto da Agência Brasil.

Comentários
Postar um comentário