No discurso da presidente de O Povo, Luciana Dummar, durante o lançamento do Anuário do Ceará 2019-2020o anuncio o Guia de Investimentos de São Paulo:
Não interessa ao País, seja na Política, seja na Economia, na salubridade das relações pessoais, entre compatriotas, o ambiente tóxico do confronto movido por paixões vazias. Para nós que lidamos com passionalidades a todo o momento, há uma carga extra de gazes letais, contra os quais aplicamos oxigênio, o ar puro e benfazejo do Jornalismo.
Em momentos inflamáveis como este que ora vivemos, vem-me à memória o escritor George Orwell. Ele sabia bem qual o amálgama do totalitarismo e traduziu esta sabedoria em uma frase. “Se liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir”.
Nenhum Governo deve ser tratado com condescendência pela imprensa, nunca, jamais, sob pena de esta mesma imprensa perder sua legitimidade. Uma perda a por em risco a democracia que confere legalidade aos eleitos. As melhores gestões são aquelas cuja maturidade de seus governantes permite lidar com os incômodos do bom Jornalismo.
A propósito, bom Jornalismo, vivemos um tempo em que a conceituação se confunde com a definição do que é propriamente Jornalismo. Este necessário discernimento segue na ordem do dia, ou melhor, do minuto. O território livre da internet, ambiente onde atuamos com recordes de audiência e engajamento, é também espaço para falsas verdades. Também lá, o nosso histórico de confiabilidade é o nosso principal ativo. Notícia e opinião não são commodities.
Quanto mais acirrados os tempos, mais serenos ficamos. Quanto mais dicotômicos, mais equilibrados. À medida que avançam os movimentos de intolerância, mais ponderação buscamos. Aos arroubos da militância de internet, mais prudência.
É assim, indiferente a manadas e preso apenas aos nossos princípios, que o povo atua há 91 anos. Nosso papel tem mais do que dois lados, é plural, mas a escrita é única ela tem o interesse público como balizador de tudo o que produzimos.
Aplicamos este fundamento a cada dia com nossas edições impressas, a cada ano no Anuário do Ceará e a cada instante com nossos portais – do O Povo e do próprio anuário - e em nossas rádios, em Fortaleza, no Cariri e mais recentemente em Teresina. O Piauí marca o começo de nossa expansão além divisas e em breve uma nova e ousada incursão, com o lançamento do Guia de Investimentos de São Paulo.
Nesta expansão nacional São Paulo é só a primeira das praças e tem inspiração no muito bem sucedido projeto Anuário do Ceará. Um produto ancorado no rigor, na precisão e no design, marcas desta casa.
O Anuário do Ceará chega até vocês esta noite como uma celebração dos valores nos quais acreditamos e procuramos traduzir em forma de conteúdos.
Parabéns a toda a equipe responsável pelo Anuário, a quem abraço com a intensidade de quem vibra com o talento. Um abraço a Amaurício Cortez, seu editor de arte, à editora-executiva, Joelma Leal, e ao editor-geral, Jocélio Leal, a quem confio esta joia do O Povo".
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| Luciana Dummar com editor Jocélio Leal e vereador Antônio Henrique |
"Nunca o Jornalismo foi tão importante. Sinto isso e tenho a certeza: cada um de vocês aqui nesta noite percebe o mesmo em meio ao ambiente beligerante a contaminar palácios, parlamentos, ruas, mesas e até famílias. O papel do Jornalismo ganha envergadura determinante para que ponhamos pés no chão e mãos em bons apertos.
Não interessa ao País, seja na Política, seja na Economia, na salubridade das relações pessoais, entre compatriotas, o ambiente tóxico do confronto movido por paixões vazias. Para nós que lidamos com passionalidades a todo o momento, há uma carga extra de gazes letais, contra os quais aplicamos oxigênio, o ar puro e benfazejo do Jornalismo.
Em momentos inflamáveis como este que ora vivemos, vem-me à memória o escritor George Orwell. Ele sabia bem qual o amálgama do totalitarismo e traduziu esta sabedoria em uma frase. “Se liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir”.
Nenhum Governo deve ser tratado com condescendência pela imprensa, nunca, jamais, sob pena de esta mesma imprensa perder sua legitimidade. Uma perda a por em risco a democracia que confere legalidade aos eleitos. As melhores gestões são aquelas cuja maturidade de seus governantes permite lidar com os incômodos do bom Jornalismo.
A propósito, bom Jornalismo, vivemos um tempo em que a conceituação se confunde com a definição do que é propriamente Jornalismo. Este necessário discernimento segue na ordem do dia, ou melhor, do minuto. O território livre da internet, ambiente onde atuamos com recordes de audiência e engajamento, é também espaço para falsas verdades. Também lá, o nosso histórico de confiabilidade é o nosso principal ativo. Notícia e opinião não são commodities.
Quanto mais acirrados os tempos, mais serenos ficamos. Quanto mais dicotômicos, mais equilibrados. À medida que avançam os movimentos de intolerância, mais ponderação buscamos. Aos arroubos da militância de internet, mais prudência.
É assim, indiferente a manadas e preso apenas aos nossos princípios, que o povo atua há 91 anos. Nosso papel tem mais do que dois lados, é plural, mas a escrita é única ela tem o interesse público como balizador de tudo o que produzimos.
Aplicamos este fundamento a cada dia com nossas edições impressas, a cada ano no Anuário do Ceará e a cada instante com nossos portais – do O Povo e do próprio anuário - e em nossas rádios, em Fortaleza, no Cariri e mais recentemente em Teresina. O Piauí marca o começo de nossa expansão além divisas e em breve uma nova e ousada incursão, com o lançamento do Guia de Investimentos de São Paulo.
Nesta expansão nacional São Paulo é só a primeira das praças e tem inspiração no muito bem sucedido projeto Anuário do Ceará. Um produto ancorado no rigor, na precisão e no design, marcas desta casa.
O Anuário do Ceará chega até vocês esta noite como uma celebração dos valores nos quais acreditamos e procuramos traduzir em forma de conteúdos.
Parabéns a toda a equipe responsável pelo Anuário, a quem abraço com a intensidade de quem vibra com o talento. Um abraço a Amaurício Cortez, seu editor de arte, à editora-executiva, Joelma Leal, e ao editor-geral, Jocélio Leal, a quem confio esta joia do O Povo".

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