O atraso nos envios de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) para a produção de Coronavac no Butantan não é devido ao contrato com a parceira chinesa Sinovac, mas à falta de liberação burocrática.
Foi o que afirmou o presidente do Butantan, Dimas Covas, na manhã desta sexta-feira (14 de maio), ao acompanhar a entrega ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) de um novo lote contendo 1,1 milhão de doses da vacina do Butantan contra a Covid-19.
- O primeiro contrato foi cumprido com 12 dias de atraso. Do ponto de vista contratual, é um atraso absolutamente normal em um volume de 46 milhões de doses", explicou ele.
- O primeiro contrato foi cumprido com 12 dias de atraso. Do ponto de vista contratual, é um atraso absolutamente normal em um volume de 46 milhões de doses", explicou ele.
O segundo contrato, que foi assinado em fevereiro para o fornecimento de 54 milhões de doses, ainda está em andamento.
- Não temos nenhum problema na nossa relação contratual com a Sinovac. O problema é com a liberação de IFA, que tem que ser feita o mais rápido possível."
Se houver novos envios de matéria-prima da China em breve, o Butantan conseguirá manter o cronograma de entregas ao Ministério da Saúde.
Se houver novos envios de matéria-prima da China em breve, o Butantan conseguirá manter o cronograma de entregas ao Ministério da Saúde.
- Se o IFA chegar muito rapidamente, vamos recuperar o cronograma de maio e cumprir o cronograma de junho", afirmou Dimas.
- O Butantan procura atender as necessidades dos brasileiros produzindo vacinas sete dias por semana em quatro turnos. Acreditamos que a nova partida de matéria-prima possa chegar logo para que possamos retomar a produção", assinalou.
O carregamento desta sexta encerra o montante produzido a partir dos 3 mil litros de IFA recebidos da China em 19 de abril. Com isso, o instituto já entregou ao Governo Federal 47,2 milhões de vacinas contra o novo coronavírus. O novo lote faz parte do segundo contrato firmado entre Butantan e ministério, que prevê o fornecimento de 54 milhões de doses. O primeiro contrato, de 46 milhões de doses, foi integralizado em 12 de maio.
- Nesse momento, o que se atrasa é a previsão. Nós tínhamos uma previsão de entregar em maio 12 milhões de doses, mas vamos entregar um pouco mais de 5 milhões”, explicou Dimas Covas.
O carregamento desta sexta encerra o montante produzido a partir dos 3 mil litros de IFA recebidos da China em 19 de abril. Com isso, o instituto já entregou ao Governo Federal 47,2 milhões de vacinas contra o novo coronavírus. O novo lote faz parte do segundo contrato firmado entre Butantan e ministério, que prevê o fornecimento de 54 milhões de doses. O primeiro contrato, de 46 milhões de doses, foi integralizado em 12 de maio.
- Nesse momento, o que se atrasa é a previsão. Nós tínhamos uma previsão de entregar em maio 12 milhões de doses, mas vamos entregar um pouco mais de 5 milhões”, explicou Dimas Covas.
Os 10 mil litros de IFA que aguardam liberação para serem enviados da China correspondem à matéria-prima que falta para maio e ao que está previsto para junho.
Também acompanharam a saída dos caminhões contendo o novo lote de vacinas o governador de São Paulo, João Doria, o secretário Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, e a coordenadora geral do Programa Estadual de Imunização, Regiane Cardoso de Paula.

Butanvac - Durante a coletiva de imprensa, Dimas Covas falou sobre a produção da Butanvac, a nova vacina contra Covid-19 do Butantan, que não depende da importação de insumos e utiliza ovos de galinha em seu processo de fabricação. O presidente do instituto afirmou que 6 milhões de doses já foram produzidas e estão agora no controle de qualidade.
Dimas contou que o Butantan recebeu novos questionamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) referentes ao estudo clínico que vai atestar a eficácia e segurança da nova vacina.
- A Butanvac vai nos trazer independência total no segundo semestre. Nós temos uma grande capacidade de produção e podemos ajudar o país com essa vacina, que não dependerá da importação de matéria-prima", ressaltou Dimas Covas.
Também acompanharam a saída dos caminhões contendo o novo lote de vacinas o governador de São Paulo, João Doria, o secretário Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, e a coordenadora geral do Programa Estadual de Imunização, Regiane Cardoso de Paula.

Butanvac - Durante a coletiva de imprensa, Dimas Covas falou sobre a produção da Butanvac, a nova vacina contra Covid-19 do Butantan, que não depende da importação de insumos e utiliza ovos de galinha em seu processo de fabricação. O presidente do instituto afirmou que 6 milhões de doses já foram produzidas e estão agora no controle de qualidade.
Dimas contou que o Butantan recebeu novos questionamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) referentes ao estudo clínico que vai atestar a eficácia e segurança da nova vacina.
- A Butanvac vai nos trazer independência total no segundo semestre. Nós temos uma grande capacidade de produção e podemos ajudar o país com essa vacina, que não dependerá da importação de matéria-prima", ressaltou Dimas Covas.
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