Em parceria com o ambulatório de Estomaterapia do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Fametro (Unifametro), a Universidade Federal do Ceará (UFC) está promovendo um estudo intitulado: "Avaliação da eficácia do curativo de biomembrana de proteínas do látex Calotropis Procera no tratamento de úlceras venosas”.
A pesquisa tem a iniciativa da mestranda Lidia Sousa Pinheiro, e dos doutores Márcio Viana Ramos, Nylane Maria Nunes de Alencar e Luciana Catunda Gomes de Menezes, também responsável pela coordenação do Ambulatório de Estomaterapia da Unifametro e docente do Curso de Enfermagem.
De acordo com a professora Luciana Catunda, a primeira pesquisa sobre o tratamento aconteceu logo após a inauguração do ambulatório para pessoas com Diabetes, ainda em 2019. Neste ano, o estudo acontece com um o mesmo grupo de pesquisadores do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM) dos cursos de farmacologia e bioquímica da UFC e da Unifametro.
- A Pesquisa já tem autorização do comitê de ética de ambas as universidades para iniciar. O momento começa com a observação de reação alérgica à biomembrana nos pacientes”, sinalizou a profissional.
A planta, chamada Calotropis Procera, é conhecida popularmente como algodoeiro e tem grande popularidade no Nordeste. O látex dela é bastante encontrado no país, resultando em baixos custos de produção. A biomembrana de proteínas isoladas do látex é produzida na UFC e encaminhada para o ambulatório da Unifametro para uso na Pesquisa.
- Essa Pesquisa, que tem a participação dos alunos de graduação e pós-graduação do curso de enfermagem da Unifametro, é importante em diversos aspectos. Porém, podemos destacar alguns pontos como: a melhora da cicatrização das lesões venosas e a qualidade de vida dessas pessoas”, destaca Luciana Catunda.
De acordo com Luciana Catunda, o objetivo é comparar a ação do tratamento na capacidade de preparo do leito da úlcera, cicatrização, controle da exsudação, dor e avaliar possíveis eventos adversos locais relacionados ao tratamento.
- Pesquisadores da UFC já testaram a eficácia da biomembrana em animais. Eles pretendem oferecer essa solução como um tipo de cobertura muito barata para o Sistema Único de Saúde (SUS), o que representa o grande diferencial da pesquisa”, explica a professora da Unifametro, Luciana Catunda.
A pesquisa tem a iniciativa da mestranda Lidia Sousa Pinheiro, e dos doutores Márcio Viana Ramos, Nylane Maria Nunes de Alencar e Luciana Catunda Gomes de Menezes, também responsável pela coordenação do Ambulatório de Estomaterapia da Unifametro e docente do Curso de Enfermagem.
De acordo com a professora Luciana Catunda, a primeira pesquisa sobre o tratamento aconteceu logo após a inauguração do ambulatório para pessoas com Diabetes, ainda em 2019. Neste ano, o estudo acontece com um o mesmo grupo de pesquisadores do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM) dos cursos de farmacologia e bioquímica da UFC e da Unifametro.
- A Pesquisa já tem autorização do comitê de ética de ambas as universidades para iniciar. O momento começa com a observação de reação alérgica à biomembrana nos pacientes”, sinalizou a profissional.
A planta, chamada Calotropis Procera, é conhecida popularmente como algodoeiro e tem grande popularidade no Nordeste. O látex dela é bastante encontrado no país, resultando em baixos custos de produção. A biomembrana de proteínas isoladas do látex é produzida na UFC e encaminhada para o ambulatório da Unifametro para uso na Pesquisa.
- Essa Pesquisa, que tem a participação dos alunos de graduação e pós-graduação do curso de enfermagem da Unifametro, é importante em diversos aspectos. Porém, podemos destacar alguns pontos como: a melhora da cicatrização das lesões venosas e a qualidade de vida dessas pessoas”, destaca Luciana Catunda.
De acordo com Luciana Catunda, o objetivo é comparar a ação do tratamento na capacidade de preparo do leito da úlcera, cicatrização, controle da exsudação, dor e avaliar possíveis eventos adversos locais relacionados ao tratamento.
- Pesquisadores da UFC já testaram a eficácia da biomembrana em animais. Eles pretendem oferecer essa solução como um tipo de cobertura muito barata para o Sistema Único de Saúde (SUS), o que representa o grande diferencial da pesquisa”, explica a professora da Unifametro, Luciana Catunda.

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