A redação da cláusula que trata do assunto foi acordada no dia 19 de julho, prevendo o registro do Código no 6º Ofício de Notas (Cartório Melo Júnior - Fortaleza), bem como que ele venha a constar no Estatuto do Sindicato, o que deverá ser assegurado por meio de assembleia com votação entre a categoria.
O tema pautou a reunião da Comissão de Ética dos Jornalistas do Ceará nesta quinta-feira (26), quando seus integrantes Salomão de Castro, Anderson Sandes, Mara Cristina, Telma Costa e Chico Alves receberam esclarecimentos sobre a negociação do assessor jurídico do Sindjorce, Carlos Chagas, e do secretário-geral da entidade, Rafael Mesquita. No encontro, a Comissão aprovou o processo que envolveu a diretoria do Sindjorce e a assessoria jurídica da entidade.
A Comissão de Ética participou do processo desde 14 de junho, quando Salomão de Castro e Mara Cristina, presidente e secretária do colegiado, respectivamente, estiveram reunidos com a presidente do Sindjorce, Samira de Castro, para tratar das possibilidades de negociação acerca do tratamento do Código de Ética na CCT de Rádio e TV.
Em quatro de julho, Salomão de Castro, Samira de Castro e Rafael Mesquita estiveram reunidos com a diretoria da Associação Cearense de Emissoras de Rádio e TV (Acert), quando foram avaliadas possibilidades em relação ao tema, sendo relatada contribuição obtida por negociação que envolveu Convenção Coletiva de Trabalho similar firmada no Paraná.
Posteriormente, a redação da cláusula surgiu por iniciativa do assessor jurídico do Sindjorce, Carlos Chagas, sendo efetivada em 19 de julho, em nova reunião da comissão que reúne membros do Sindjorce e representantes das entidades patronais. “Este foi um processo maduro e que envolveu diversas etapas. A Comissão de Ética reafirmou o seu papel de defesa do Código e contou com o apoio de colegiados de outros estados”, avalia Salomão de Castro.
Com informações da Associação Cearense de Imprensa (ACI).

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