A Norma Regulamentadora (NR-1), que estabelece as disposições gerais de Segurança e Saúde no Trabalho, passou por uma atualização significativa e agora amplia o olhar das empresas para além dos riscos físicos e operacionais. A partir da nova diretriz, os chamados riscos psicossociais, como estresse crônico, assédio moral, sobrecarga de Trabalho e ambientes organizacionais tóxicos, passam a integrar oficialmente o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Na prática, isso significa, que as empresas precisam identificar, avaliar, documentar e adotar medidas preventivas também em relação aos impactos emocionais e mentais do Trabalho sobre os colaboradores. O descumprimento pode gerar multas administrativas, autos de infração, interdição de atividades e até servir como base para ações trabalhistas e indenizações por danos morais.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Estresse relacionado ao Trabalho é responsável por perdas globais estimadas em US$ 1 trilhão por ano em produtividade.
Na prática, isso significa, que as empresas precisam identificar, avaliar, documentar e adotar medidas preventivas também em relação aos impactos emocionais e mentais do Trabalho sobre os colaboradores. O descumprimento pode gerar multas administrativas, autos de infração, interdição de atividades e até servir como base para ações trabalhistas e indenizações por danos morais.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Estresse relacionado ao Trabalho é responsável por perdas globais estimadas em US$ 1 trilhão por ano em produtividade.
No Brasil, levantamentos recentes mostram, que os afastamentos por transtornos mentais já figuram entre as principais causas de licenças pelo Instituto Nacional do Seguro Social-INSS, evidenciando um problema, que deixou de ser invisível.
Segundo o CEO da CUIDARH, Pedro Júnior (foto), a atualização da NR-1 marca uma virada importante na forma como as empresas devem encarar a gestão de pessoas.
- A nova NR-1 deixa claro, que Saúde Mental não é mais um tema subjetivo ou opcional. As organizações agora têm responsabilidade legal sobre o ambiente psicológico, que oferecem. Ignorar isso pode gerar impactos financeiros, jurídicos e, principalmente, humanos”, destaca.
A norma exige, que as empresas adotem ações práticas, como diagnósticos organizacionais, políticas claras de prevenção ao assédio, treinamentos de lideranças, canais de escuta e acompanhamento contínuo do Clima e da Saúde Emocional das equipes. Não se trata apenas de cumprir uma exigência legal, mas de criar ambientes mais sustentáveis e produtivos.
Para a psicóloga Mirna Tinoco, da MentSaúde, a mudança também representa um avanço estrutural na forma como o ambiente de Trabalho é analisado.
- Fatores antes invisibilizados passam a ter o mesmo peso legal, que riscos físicos ou ergonômicos, o que exige das empresas processos estruturados de identificação, avaliação e ações preventivas contínuas. Não basta olhar apenas para o fazer, mas para como o Trabalho é vivido pelas pessoas”, explica. Pedro Júnior.
Especialistas alertam, que muitas empresas ainda subestimam a atualização da NR-1, tratando a Saúde Mental apenas como ação pontual ou benefício. No entanto, a nova exigência reforça, que gestão emocional, prevenção e cultura organizacional passam a fazer parte do Compliance Trabalhista.
Com a mudança, organizações, que se antecipam e estruturam políticas sólidas de cuidado não apenas reduzem riscos legais, mas também fortalecem sua marca empregadora e melhoram indicadores como produtividade, engajamento e retenção de talentos.
Segundo o CEO da CUIDARH, Pedro Júnior (foto), a atualização da NR-1 marca uma virada importante na forma como as empresas devem encarar a gestão de pessoas.
- A nova NR-1 deixa claro, que Saúde Mental não é mais um tema subjetivo ou opcional. As organizações agora têm responsabilidade legal sobre o ambiente psicológico, que oferecem. Ignorar isso pode gerar impactos financeiros, jurídicos e, principalmente, humanos”, destaca.
A norma exige, que as empresas adotem ações práticas, como diagnósticos organizacionais, políticas claras de prevenção ao assédio, treinamentos de lideranças, canais de escuta e acompanhamento contínuo do Clima e da Saúde Emocional das equipes. Não se trata apenas de cumprir uma exigência legal, mas de criar ambientes mais sustentáveis e produtivos.
Para a psicóloga Mirna Tinoco, da MentSaúde, a mudança também representa um avanço estrutural na forma como o ambiente de Trabalho é analisado.
- Fatores antes invisibilizados passam a ter o mesmo peso legal, que riscos físicos ou ergonômicos, o que exige das empresas processos estruturados de identificação, avaliação e ações preventivas contínuas. Não basta olhar apenas para o fazer, mas para como o Trabalho é vivido pelas pessoas”, explica. Pedro Júnior.
Especialistas alertam, que muitas empresas ainda subestimam a atualização da NR-1, tratando a Saúde Mental apenas como ação pontual ou benefício. No entanto, a nova exigência reforça, que gestão emocional, prevenção e cultura organizacional passam a fazer parte do Compliance Trabalhista.
Com a mudança, organizações, que se antecipam e estruturam políticas sólidas de cuidado não apenas reduzem riscos legais, mas também fortalecem sua marca empregadora e melhoram indicadores como produtividade, engajamento e retenção de talentos.

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