Em um mês (19 de março até esta sexta-feira-19 de abril) o Ceará registrou mais de 250 abalos sísmicos na Região Central-Metropolitana pegando Boa Viagem, Quixeramobim, Chorozinho, Madalena e Pedra Branca.
São terremotos que variam de menos um grau a mais de três graus. Na madrugada desta sexta-feira ocorreu um novo tremor no Ceará, desta vez de magnitude preliminar 3.3 graus. Esse tremor foi sentido em localidades de Quixeramobim, Madalena e Boa Viagem e registrado por diversas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) operadas pela Laboratório Sismológico do Nordeste (LabSis), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), inclusive a Estação de Itapé (NBIT), a aproximadamente 1.100 quilômetros do epicentro.
Quando o tremor ocorreu a população das proximidades da área epicentral acionou o pesquisador do LabSis, Eduardo Menezes, narrando o que tinha ocorrido. Eduardo entrou em contato com Francisco Brandão, da Defesa Civil do Ceará, bem como com as defesas civis de Quixeramobim, Madalena e Boa Viagem.
"Como temos dito, é impossível prever como essa atividade sísmica vai progredir, podendo parar de repente, se manter mas no nível de magnitude atual ou mesmo recrudescer podendo haver sismos de magnitude maior que a até agora observada. Só o tempo dirá qual das hipóteses era a verdadeira", destacam em nota os pesquisadores da LabSis.
Segundo o LabSis, os terremotos no Ceará ocorrem devido a fossas subterrâneas que estão constantemente em atividade. Estas fossas são ligadas ao encontro das placas tectônicas no Oceano Atlântico, que ligam a América do Sul a África.
O LabSis instalou seis estações sismológicas na região para estudar os fenômenos: "Como sempre afirmamos, é impossível saber como evoluirá a atual atividade sísmica que está sendo estudada. Em áreas de estudo sempre fazemos palestras, junto com a defesa civil, visando esclarecer o que está ocorrendo para a população", destaca o pesquisador da UFRN, Joaquim Ferreira.
São terremotos que variam de menos um grau a mais de três graus. Na madrugada desta sexta-feira ocorreu um novo tremor no Ceará, desta vez de magnitude preliminar 3.3 graus. Esse tremor foi sentido em localidades de Quixeramobim, Madalena e Boa Viagem e registrado por diversas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) operadas pela Laboratório Sismológico do Nordeste (LabSis), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), inclusive a Estação de Itapé (NBIT), a aproximadamente 1.100 quilômetros do epicentro.
Registro do dia 19de abril da Estação de Pedra Branca (NBPB)
Mapa de localização epicentral. O epicentro está representado pela estrela vermelha. O triângulo vermelho mostra a localização da estação de Pedra Branca (NBPB.) Os triângulos verdes representam as estações sismográficas instaladas na região
Quando o tremor ocorreu a população das proximidades da área epicentral acionou o pesquisador do LabSis, Eduardo Menezes, narrando o que tinha ocorrido. Eduardo entrou em contato com Francisco Brandão, da Defesa Civil do Ceará, bem como com as defesas civis de Quixeramobim, Madalena e Boa Viagem.
"Como temos dito, é impossível prever como essa atividade sísmica vai progredir, podendo parar de repente, se manter mas no nível de magnitude atual ou mesmo recrudescer podendo haver sismos de magnitude maior que a até agora observada. Só o tempo dirá qual das hipóteses era a verdadeira", destacam em nota os pesquisadores da LabSis.
Segundo o LabSis, os terremotos no Ceará ocorrem devido a fossas subterrâneas que estão constantemente em atividade. Estas fossas são ligadas ao encontro das placas tectônicas no Oceano Atlântico, que ligam a América do Sul a África.
O LabSis instalou seis estações sismológicas na região para estudar os fenômenos: "Como sempre afirmamos, é impossível saber como evoluirá a atual atividade sísmica que está sendo estudada. Em áreas de estudo sempre fazemos palestras, junto com a defesa civil, visando esclarecer o que está ocorrendo para a população", destaca o pesquisador da UFRN, Joaquim Ferreira.


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