De forma leve e descontraída, o espetáculo “Ibirapema, o forró que eu faltei” propõe a retomada do legado cultural do forró, por meio da mistura de danças, toques, cantos e memórias ancestrais. O palco da apresentação será o Centro Cultural Banco do Nordeste, nos dias 22 e 23 de fevereiro, às 18h. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos uma hora antes do início do espetáculo.
O espetáculo é um projeto estético cênico que articula matrizes da cultura popular que influenciam e compõem o forró. Assinado pela Omí Cia. de Dança, a obra foi desenvolvida em parceria com o Porto Iracema das Artes, em 2016. A ideia é traçar uma trajetória histórica com objetivo de articular as danças contemporâneas por intermédio dos elementos pertencentes às tradições populares.
O diretor da Cia. de Dança, Éder Soares, define o espetáculo como uma forma de descrever o forró de maneira inusitada. “A apresentação é uma mescla de dança, teatro e música baseado nas culturas populares e inseridos no mesmo contexto. O nome escolhido, Ibirapema, é um instrumento executor que os índios usavam em rituais, era o ponto máximo da festa que contava com danças e cantos”, explica.
A programação completa do Centro Cultural Banco do Nordeste pode ser conferida na internet no endereço: www.bnb.gov.br/centro-cultural/agenda-fevereiro2018.
Serviço:
“Ibirapema, o forró que eu faltei”
Data: 22 e 23 de fevereiro, quinta e sexta-feira, às 18h.
Endereço: Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza (Rua Conde D'Eu, 560, Centro - Fortaleza-CE).
Entrada gratuita.
Mais informações: 3209-3500
O espetáculo é um projeto estético cênico que articula matrizes da cultura popular que influenciam e compõem o forró. Assinado pela Omí Cia. de Dança, a obra foi desenvolvida em parceria com o Porto Iracema das Artes, em 2016. A ideia é traçar uma trajetória histórica com objetivo de articular as danças contemporâneas por intermédio dos elementos pertencentes às tradições populares.
O diretor da Cia. de Dança, Éder Soares, define o espetáculo como uma forma de descrever o forró de maneira inusitada. “A apresentação é uma mescla de dança, teatro e música baseado nas culturas populares e inseridos no mesmo contexto. O nome escolhido, Ibirapema, é um instrumento executor que os índios usavam em rituais, era o ponto máximo da festa que contava com danças e cantos”, explica.
A programação completa do Centro Cultural Banco do Nordeste pode ser conferida na internet no endereço: www.bnb.gov.br/centro-cultural/agenda-fevereiro2018.
Serviço:
“Ibirapema, o forró que eu faltei”
Data: 22 e 23 de fevereiro, quinta e sexta-feira, às 18h.
Endereço: Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza (Rua Conde D'Eu, 560, Centro - Fortaleza-CE).
Entrada gratuita.
Mais informações: 3209-3500
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