O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, avançou 1,3 ponto em fevereiro de 2018, para 93,1 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (95,9).
“Os sinais de recuperação dos indicadores de confiança são ainda moderados, sugerindo continuidade da tendência de recuperação gradual no ritmo de atividade. Um efeito importante da melhora do humor das empresas é a melhora do indicador de ímpeto de contratação para os próximos três meses, que atingiu o maior nível desde agosto de 2014”, analisa Silvio Sales, consultor da FGV IBRE.
Houve alta da confiança em 5 das 13 principais atividades pesquisadas. “Ao contrário do que vinha ocorrendo nos últimos meses, em fevereiro o crescimento da confiança esteve menos disseminado, concentrando-se em 38% dos segmentos pesquisados”, afirma Silvio Sales, consultor da FGV IBRE.
O desempenho positivo foi influenciado pela melhora tanto da situação atual quanto das perspectivas de curto prazo. O Índice da Situação Atual (ISA-S) subiu 1,2 ponto em fevereiro, para 87,4 pontos; o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 1,5 ponto, retornando ao patamar de março de 2014 (98,9 pontos).
O destaque no ISA-S foi o indicador que mede o volume de demanda atual, que avançou 1,5 ponto, para 87,2 pontos. No caso do IE-S, a maior contribuição foi dada pelo indicador que mede o otimismo em relação à situação dos negócios nos seis meses seguintes, que subiu 2,0 pontos, para 101,1 pontos, ultrapassando a barreira dos 100 pontos pela primeira vez desde fevereiro de 2014 (101,8 pontos).
O NUCI do setor de Serviços variou -0,1 ponto percentual (p.p.) em fevereiro, para 82,2%.
Expectativas de contratações aumentando
Além da melhora dos quatro indicadores que integram o ICS, um outro sinalizador da evolução favorável do setor é o indicador que mede o ímpeto de contratações, que cresceu novamente em fevereiro, alcançando um saldo de 5,6 pontos entre empresas prevendo aumento/redução do quadro de pessoal. “Este movimento é relevante porque o setor de Serviços é o que mais emprega na economia. A evolução favorável vem sendo confirmada, com defasagem, pelos números recentes do emprego formal (CAGED), que apontam para o início de uma fase de recuperação do contingente de ocupados no setor”, observa Silvio Sales.
A edição de fevereiro de 2018 coletou informações de 1941 empresas entre os dias 01 e 23 deste mês.
A próxima divulgação da Sondagem de Serviços ocorrerá em 28 de março de 2018.
“Os sinais de recuperação dos indicadores de confiança são ainda moderados, sugerindo continuidade da tendência de recuperação gradual no ritmo de atividade. Um efeito importante da melhora do humor das empresas é a melhora do indicador de ímpeto de contratação para os próximos três meses, que atingiu o maior nível desde agosto de 2014”, analisa Silvio Sales, consultor da FGV IBRE.
Houve alta da confiança em 5 das 13 principais atividades pesquisadas. “Ao contrário do que vinha ocorrendo nos últimos meses, em fevereiro o crescimento da confiança esteve menos disseminado, concentrando-se em 38% dos segmentos pesquisados”, afirma Silvio Sales, consultor da FGV IBRE.
O desempenho positivo foi influenciado pela melhora tanto da situação atual quanto das perspectivas de curto prazo. O Índice da Situação Atual (ISA-S) subiu 1,2 ponto em fevereiro, para 87,4 pontos; o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 1,5 ponto, retornando ao patamar de março de 2014 (98,9 pontos).
O destaque no ISA-S foi o indicador que mede o volume de demanda atual, que avançou 1,5 ponto, para 87,2 pontos. No caso do IE-S, a maior contribuição foi dada pelo indicador que mede o otimismo em relação à situação dos negócios nos seis meses seguintes, que subiu 2,0 pontos, para 101,1 pontos, ultrapassando a barreira dos 100 pontos pela primeira vez desde fevereiro de 2014 (101,8 pontos).
O NUCI do setor de Serviços variou -0,1 ponto percentual (p.p.) em fevereiro, para 82,2%.
Expectativas de contratações aumentando
Além da melhora dos quatro indicadores que integram o ICS, um outro sinalizador da evolução favorável do setor é o indicador que mede o ímpeto de contratações, que cresceu novamente em fevereiro, alcançando um saldo de 5,6 pontos entre empresas prevendo aumento/redução do quadro de pessoal. “Este movimento é relevante porque o setor de Serviços é o que mais emprega na economia. A evolução favorável vem sendo confirmada, com defasagem, pelos números recentes do emprego formal (CAGED), que apontam para o início de uma fase de recuperação do contingente de ocupados no setor”, observa Silvio Sales.
A edição de fevereiro de 2018 coletou informações de 1941 empresas entre os dias 01 e 23 deste mês.
A próxima divulgação da Sondagem de Serviços ocorrerá em 28 de março de 2018.
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