O Índice Nacional de Custo da Construção–Mensal (INCC-M) subiu 0,17% em setembro, abaixo do resultado do mês anterior, que foi de 0,30%.
O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços teve variação de 0,38%, abaixo do mês anterior, quando a alta chegou a 0,65%.
O índice referente à Mão de Obra não registrou variação pelo segundo mês consecutivo.
Materiais, Equipamentos e Serviços - No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a variação correspondente a Materiais e Equipamentos foi de 0,39%, ante 0,73% no mês anterior. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 1,00% para 0,36%.
A variação relativa a Serviços passou de 0,33%, em agosto, para 0,31%, em setembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração da taxa do subitem refeição pronta no local de trabalho, a qual passou de 0,61% para 0,18%.
Mão de obra - O índice referente à Mão de Obra não registrou variação pelo segundo mês consecutivo.
Capitais - Quatro capitais apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida Salvador, Recife e Rio de Janeiro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.
Materiais, Equipamentos e Serviços - No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a variação correspondente a Materiais e Equipamentos foi de 0,39%, ante 0,73% no mês anterior. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 1,00% para 0,36%.
A variação relativa a Serviços passou de 0,33%, em agosto, para 0,31%, em setembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração da taxa do subitem refeição pronta no local de trabalho, a qual passou de 0,61% para 0,18%.
Mão de obra - O índice referente à Mão de Obra não registrou variação pelo segundo mês consecutivo.
Capitais - Quatro capitais apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida Salvador, Recife e Rio de Janeiro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.
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