Devido ao rompimento da barragem em Brumadinho (MG), a Agência Nacional de Águas (ANA) realiza monitoramento da pluma de sedimentos ao longo do Rio Paraopeba (foto Funai), afluente do Rio São Francisco.
O monitoramento é feito por equipes de campo em pontos de interesse ao longo do curso d’água. Na calha do Paraopeba existem estações da Rede Hidrometeorológica Nacional
operadas pela CPRM em parceria com a ANA. Também atuam em
parceria neste trabalho de monitoramento: o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM)
e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).
Dados recebidos das equipes de campo ao meio-dia desta quarta-feira (30) indicam que a pluma está cerca de quatro quilômetros a
montante da ponte da MG‐060 sobre o Paraopeba, em São José da Varginha.
Apesar do aumento da turbidez, os valores medidos se encontram num intervalo
normalmente averiguado nos períodos secos do ano. Ressalta‐se que estão sendo utilizados os
valores do período seco, pois janeiro/2019 apresentou precipitação acumulada até o presente
momento de 32% da média histórica.
TERCEIRO - O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM) divulgou na noite da quarta-feira (30) o Informativo nº3, com dados sobre a qualidade da água no Rio Paraopeba (MG), que evidenciou a presença de metais em concentração superiores àquelas estabelecidas nas regras de enquadramento do rio.
A análise feita pelas entidades estaduais e federais que monitoram a qualidade da água no rio desde a ocorrência do evento na barragem Mina do Córrego do Feijão (Brumadinho/MG) aponta o decaimento da concentração desses metais. Comportamento semelhante foi apurado no rio Doce, após o incidente ocorrido em 2015, de ruptura de barragem de rejeitos de mineração.
O Governo do Estado de Minas Gerais, através da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e da Secretaria de Estado de Saúde (SES) emitiram nota orientando a população sobre como proceder quanto ao uso da água no rio.
As medidas apontadas pelo Governo do Estado de Minas Gerais e as recomendações feitas pelas entidades estaduais são acautelatórias e oportunas. A Agência Nacional de Águas (ANA) continuará monitorando as condições da qualidade de água no Rio Paraopeba através das entidades competentes.
Os boletins produzidos pelo IGAM em parceria com a ANA, com o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e com a Companhia de Saneamento do Estado de Minas Gerais (COPASA) estão sendo atualizados no site http://www3.ana.gov.br/portal/ANA/rioparaopeba.
TERCEIRO - O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM) divulgou na noite da quarta-feira (30) o Informativo nº3, com dados sobre a qualidade da água no Rio Paraopeba (MG), que evidenciou a presença de metais em concentração superiores àquelas estabelecidas nas regras de enquadramento do rio.
A análise feita pelas entidades estaduais e federais que monitoram a qualidade da água no rio desde a ocorrência do evento na barragem Mina do Córrego do Feijão (Brumadinho/MG) aponta o decaimento da concentração desses metais. Comportamento semelhante foi apurado no rio Doce, após o incidente ocorrido em 2015, de ruptura de barragem de rejeitos de mineração.
O Governo do Estado de Minas Gerais, através da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e da Secretaria de Estado de Saúde (SES) emitiram nota orientando a população sobre como proceder quanto ao uso da água no rio.
As medidas apontadas pelo Governo do Estado de Minas Gerais e as recomendações feitas pelas entidades estaduais são acautelatórias e oportunas. A Agência Nacional de Águas (ANA) continuará monitorando as condições da qualidade de água no Rio Paraopeba através das entidades competentes.
Os boletins produzidos pelo IGAM em parceria com a ANA, com o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e com a Companhia de Saneamento do Estado de Minas Gerais (COPASA) estão sendo atualizados no site http://www3.ana.gov.br/portal/ANA/rioparaopeba.

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