Há 91 anos, O Povo começava a circular nas ruas de Fortaleza. Criado por Demócrito Rocha (1928-1943), em 7 de janeiro de 1928, O Povo, jornal mais antigo a circular no Ceará, completa mais um ano rumo ao centenário. Em meio a tantas mudanças no processo de consumir informação, a jornalista Daniela Nogueira inicia um novo mandato como ombudsman de O Povo.
Em seu terceiro mandato (2014, 2018 e 2019), ela afirma que "para 2019, diante de um novo governo, em um cenário que nos obriga a estabelecer novas formas de comunicação, continuamos a ter novos desafios. E é bom que existam".
"Além de reforçar o compromisso com a credibilidade e com a qualidade do jornalismo feito pelo O Povo, garantir o papel de um ombudsman é fortalecer o debate de questões mais amplas na área da imprensa e de como a notícia é percebida hoje", destaca a diretora-executiva da Redação do O Povo, Ana Naddaf.
Fazer críticas ao jornal é apenas um dos deveres do ombudsman. Ele tem o poder de usar a coluna semanal para, também, dar voz ao leitor mostrando que ele está sendo ouvido. Atualmente, o ombudsman é responsável por todas as plataformas do Grupo de Comunicação O Povo (GCOP) - O Povo, O Povo Online, Rádio O Povo/CBN, Rádio NovaBrasil FM Fortaleza e TV O Povo, além das redes sociais do Grupo.
No O Povo, o ombudsman também participa do Conselho de Leitores, que foi criado em 1998, e é mais um canal de diálogo entre a sociedade e O Povo. Os conselheiros são escolhidos em votação interna feita no Grupo de Comunicação O Povo e se reúnem mensalmente, além de debaterem diariamente assuntos via e-mail, analisando o conteúdo editorial do O Povo.
Quinze jornalistas já ocuparam o cargo de ombudsman no O Povo em 25 anos de criação. A manutenção do ombudsman "mostra a preocupação em garantir a qualidade e credibilidade do Jornalismo do O Povo e reforça o compromisso do diálogo com o leitor", ressalta Ana Naddaf.
Daniela destaca a importância de refletir sobre o momento atual e a prática do jornalismo em tempos de fake news. "Ter de provar a credibilidade a todo instante foi tarefa constante. A proliferação das notícias falsas e a tentativa de minimizar os danos causados por elas foram um fenômeno que levaram o jornalismo a encontrar maneiras de fazer com que o público não aceitasse a credibilidade que tanto alega", enfatiza.
Em seu terceiro mandato (2014, 2018 e 2019), ela afirma que "para 2019, diante de um novo governo, em um cenário que nos obriga a estabelecer novas formas de comunicação, continuamos a ter novos desafios. E é bom que existam".
"Além de reforçar o compromisso com a credibilidade e com a qualidade do jornalismo feito pelo O Povo, garantir o papel de um ombudsman é fortalecer o debate de questões mais amplas na área da imprensa e de como a notícia é percebida hoje", destaca a diretora-executiva da Redação do O Povo, Ana Naddaf.
Fazer críticas ao jornal é apenas um dos deveres do ombudsman. Ele tem o poder de usar a coluna semanal para, também, dar voz ao leitor mostrando que ele está sendo ouvido. Atualmente, o ombudsman é responsável por todas as plataformas do Grupo de Comunicação O Povo (GCOP) - O Povo, O Povo Online, Rádio O Povo/CBN, Rádio NovaBrasil FM Fortaleza e TV O Povo, além das redes sociais do Grupo.
No O Povo, o ombudsman também participa do Conselho de Leitores, que foi criado em 1998, e é mais um canal de diálogo entre a sociedade e O Povo. Os conselheiros são escolhidos em votação interna feita no Grupo de Comunicação O Povo e se reúnem mensalmente, além de debaterem diariamente assuntos via e-mail, analisando o conteúdo editorial do O Povo.
Quinze jornalistas já ocuparam o cargo de ombudsman no O Povo em 25 anos de criação. A manutenção do ombudsman "mostra a preocupação em garantir a qualidade e credibilidade do Jornalismo do O Povo e reforça o compromisso do diálogo com o leitor", ressalta Ana Naddaf.
Com informações da Assessoria de Imprensa de O Povo.
Comentários
Postar um comentário