O Brasil é tetracampeão mundial Sub 17 (1997-1999-2003 e 2019). Na final neste domingo (17) à noite, no Estádio Bezerrão, em Brasília (DF) ganhou de virada do México por dois a um. Marcaram para o Brasil no segundo tempo, Kaio Jorge, de pênalti; e Lázaro (fotos Alexandre Loureiro).
Para esta partida, o técnico Guilherme Dalla Déa contou com todos os 20 jogadores que estão com a delegação da Seleção Brasileira. Apenas o atacante Talles Magno, que deixou o grupo com uma lesão na coxa direita, não estave à disposição do treinador.
Para o técnico, foi fundamental demonstrar muito equilíbrio emocional neste jogo. E o Brasil tem se provado nesse aspecto. Não foi à toa que a Seleção virou o placar em dois dos três duelos de mata-mata disputados até aqui: as duas vitórias por 3 a 2 sobre Chile e França.
"Dentro da Copa, tivemos muitas adversidades. E a equipe mostrou equilíbrio emocional. Sinto todos eles muito preparados para esse momento. Fizemos uma grande final. O México é uma equipe muito tradicional nessa categoria e ganhamos de virada", destaca Dalla Déa.
Com a vitória sobre a México, o Brasil se tornou o único time com 100% de aproveitamento nesta Copa do Mundo. São 19 gols marcados em sete jogos, uma média de quase três tentos por partida. Em toda a competição, o Brasil se destacou pelo jogo ofensivo, como é da cultura do futebol brasileiro.
Na final, Dalla Déa não quis que a Seleção mudasse sua característica. Com muito respeito ao time do México, a ideia foi repetir as atuações da campanha, com muita intensidade, precisão e poderio ofensivo.
"A gente chegou muito forte, com cem por cento de aproveitamento, é nesse momento que fizemos a diferença. O que passou, passou. Respeitamos. TDeixamos a nossa história dentro da Seleção Brasileira. A história sempre tem o vencedor e é disso que vamos em busca, de fazer um grande jogo e conquistar esse título", frisa Déa.
O confronto reuniu duas das três maiores campeãs da história da competição. O Brasil tem quatro títulos da Copa do Mundo Sub-17 (1997-1999-2003-2019), enquanto o México é bicampeão (2005-2011) do torneio. O Brasil se aproxima da Nigéria, que tem cinco conquistas (1985-1993-2007-2013-2017.
Para o técnico, foi fundamental demonstrar muito equilíbrio emocional neste jogo. E o Brasil tem se provado nesse aspecto. Não foi à toa que a Seleção virou o placar em dois dos três duelos de mata-mata disputados até aqui: as duas vitórias por 3 a 2 sobre Chile e França.
"Dentro da Copa, tivemos muitas adversidades. E a equipe mostrou equilíbrio emocional. Sinto todos eles muito preparados para esse momento. Fizemos uma grande final. O México é uma equipe muito tradicional nessa categoria e ganhamos de virada", destaca Dalla Déa.
Com a vitória sobre a México, o Brasil se tornou o único time com 100% de aproveitamento nesta Copa do Mundo. São 19 gols marcados em sete jogos, uma média de quase três tentos por partida. Em toda a competição, o Brasil se destacou pelo jogo ofensivo, como é da cultura do futebol brasileiro.
Na final, Dalla Déa não quis que a Seleção mudasse sua característica. Com muito respeito ao time do México, a ideia foi repetir as atuações da campanha, com muita intensidade, precisão e poderio ofensivo.
"A gente chegou muito forte, com cem por cento de aproveitamento, é nesse momento que fizemos a diferença. O que passou, passou. Respeitamos. TDeixamos a nossa história dentro da Seleção Brasileira. A história sempre tem o vencedor e é disso que vamos em busca, de fazer um grande jogo e conquistar esse título", frisa Déa.
O confronto reuniu duas das três maiores campeãs da história da competição. O Brasil tem quatro títulos da Copa do Mundo Sub-17 (1997-1999-2003-2019), enquanto o México é bicampeão (2005-2011) do torneio. O Brasil se aproxima da Nigéria, que tem cinco conquistas (1985-1993-2007-2013-2017.



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