Sete deputados federais disputam a indicação da Câmara dos Deputados para a vaga de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU), aberta pela aposentadoria compulsória de Aroldo Cedraz em fevereiro de 2026. A Sabatina na Comissão de Finanças e Tributação ocorreu nesta segunda-feira (13/4/202) com deliberação prevista para encaminhar nomes ao Plenário.
Os concorrentes são:
Os concorrentes são:
- Danilo Forte-PP-CE (foto).
- Odair CunhaPT-MG.
- Hugo Leal-PSD-RJ.
- Elmar Nascimento-União-BA.
- Gilson Daniel-Pode-ES.
- Soraya Santos-PL-RJ.
- Adriana Ventura-Novo-SP.
Apesar de apoios políticos, como o acordo de Hugo Motta com o PT para Odair Cunha, a fragmentação de candidaturas abre espaço para perfis técnicos.
Danilo Forte (PP-CE), indicado pela Federação PSDB/Cidadania, abriu a sabatina com defesa de um TCU mais atuante e integrado ao Congresso. Com 18 anos como servidor da Casa e mais de uma década como deputado, Forte criticou déficits na execução orçamentária, como R$ 62,8 bilhões em restos a pagar em 2025 e R$6 bilhões não empenhados, atribuindo-os ao governo PT. Ele enfatizou a necessidade de transparência onde há dinheiro público e posicionou sua candidatura como coroa de carreira dedicada à fiscalização, sem subserviência partidária.
Ao contrário dos concorrentes com menos ênfase em Orçamento, Danilo Forte acumula nove participações na Comissão de Orçamento e assessorou líderes como Antônio Paes de Andrade. Sua visão plural defende o Parlamento como voz do povo contra escândalos e fundos paralelos, prometendo dinamizar a execução sanitária via Parceria TCU-Congresso.
A Votação no plenário da Câmara deve nesta terça (14/4/2026) com o escolhido ainda precisando de aval do Senado. Danilo Forte confia no Plenário para priorizar o mérito institucional sobre acordos.
Danilo Forte (PP-CE), indicado pela Federação PSDB/Cidadania, abriu a sabatina com defesa de um TCU mais atuante e integrado ao Congresso. Com 18 anos como servidor da Casa e mais de uma década como deputado, Forte criticou déficits na execução orçamentária, como R$ 62,8 bilhões em restos a pagar em 2025 e R$6 bilhões não empenhados, atribuindo-os ao governo PT. Ele enfatizou a necessidade de transparência onde há dinheiro público e posicionou sua candidatura como coroa de carreira dedicada à fiscalização, sem subserviência partidária.
Ao contrário dos concorrentes com menos ênfase em Orçamento, Danilo Forte acumula nove participações na Comissão de Orçamento e assessorou líderes como Antônio Paes de Andrade. Sua visão plural defende o Parlamento como voz do povo contra escândalos e fundos paralelos, prometendo dinamizar a execução sanitária via Parceria TCU-Congresso.
A Votação no plenário da Câmara deve nesta terça (14/4/2026) com o escolhido ainda precisando de aval do Senado. Danilo Forte confia no Plenário para priorizar o mérito institucional sobre acordos.

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